Outras Notícias

Há 35 anos... MASSACRES DE SABRA E SHATILA

Que não se esqueça, para que nunca mais se repitam!

O Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 35 anos decorridos sobre o massacre de refugiados palestinianos – muitos dos quais crianças, mulheres e idosos – perpetrados de 12 a 18 de Setembro de 1982 pelos falangistas libaneses, com a cumplicidade e apoio de Israel, nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, situados nos arredores de Beirute, no Líbano.

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Fim aos colonatos isralelitas

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena o incremento da colonização dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, que tem o seu mais recente e revelador episódio na aprovação pelo governo israelita de um plano para construir mais 4000 colonatos nas colinas da Jerusalém ocupada.

Para além do plano que agora foi aprovado, a expressão pública, por parte de deputados israelitas e membros da maioria governamental que é responsável pela política sionista de Israel, da intenção de promover a expulsão da população árabe de Jerusalém é também ela sintomática de uma mentalidade colonialista.

A expansão dos colonatos, que não tem cessado de se incrementar, inscreve-se na tentativa de impor a ocupação como facto consumado.

A construção de colonatos é ilegal à luz do direito internacional e viola abertamente sucessivas resoluções das Nações Unidas.

O CPPC condena mais esta medida do Estado de Israel e lembra as responsabilidades dos EUA e da União Europeia que apoiam e são coniventes com a sua criminosa política sionista e colonialista contra o povo palestiniano.

É através da unidade e da luta do povo palestiniano e das suas organizações representativas, da luta do movimento pela paz e das forças progressistas em Israel, com o apoio da solidariedade internacional, que se pode vencer a violência e a prepotência das autoridades israelitas, abrindo caminho à concretização do direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina, livre e independente, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerúsalem Leste, e ao respeito do direito de regresso dos refugiados palestinianos – como impõe o espirito e a letra da Carta das Nações Unidas e exigem inúmeras resoluções da ONU.

Fim à ocupação! Palestina livre!

A 5 de Junho assinalam-se 50 anos sobre a ilegal ocupação dos territórios palestinianos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, bem como dos Montes Golã da Síria, de parte do Sinai egípcio e das Quintas de Shebaa do Líbano, por parte de Israel, durante a «guerra dos seis dias» em 1967.

Após 50 anos, o Estado de Israel continua a impor de forma violenta o seu domínio de toda a Palestina, em frontal desrespeito pelo Direito Internacional e em confronto com inúmeras resoluções das Nações Unidas.

A ilegal ocupação dos territórios palestinianos por parte de Israel é marcada por sistemáticas agressões militares e hediondos crimes; pela prisão de milhares de palestinianos, incluindo crianças; pela demolição de milhares de lares palestinianos e pelo confisco de terras; pela expansão dos colonatos e postos de controlo; pela construção de um muro de separação; pela transformação da Faixa de Gaza na maior prisão do mundo; pela exploração, opressão, divisão e humilhação dos trabalhadores e do povo palestinianos, pela brutal e constante negação dos seus direitos.

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CPPC denuncia, uma vez mais, a violência de Israel contra a Palestina

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) vem, uma vez mais, denunciar a crescente escalada de violência de Israel contra o povo palestino. A violência iniciada a 14 de Julho na Cidade Velha de Jerusalém, território ocupado ilegalmente por Israel, de que resultaram cinco mortos acrescida do encerramento e proibição de entrada de palestinos na Esplanada das Mesquitas (local sagrado do Culto Islâmico), viola todas as normas das Nações Unidas e do Direito Internacional.

Como protesto, os crentes islâmicos recusaram-se a entrar nos locais sagrados e passaram a fazer as suas orações na rua, sendo acompanhados por muitos cristãos, que igualmente rejeitam a ocupação daquela que é, também para eles, a Cidade Santa.

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Por uma Palestina livre e independente!

No dia em que se assinalam 50 anos da ocupação militar israelita, em 1967, dos territórios palestinianos da Cisjordânia, da Faixa de Gaza e de Jerusalém Oriental, e também dos Montes Golã sírios, de parte do Sinai egípcio e das Quintas de Shebaa libanesas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade e determinação de prosseguir a sua histórica intervenção pela justa causa do povo palestiniano.

Evocar meio século de ocupação da totalidade da Palestina, que se seguiu a uma primeira vaga de expulsão dos palestinianos com a criação do Estado de Israel, em 1948, é denunciar os sucessivos crimes e massacres cometidos contra a população palestiniana; é recordar as aldeias arrasadas, as terras roubadas, as casas demolidas; é lembrar os milhares de presos, incluindo crianças, e os milhões de refugiados espalhados pelo mundo; é ter presente a humilhação diária que é imposta às populações palestinianas, com os colonatos, os postos de controlo, o muro de segregação, o cerco à Faixa de Gaza, e as dramáticas condições de sobrevivência que são impostas pelas autoridades israelitas e a sua política sionista ao povo palestiniano.

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