Outras Notícias

militarismo e guerra

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    Foi muito participado o debate sobre a Paz, em Évora, promovido pelo CPPC, com a participação, entre outros, do investigador Frederico Carvalho, de Pedro Costa, do núcleo de Évora, que moderou o debate e da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    O investigador e membro da Presidência do CPPC, Frederico Carvalho, centrou a sua importante intervenção no desenvolvimento tecnológico que os EUA estão a utilizar para criar o soldado cibernético (cyborg), investindo milhões de dólares. Denunciou a utilização da inteligência artificial para fins militares, designadamente os dispositivos robóticos autónomos, os sistemas de armas robóticas autónomas letais e os perigos que comportam para a humanidade, informando que há uma Carta aberta de cientistas que propõem a erradicação destas armas tendo em conta a sua perigosidade.

    Ilda Figueiredo falou dos perigos da crescente agressividade, em particular dos EUA, da NATO e da União Europeia, denunciou a recente intervenção dos EUA na Síria, a ingerência crescente na América Latina, e em especial o caso da Venezuela. A propósito da próxima Cimeira da Nato em Bruxelas, a 25 de Maio, apelou à sua denúncia e à participação nas iniciativas que irão decorrer no âmbito da Campanha " Sim à Paz! Não à Nato!", designadamente as iniciativas públicas previstas para os dias 24 de Maio em Lisboa e 25 de Maio, no Porto.

  • No passado sábado, dia 1 de Abril, no âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou uma sessão pública sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!".

    Na sessão que teve lugar na sede nacional da CGTP-IN, em Lisboa, participaram Ilda Figueiredo, Frederico Carvalho, Gustavo Carneiro e Maurício Miguel e convidados de Itália e da Bélgica.

    Nas intervenções foi abordada a forma como a NATO é identificada como principal ameaça à Paz mundial, e as expressões particulares desta ameaça em cada um dos países representados.

    Num ambiente de animado debate ficou clara a necessidade de continuar e aprofundar o trabalho conjunto pela paz e contra a NATO, nomeadamente no quadro da realização da sua próxima cimeira em Maio deste ano em Bruxelas.

     

  • Completam-se, no próximo dia 7 de Outubro, 13 anos da invasão e ocupação do Afeganistão. A pretexto dos atentados ocorridos a 11 de Setembro de 2001, em Nova Iorque, os EUA lançaram a denominada “luta contra o terrorismo”, a partir da qual partiram para a agressão a Estados soberanos, para a colocação em causa de liberdades e direitos fundamentais, para a prática sistemática da tortura – uma política de autêntico terrorismo de Estado.

  • No momento em que se assinalam 15 anos sobre a agressão militar contra o Iraque, e sua posterior ocupação pelos EUA e seus aliados – ocupação derrotada pela resistência iraquiana, mas que os EUA procuram fazer perdurar sob diversas formas – importa salientar o que ela significou para o povo iraquiano, de brutal violação dos mais elementares direitos humanos, de assassinatos sistemáticos, de desumanas torturas, de morte, sofrimento e destruição.

    Uma agressão e ocupação que representaram e representam ainda o atropelo e violação das mais elementares regras do direito internacional, nomeadamente o direito dos povos a viverem em paz e a decidirem soberanamente sobre o seu futuro, sem ingerências e pressões de qualquer espécie.

  • A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • No dia em que se completam 50 anos sobre o Massacre de Son My, igualmente conhecido como o Massacre de My Lai, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 504 cidadãos vietnamitas, na sua maioria idosos, mulheres e crianças, que foram chacinados por militares do exército dos EUA durante a sua guerra de agressão contra o Vietname e o seu povo.

    Recorde-se que a agressão dos EUA ao Vietname decorreu, de forma indirecta e directa, de 1950 a 1975. Após a sua derrota, os EUA continuaram a aplicar um embargo contra o Vietname até 1994.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) evoca o 73.º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, que se celebra hoje, a 9 de Maio. Fá-lo não só recordando os mais de 50 milhões de mortos que esse conflito provocou, mas também honrando os que resistiram e lutaram heroicamente, incluindo com a perda das suas vidas, pela liberdade, contra a barbárie nazi-fascista.

    O CPPC recorda que os povos, com a sua luta e determinação, fizeram do pós-guerra um período de históricas conquistas e avanços revolucionários, democráticos e progressistas e de impetuosa libertação nacional.

  • É com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação encara o aprofundamento do processo de militarização da União Europeia (UE) actualmente em curso. O militarismo é, a par do cerceamento da soberania dos Estados por parte de instituições supranacionais dominadas pelas grandes potências e da promoção das políticas neoliberais, que agridem direitos económicos e sociais, um dos esteios da UE – sendo a criação de um futuro exército europeu, apesar de contradições que persistem, um objectivo há muito prosseguido pelas principais potências europeias.

    Este processo de militarização – muito embora se processe numa complexa relação em que estão permanentemente presentes, seja a concertação, seja a rivalidade entre os EUA e grandes potências europeias –, tem convergido e sido determinado no quadro da NATO, assumindo-se a UE como o pilar europeu deste bloco político-militar.

  • Acto Público pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO em Varsóvia - 8 de Julho às 18 horas, na Rua do Carmo, em Lisboa. Participa!

    SIM À PAZ! NÃO À NATO!
    PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA
    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior organização militar no mundo, instrumento de intervenção dos Estados Unidos, definiu a União Europeia como seu pilar europeu.
    A partir da última década do século passado, com o seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias», os EUA e a NATO reforçaram a sua presença militar na Europa e projectaram a acção ofensiva deste bloco político-militar, apontando todo o planeta como a sua área de intervenção.

  • Contra a Cimeira da NATO de Bruxelas de 2017

    Desde a sua criação a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) tem sido um braço militar agressivo do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar no mundo, profundamente ligada às políticas económica e externa tanto dos Estados Unidos como da União Europeia.

    A NATO está a expandir-se no Leste da Europa, a reforçar a presença militar dos EUA na Europa e a multiplicar as suas «parcerias estratégicas» em todo o mundo.

    A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO espalharam pela Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e a sua área de intervenção belicista é todo o planeta.

  • Divulgamos texto publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) sobre a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria.

    "Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se a outros movimentos da paz em todo o mundo em sua profunda preocupação e advertência diante da escalda da agressão imperialista na Síria. Sumamo-nos ao apelo e ao alerta à população mundial para o risco de uma guerra generalizada, de proporções imprevisíveis. Acreditamos ser cada vez mais urgente, sob pena de nos depararmos com uma situação irreversível, a mobilização mundial contra a iminência da guerra.

  • reuniao das organizacoes membro do conselho mundial da paz cmp da regiao europa 1 20180704 1296257555

    Divulgamos texto aprovado pela reunião de organizações membro do Conselho Mundial da Paz realizada, em Londres, no passado dia 26 de Maio.

    Apelo
    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à Cimeira 2018 da NATO em Bruxelas

    Apelamos a todas as organizações e activistas na Europa que defendem a causa da Paz, que promovam acções contra a NATO e a sua cimeira em Bruxelas, pela dissolução deste bloco político-militar e pela luta de cada povo dentro de cada estado membro da NATO para a retirada desta organização militar.
    Sabemos que a NATO já existe há quase 70 anos, e que durante todo este período a NATO continuou a aumentar os seus membros, alargando a sua esfera de influência, a sua agressão e imposições aos povos.

  • No âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação promove uma conferência sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!" no próximo dia 1 de Abril pelas 15h na sede nacional da CGTP-IN (Rua Vítor Córdon, nº1 em Lisboa).

    Para além de convidados nacionais participam nesta conferência a organização Italiana "Fórum contra a Guerra" e a organização Belga "INTAL".

    A conferência insere-se num conjunto de iniciativas que o CPPC promoverá de denúncia da natureza agressiva e belicista da NATO e da sua cimeira anunciada para Maio na Bélgica.

    PARTICIPA E DIVULGA!

  • No âmbito do assinalar dos 68 anos da criação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a 4 de Abril de 1949, o Conselho Português para a Paz e Cooperação promove uma conferência sob o lema "Sim à Paz! Não à NATO!" no próximo dia 1 de Abril pelas 15h na sede nacional da CGTP-IN (Rua Vítor Córdon, nº1 em Lisboa).

    Para além de convidados nacionais participam nesta conferência a organização Italiana "Fórum contra a Guerra" e a organização Belga "INTAL".

    A conferência insere-se num conjunto de iniciativas que o CPPC promoverá de denúncia da natureza agressiva e belicista da NATO e da sua cimeira anunciada para Maio na Bélgica.

    PARTICIPA E DIVULGA!

  • CPPC na Irlanda!

    A convite das organizações irlandesas Aliança para a Paz e Neutralidade (PANA) e Movimento dos Povos, o CPPC participa hoje e amanhã, dias 15 e 16 de Novembro, na Conferência "União Europeia - A Dimensão Militar", em Dublin, Irlanda, fazendo-se representar por Filipe Ferreira, membro da Direcção Nacional do CPPC.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia mais uma intervenção militar da União Europeia na em África, com o anúncio da disposição de enviar centenas de soldados para a República Centro-Africana, onde já se encontram a intervir soldados franceses. Ao anunciar esta intenção, a União Europeia está fundamentalmente a branquear a intervenção francesa e os seus objectivos neocoloniais.

  • CPPC participou em audição parlamentar sobre Militarismo na União Europeia

  • Pela Paz! Não à agressão à Síria!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente o ataque contra a República Árabe Síria levado a cabo, na madrugada de 14 de Abril, pelas forças militares dos EUA, Reino Unido e França, e que contou com a já expressa cumplicidade da NATO, da União Europeia e de Israel.

    Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, é desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas e à sua hedionda e criminosa acção apoiada pelos EUA e diversos países seus aliados.

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    O CPPC condena com veemência os bombardeamentos norte-americanos contra a Síria, na madrugada de hoje, denunciando o seu carácter ilegal e totalmente contrário ao direito internacional.
    A agressão militar directa dos EUA contra este Estado soberano, que se segue a seis anos de guerra encapotada, configura uma intolerável escalada com consequências ainda difíceis de prever, dada a elevada tensão militar que se vive no martirizado país do Médio Oriente.

    Quanto aos pretextos apresentados para o ataque, o CPPC chama a atenção para o facto de serem ainda desconhecidos os factos e os verdadeiros autores da denunciada utilização de armas químicas na província de Idlib, que terá vitimado perto de uma centena de pessoas. Manifestando o mais profundo repúdio pela utilização desse tipo de armamento, o CPPC lembra que o governo sírio já rejeitou qualquer responsabilidade pelo acto, pelo que é no mínimo prematuro definir desde já as responsabilidades pelo terrível ataque.