Outras Notícias

Palestina

  • No Porto manifestou-se a confiança de que a Palestina vencerá!

    Ao final da tarde de dia 21 de Dezembro realizou-se no Porto uma acção de rua de solidariedade com a Palestina. Para além de uma boa participação e da presença nas ruas de muita população, fez-se a distribuição de centenas de documentos. As intervenções estiveram a cargo de Nuno Coelho, em nome da União dos Sindicatos do Porto, Olga Dias, pelo MDM, e Ilda Figueiredo, do CPPC - as três organizações que apoiaram e apelaram à participação neste acto público de repúdio pela posição de Trump/EUA quanto à Palestina. Relativamente ao que deu o mote à iniciativa, as três organizações consideram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel um ultraje ao povo palestino e uma violação frontal do Direito Internacional.

  • Nota de solidariedade com a Palestina divulgada pela FENPROF

    Por Mário Nogueira, Secretário geral da FENPROF

     

    SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA

     

    Há muito que não se via uma coisa assim, incluindo a passividade de alguns que são sempre tão céleres a declararem-se defensores dos direitos humanos.

     

    Não há nada que justifique ou explique o ataque que está a ser feito ao povo palestino por um agressor que revela dotes de assassino. Assassina crianças, centenas de crianças como os nossos filhos. Ataca escolas, incluindo as da ONU onde atinge centenas de refugiados, ataca hospitais, declara cessar-fogo para apanhar o povo na rua, desprevenido, a tratar dos seus feridos e, mais facilmente, o assassinar. Ataca ambulâncias, ataca creches, mata a eito e conta com a cumplicidade daqueles que se dizem, quando lhes interessa, grandes defensores dos direitos humanos, mas mesmo perante o que o todo o mundo tem visto, não se escusam em continuar a vender mais armas e não apenas por razões financeiras. Refiro-me, obviamente, aos norte-americanos.

     

    O problema é o Hamas, proclamam, mas esquecem de dizer que a vitória eleitoral do Hamas é obra dos próprios israelitas. Foram eles que decidiram desrespeitar os acordos de Oslo e agredir o povo da Palestina no seu próprio território. Foram eles que, insatisfeitos por apenas ocuparem 56% do território da Palestina histórica, decidiram invadir os territórios para onde foram empurrados os palestinos e assassinar sem dó, num processo que faz lembrar o tempo de outros extermínios e outros holocaustos. Dizia, há dias, um jovem da Palestina, confrontado com a revolta que se sente em muitos palestinos, que quando a esperança acaba tudo é possível. E acrescentava que, quando um jovem vê a sua casa destruída por um bombardeamento israelita ou a sua mãe e irmãs violadas pelos agressores, toda a esperança desaparece, ficando apenas a certeza que, a seguir, será ele a vítima. E quando assim é, tudo passa a valer… A grande diferença, continua a ser que aos bombardeamentos sobre as escolas, responde a maior parte do povo com pedras e lágrimas de revolta.

     

    Onde estão os franceses? Os aliados, como gostam de se afirmar, por onde andam? Por onde anda a NATO? E onde está o governo português cujos partidos que o integram ainda há dias votaram contra uma posição de solidariedade proposta pelo PCP no Parlamento? Diz o povo, na sua sabedoria, que tão ladrão é o que rouba a fruta como o que fica ao portão. Confirma-se a sabedoria do povo.

     

    Solidariedade para com o povo da Palestina e, em especial, as suas crianças e jovens, é tudo o que os professores, como todos os portugueses, podem manifestar, para além de deverem exigir uma posição firme de condenação da agressão, por parte do governo do seu país. Não nos escondamos atrás de preconceitos para deixar de o fazer.

     

    Mário Nogueira

  • Núcleo de Almada pintou uma faixa com a inscrição «Palestina vencerá»

    O núcleo de Almada do CPPC pintou uma faixa com a inscrição «Palestina vencerá», que será colocada num local de grande visibilidade daquele concelho da Margem Sul do Tejo. Na sua concepção participaram aderentes e amigos do CPPC, entre os quais duas estudantes da Escola Secundária António Gedeão, que estão actualmente a participar no projecto de teatro «Sete Anos, Sete Escolas», da bailarina e coreógrafa Cláudia Dias, precisamente sobre o problema palestiniano.

  • Palestina

     

    Nas Nações Unidas considera-se que o futuro da Palestina como estado independente está hoje mais ameaçado do que nunca. Isso mesmo foi demonstrado pelo coordenador especial da ONU para o processo de Paz no Médio Oriente, Nickolay Mladenov, na sessão do Conselho de Segurança do passado dia 23 de novembro. Na opinião deste responsável a comunidade internacional deve, pois, intervir mais ativamente para proteger o direito do povo palestino a um estado independente em conformidade com as resoluções já adotadas pela organização.

    De acordo com aquele coordenador especial da ONU, a colonização israelita de territórios palestinos ocupados não só prossegue sem entraves como é apoiada pelo poder de estado. Contra leis e decisões internacionais, o estado de Israel continua a fomentar a construção de colonatos na margem ocidental do rio Jordão insistindo, para tal, nas suas políticas de demolição de infraestruturas e confiscação de terras. Os palestinos tornam-se, assim, deslocados na sua própria terra.

    Com a construção de colonatos o Estado de Israel visa, segundo as Nações Unidas, expulsar os palestinos de vastas áreas de modo a alterar a demografia nos territórios ocupados, a favor dos israelitas.

  • Palestina - A agressão continua

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    Pelo menos 469 crianças foram mortas, 9 desde o recomeço dos bombardeamentos esta quarta-feira, e mais de 300 foram feridas desde o início da mais recente agressão do Governo Israelita. São os números avançados por Pernilla Ironside, chefe da missão da UNICEF em Gaza, numa conferência de imprensa, dada em Nova Iorque esta quinta-feira. A responsável da ONU referiu ainda, que são mais de 370 000, as crianças a necessitar de "socorro psicossocial".

    Ilustrando o nível da destruição de infraestruturas, Ironside referiu que serão necessários 18 anos para reconstruir o que foi destruído pelas forças israelitas.

  • Palestina Livre! - Lisboa 2014

    Centenas de pessoas participaram hoje da acção "Palestina Livre! Fim à Agressão! Fim à Ocupação!", frente à embaixada de Israel em Lisboa.

    Nas intervenções ficou expressa a solidariedade com o povo palestino e a necessidade de não esquecer e exigir a responsabilização do governo israelita pelos crimes cometidos, não só na recente agressão a Gaza, mas também ao longo das quase 7 décadas de ocupação.

     

  • Palestina, 69 anos de resistência e luta

    No dia em que se assinala o 69º aniversário da Nakba («catástrofe», em árabe, que marca o início da ocupação da Palestina), o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos quantos defendem valores humanistas e o respeito pelos direitos dos povos a que reforcem a sua solidariedade ao povo palestiniano, e à sua luta por uma Palestina livre, independente e soberana.

    Este aniversário da Nakba assinala-se em plena greve da fome de cerca de 1500 presos palestinianos em cadeias israelitas, pela sua dignidade e liberdade. Dando expressão concreta a esta solidariedade, o CPPC promoveu uma moção de apoio a esta luta, já subscrita por organizações de 11 países e que continua aberta a novos apoiantes.

    A ocupação israelita, que priva os palestinianos dos seus mais elementares direitos, é marcada desde o início pela mais brutal violência: massacres, deportações forçadas, destruição de aldeias, imposição de um regime de apartheid, a prisão de muitos milhares de palestinianos, a generalização de colonatos, a construção do Muro de Separação e o cerco a Gaza.

  • Pela justa causa do povo palestiniano Reforçar a solidariedade

    Assinala-se neste mês de Novembro o centenário da Declaração de Balfour, momento marcante para a história da Palestina e do povo palestiniano nas últimas sete décadas. Nessa missiva secreta, enviada pelo então Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Lord Arthur Balfour, ao dirigente sionista Walter Rotschild, garantia-se o apoio do império britânico à criação de um «lar nacional para o povo judeu na Palestina» e a dedicação de «todos os seus esforços à realização deste objectivo». Ao mesmo tempo, publicamente, as autoridades britânicas faziam promessas vãs às populações árabes, que nunca cumpririam.

  • Pela libertação de Ahed Tamimi e de todos os palestinianos menores presos por Israel

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a condenação por um tribunal israelita da menor palestiniana Ahed Tamimi e da sua mãe a oito meses de prisão, realçando que tudo neste processo é não só imoral como ilegal: a sentença proferida por um tribunal militar israelita na Cisjordânia ocupada; as sessões à porta fechada; a prisão de uma menor por uma força ocupante por defender a sua casa da invasão de militares israelitas; as pressões sobre a sua família – o seu primo, também menor, foi baleado na cabeça, dias antes da sua prisão, por soldados ocupantes; a sua mãe foi presa por filmar a captura de Ahed e acusada de «incitamento».

  • PELA LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE KHALEDA JARRAR, DEPUTADA PALESTINA

     

    Associando-se a outras tomadas de posição públicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a detenção por Israel de Khaleda Jarrar, deputada do Parlamento palestino, na madrugada de 2 de Abril, em Ramallah.

    Khaleda Jarrar preside à Comissão dos Presos Palestinos do Conselho Legislativo Palestino e é dirigente da Addameer, organização dedicada à defesa dos direitos e à libertação dos palestinos presos em prisões israelitas.

    Recorde-se que há mais de seis mil palestinos presos nas prisões israelitas, dos quais 454 em prisão administrativa. Segundo os dados disponíveis, em Fevereiro de 2015, 163 dos presos palestinos são crianças, sendo que 13 das quais têm menos de dezasseis anos.

  • Pela libertação imediata dos presos políticos palestinianos

    No Dia do Preso Palestiniano, que hoje se assinala, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a sua firme solidariedade ao povo palestiniano e, em particular, aos sete mil presos políticos palestinianos que se encontram encarcerados nas prisões israelitas, naquela que é uma das mais brutais expressões da ilegal ocupação da Palestina por Israel.

    Desde o início da ocupação, cerca de 950 mil presos políticos palestinianos já passaram pelas prisões israelitas, não havendo praticamente nenhuma família que não tenha tido pelo menos um dos seus membros encarcerados.

  • PELA LIBERTAÇÃO IMEDIATA DOS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS

    Na data em que se assinala o Dia do Preso Político Palestino, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa, mais uma vez, a solidariedade aos palestinos presos nas cadeias israelitas, exige a sua imediata libertação e sublinha que a primeira injustiça é a ilegal ocupação israelita dos territórios palestinos, a que urge pôr fim o mais depressa possível. Uma ocupação responsável não apenas pelas prisões ilegais de milhares de pessoas, mas também pela expulsão das suas terras de centenas de milhares de palestinos, que formam a maior comunidade de refugiados do mundo.

    São muitos os palestinos que, desde 1967, foram ilegalmente presos por Israel: cerca de 700 mil, milhares dos quais permanecem ainda hoje cativos. A lei israelita permite às forças ocupantes deter qualquer palestino por tempo indeterminado – sem acusação, julgamento ou direito a defesa – em prisões, centros de interrogatório e de detenção, instalados em bases militares, desertos e locais desconhecidos. As condições de encarceramento que o Estado de Israel impõe aos presos políticos palestinos desrespeitam os acordos internacionais de que é subscritor.

    Israel é, ainda, o único país que julga regularmente crianças em tribunais militares, condenando os menores de 13 anos a penas de prisão até seis meses e, a partir dos 14 anos, as penas podem chegar a períodos entre 10 e 20 anos.

    O CPPC saúda a aprovação, na Assembleia da República, de um voto pela libertação imediata de Khaleeda Jarrar, deputada palestina detida há dias pelo exército israelita, sem qualquer acusação nem processo judicial. O voto foi aprovado pelo PCP (que apresentou a proposta), pelo PEV, pelo BE e por quase todo o Grupo Parlamentar do PS. PSD e CDS optaram pela abstenção, tendo ainda havido alguns votos contra.

    A Direcção do CPPC
    17 de Abril de 2015

     

  • PELO CUMPRIMENTO DOS DIREITOS DO POVO PALESTINIANO

    A 29 de Novembro assinala-se o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano. Este dia foi declarado pelas Nações Unidas para assinalar a aprovação da Resolução 181 pela sua Assembleia-geral, que em 1947 apontou a criação de dois Estados no território da Palestina.

    Quase 70 anos passados, só o Estado de Israel existe. O Povo palestiniano não só continua privado do seu Estado soberano, independente e viável como enfrenta diariamente a violência da ocupação israelita.

    Desrespeitando resoluções e normas do direito internacional, Israel continua na estender a ocupação do território palestiniano, através da construção de colonatos, do «Muro de Separação», da instalação de postos de controlo militares e de vias de comunicação para uso restrito de militares e colonos israelitas.

  • Pelo fim da impunidade de Israel no massacre dos palestinos

    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz.

    Pelo fim da impunidade de Israel no massacre dos palestinos
    2 de Abril de 2018

    O Estado de Israel tem se sentido à vontade para perpetrar os crimes mais hediondos contra a população palestina, que sobrevive e resiste à ocupação militar, ao apartheid e ao colonialismo. O mais recente episódio de uma violência diária, num regime fora da lei, foi a brutalidade da repressão a um protesto na Faixa de Gaza no Dia da Terra, 30 de março, próximo à linha demarcada por Israel como zona tampão.

  • Pelo fim imediato da agressão israelita ao povo palestino

     

    O CPPC exige o fim imediato da nova agressão militar de Israel contra o povo palestino, com particular incidência contra a população da Faixa de Gaza, sujeita a bombardeamentos e sob a qual pende a ameaça de uma nova ofensiva terrestre por parte do exército israelita.

    Esta nova agressão israelita em grande escala – que utiliza como pretexto a morte de três jovens israelitas, em circunstâncias ainda por apurar – já provocou dezenas de mortos, incluindo crianças, e centenas de feridos, para além da destruição sistemática de habitações palestinianas.

    O CPPC considera que não se pode esquecer o resultado da última agressão de grande escala levada a cabo por Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza, a operação “Chumbo Fundido”, iniciada a 27 de Dezembro de 2008 e que provocou 1400 mortos e 5000 feridos, a maioria dos quais civis palestinos, mulheres e crianças, na qual Israel recorreu, inclusivamente, a armas proibidas, como o fósforo branco.

    O CPPC considera que não se podem esquecer as dezenas de anos de ocupação ilegal, de repressão, de usurpação e saque, de permanente humilhação por parte de Israel contra o povo palestino, de que, por exemplo, são testemunho as mais de 1500 crianças palestinas mortas pelas forças de Israel, somente após 2000.

    O CPPC condena a atitude cínica dos EUA que declarou uma vez mais que “Israel tem o direito de se defender” e a ambiguidade da União Europeia que, objectivamente, tomam o agressor como «vítima» e a vítima como «agressor».

    A escalada agressiva de Israel não pode ser desligada dos planos de domínio do Médio Oriente por parte dos EUA e seus aliados, com os quais tentam, por todos os meios, esmagar os povos que não se submetem às suas intenções e hegemonia, como aconteceu com o Iraque, a Líbia ou a Síria.

    O CPPC expressa uma vez mais a sua solidariedade ao povo palestino e ao movimento pela paz em Israel, reafirmando a legitimidade da luta do povo palestino pelo seu direito à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e a um Estado independente, soberano e viável – única solução duradoura para a paz na região.

    O CPPC considera que o Governo português deverá condenar a agressão de Israel ao povo palestino e exigir o seu fim imediato.

  • Petição - Pelo fim imediato da agressão israelita ao povo palestino!

    Pelo fim imediato da agressão israelita ao povo palestino!

    Assina e divulga!

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

  • Por uma água mais limpa, não à cooperação Epal-Mekorot

    POR UMA ÁGUA MAIS LIMPA
    NÃO À COOPERAÇÃO EPAL-MEKOROT

    25 MARÇO | 18H | LARGO CAMÕES (LISBOA)

    Várias organizações portuguesas, entre as quais o CPPC, promovem amanhã uma iniciativa de apelo à revogação do acordo entre a EPAL e a MEKOROT (empresa de águas israelita).

    ORGANIZAÇÕES PROMOTORAS:
    Associação Agricultores do Distrito Lisboa, Associação Água Pública, Associação Intervenção Democrática, Casa Viva, Colectivo Mumia Abu-Jamal, Comité de Solidariedade com a Palestina, Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, Conselho Português para a Paz e Cooperação, Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal, Fórum pela Paz, Grupo Acção Palestina, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, SOS Racismo.

  • Por uma Palestina livre e independente!

    No dia em que se assinalam 50 anos da ocupação militar israelita, em 1967, dos territórios palestinianos da Cisjordânia, da Faixa de Gaza e de Jerusalém Oriental, e também dos Montes Golã sírios, de parte do Sinai egípcio e das Quintas de Shebaa libanesas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade e determinação de prosseguir a sua histórica intervenção pela justa causa do povo palestiniano.

    Evocar meio século de ocupação da totalidade da Palestina, que se seguiu a uma primeira vaga de expulsão dos palestinianos com a criação do Estado de Israel, em 1948, é denunciar os sucessivos crimes e massacres cometidos contra a população palestiniana; é recordar as aldeias arrasadas, as terras roubadas, as casas demolidas; é lembrar os milhares de presos, incluindo crianças, e os milhões de refugiados espalhados pelo mundo; é ter presente a humilhação diária que é imposta às populações palestinianas, com os colonatos, os postos de controlo, o muro de segregação, o cerco à Faixa de Gaza, e as dramáticas condições de sobrevivência que são impostas pelas autoridades israelitas e a sua política sionista ao povo palestiniano.

  • Posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz

    Leia a posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o encontro entre o Presidente norte-americado Donald Trump e o Primeiro Ministro israelita Benjamin Netanyahu."

    "Trump e Netanyahu reforçam políticas criminosas contra o povo palestino

    A posição política explicitada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após a visita deste último a Washington, revelou mais uma vez que o imperialismo estadunidense sempre estará ao lado do seu aliado e posto avançado no Oriente Médio, como cúmplice dos crimes de guerra em que se sustenta o regime israelense.

  • PRESIDÊNCIA DO CONSELHO MUNDIAL DA PAZ LANÇA NOTA DE REPÚDIO PELO ASSASSINATO DO MINISTRO PALESTINO ZIAD ABU EIN

    A Presidência do Conselho Mundial da Paz volta a manifestar seu completo repúdio às ações criminosas do regime de Israel e a reiterar sua irrestrita solidariedade ao povo palestino na luta contra a opressão e a ocupação sionista. Denunciamos de forma pesarosa e ultrajada a escalada da violência perpetrada pelas forças israelenses, que voltam a impor a repressão brutal e fatal aos palestinos em protesto contra a ocupação. Neste Dia dos Direitos Humanos, recebemos a triste e revoltante notícia da morte de mais um palestino, desta vez o ministro Ziad Abu Ein, figura histórica da resistência palestina e que tinha entre suas principais lutas a denúncia do vergonhoso muro de segregação construído por Israel na Cisjordânia.