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Pela paz na Península da Coreia

 

O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua preocupação pelo aumento da tensão na península coreana, alertando para o perigo de uma escalada militar nesta região, apelando à paz e à resolução pacífica de um conflito que há décadas impede a reunificação do povo coreano, contrariando a expressa vontade e o processo negocial das duas partes directamente interessadas.

A reunificação pacífica da península coreana coloca como exigência a existência de garantias de não-agressão, a desnuclearização e o fim das bases e forças militares estrangeiras na Península da Coreia, designadamente dos Estados Unidos da América, que mantêm um contingente de aproximadamente 30 mil militares na República da Coreia (Sul).

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NA-GAZA-KI

Rezam as sondagens em Israel que depois do cessar-fogo estabelecido em Gaza sob mediação do Egito a popularidade da coligação de direita e extrema direita chefiada pelo atual primeiro ministro, Benjamin Netanyahu, caiu alguns pontos. Não é aconselhável pôr as mãos no fogo por registos deste tipo, mas há que estar atento: se a tendência for verdadeira não tardará que a população do território volte a sofrer as consequências dos jogos político-militares na cadeia de comando do regime israelita.
 
Netanyahu disponibilizou-se para a trégua porque a seguir ao terror levado à pequena faixa por via aérea seguir-se-ia a invasão terrestre, coisa mais complicada porque provavelmente haveria bastantes mortos do lado israelita, os suficientes para perturbarem uma campanha eleitoral sendo que a pretendida “limpeza” poderia não estar ainda completa quando chegasse a hora da ida às urnas.

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HIROSHIMA 1945 - 2011

A 6 de Agosto assinalam-se 66 anos de um dos maiores crimes que a história da humanidade conhece.
75 mil pessoas foram instantaneamente mortas devido ao rebentamento de uma primeiro bomba atómica. A cidade de Hiroshima foi arrasada; humanos, restantes animais e plantas ou foram mortos ou ficaram indelevelmente afectados.
A 9 do mesmo mês de 1945, idêntico crime foi praticado sobre outra cidade japonesa: Nagasaki.
Esses eventos funestos foram o culminar do holocausto da 2ª Grande Guerra Mundial.
E foi um acto completamente injustificável e mesmo desnecessário do ponto de vista militar: aquelas cidades não eram alvos militares, a Alemanha tinha-se rendido já, e o Japão, além de derrotado, já dera sinais de se vir a render.
Os EUA, ao utilizarem aquele armamento, quiseram afirmar o seu poder. Foi um aviso a quem pretendesse opor-se à sua hegemonia; uma chantagem e uma ameaça que perduraria sobre os povos.
A actual situação internacional caracteriza-se por guerras de agressão (Afeganistão, Iraque, Líbia) e por continuada manipulação e subversão do Direito Internacional. Algumas potências económicas e militares tornaram usual a hipocrisia, a ameaça, a mentira e o uso da força nas relações internacionais, para subjugar outras nações. Reflexo, também, da mais grave crise financeira e económica desde 1933.
A História não se repete, mas temos que reconhecer existirem preocupantes semelhanças com a situação económica e politica mundial do início dos anos 30.
A grave crise do capitalismo agrava o perigo de uma guerra, porventura geral, que em vista do armamento moderno existente, arrasaria o habitat e a espécie humana. O capitalismo tem encontrado nas guerras uma das saídas para as suas crises, foi assim em 1914, e de novo em 1939. Porém, uma guerra com os actuais armamentos poria em risco a existência da humanidade.

Delegação da Associação do Povo Chinês para a Paz e o Desarmamento na Casa da Paz

O CPPC recebeu na Casa da Paz uma delegação da Associação do Povo Chinês para a Paz e o Desarmamento (CPAPD), no passado dia 26 de Outubro, em Lisboa.
 
A delegação do CPAPD foi dirigida pelo Senhor Liu Jingqin, vice-presidente daquela organização.
 
Durante a reunião com a Direcção do CPPC, a delegação da CPAPD expressou que é desejo do povo chinês aliar o desenvolvimento económico e científico sustentáveis, com a melhoria das suas condições de vida, assim como com a continuação do desenvolvimento de relações com outros povos baseadas na cooperação e no respeito mútuo, com base na Carta das Nações Unidas e na Lei Internacional.

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