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Palestina

  • SOLIDARIEDADE COM OS PRESOS PALESTINOS EM GREVE DA FOME NOS CÁRCERES DE ISRAEL

    Conjunto de 25 organizações portuguesas subscreve documento em solidariedade com presos palestinos em greve de fome nas prisões israelitas.

    SOLIDARIEDADE COM OS PRESOS PALESTINOS EM GREVE DA FOME NOS CÁRCERES DE ISRAEL

    Cerca de 1500 palestinos encarcerados nas prisões de Israel por resistirem à ocupação e à repressão lançaram no dia 17 de Abril uma greve da fome designada «greve da liberdade e dignidade».

    A greve da fome é uma medida extrema: privados de outros meios de protesto, os presos usam o seu próprio corpo, põem em risco a sua própria vida para reclamar a melhoria das suas condições e a sua libertação.

    Os presos em greve da fome, de todas as tendências políticas, reivindicam direitos básicos como o direito de telefonar às suas famílias, visitas familiares, o acesso ao ensino superior à distância, cuidados médicos e tratamento adequados e o fim dos regimes de isolamento e de detenção sem acusação nem julgamento.

  • Solidariedade com os presos políticos palestinianos em greve de fome nas prisões Israelitas

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    Completa-se, hoje, um mês desde que cerca de mil e quinhentos presos políticos palestinianos em prisões israelitas iniciaram uma greve de fome, como forma de protesto pela negação por parte das autoridades de Israel de direitos básicos, consagrados no direito internacional, como o acesso à assistência médica, contra a tortura e outras formas de violência a que são sujeitos, pelo direito a receber visitas de familiares, entre outras exigências.

     

    No momento em que, dada a duração do protesto, perante a inflexibilidade das autoridades israelitas, se agrava, ainda mais, o estado de saúde dos presos, divulgamos a posição de Solidariedade para com os presos políticos palestinianos em greve de fome nas prisões israelitas” subscrita por organizações do movimento da paz de vários países, exigindo o respeito dos direitos e a libertação destes presos políticos.

     

    17 de Maio de 2017

     

    A posição:

     

    Solidariedade com os presos políticos palestinianos em greve de fome nas prisões Israelitas

  • Solidariedade para com a activista da Paz Moara Crivelente

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua solidariedade para com a activista da Paz Moara Crivelente, membro do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ), com quem tem trabalhado há já vários anos no âmbito do Conselho Mundial da Paz, pelo injusto tratamento e expulsão de Israel de que foi vítima no dia 24 de Julho.

    O CPPC lembra ainda todos os muitos activistas que já passaram por situações semelhantes e condena as contínuas arbitrariedades e crimes cometidos pelo Estado Israelita, de que o povo palestino continua a ser a principal vítima.

    Afirmamos que as tentativas de Israel intimidar o movimento de solidariedade não só não demoverão os que defendem a causa palestina como lhes dão, ainda mais, a força da razão.

    Palestina vencerá!

    Leia o artigo de Moara Crivelente

  • Vigília de Solidariedade com a Palestina - Braga 2014

     

    Vigília de Solidariedade com a Palestina
    Fim ao Massacre!
    Fim à Ocupação!

    21h | 13 de Agosto (4ª Feira )

    Av. Central (Arcada) - Braga

    www.facebook.com/events/1443004579313630/

     

  • Vigília de Solidariedade com a Palestina - Coimbra 2014

    O núcleo de Coimbra, do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), com o apoio da União dos Sindicatos de Coimbra (USC), realizou ontem, dia 28, uma vigília de solidariedade com o povo da Palestina.

    A iniciativa contou com a presença de mais de uma centena de pessoas.

     

  • Vitória da luta dos presos políticos palestinianos em prisões israelitas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a vitória da corajosa luta dos presos políticos palestinianos, em prisões israelitas, com a cedência das autoridades israelitas a justas exigências destes presos, na sequência do protesto “Liberdade e Dignidade”, em que mais de mil presos políticos palestinos se encontravam em greve de fome há já 40 dias.

    Os presos políticos palestinianos suspenderam o seu protesto, após mais de vinte horas consecutivas de negociações, quando as autoridades israelitas acederam a várias das suas exigências como o direito a duas visitas mensais da família ou a receberem assistência médica condigna.