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São necessários recursos para combater a pandemia - Não à realização dos exercícios militares da NATO

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A NATO anunciou para este ano a realização na Europa, incluindo em Portugal, de um dos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos, a ter lugar de forma faseada e em diversos países deste bloco político-militar de cariz agressivo.

Devido à pandemia da COVID-19, a NATO decidiu manter a sua realização, reduzindo a dimensão e adiando alguns dos exercícios.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera que a insistência da NATO na realização destes exercícios reveste-se de uma tão maior gravidade, quando em diversos países da Europa a população está a sofrer os efeitos da crise pandémica, seja no plano da saúde, seja no plano económico e social, e se impõe a mobilização de recursos para impedir o seu alastramento e apoiar as pessoas afetadas e os países em maior dificuldade.

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Nos 75 anos da Libertação de Auschwitz pelo Exército Soviético

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Assinala-se hoje, 27 de Janeiro de 2020, o 75.º aniversário da libertação, pelo Exército Soviético, de Auschwitz, campo nazi de concentração e extermínio.

Ao lembrar esta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação homenageia os milhões de vítimas da barbárie nazi-fascista, assassinados, torturados presos pelas suas convicções políticas ou religiosas, pela sua nacionalidade ou origem étnica.

Tal evocação não representa apenas um mero e regular exercício de memória, mas um imperativo nos tempos em que vivemos, marcados pela promoção de valores retrógrados e por manifestações de xenofobia, intolerância e ódio, pelo recrudescimento de forças de extrema-direita e de cariz fascista, pelo ataque a liberdades e a direitos democráticos, pelo desrespeito da soberania nacional e do direito à paz, pela guerra e a agressão contra países e povos.

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Sim à Paz! Não à NATO! | Porto

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Realizou-se, no Porto, no dia 4 de Dezembro, uma acção de rua contra a Cimeira da Nato em Londres. Foram distribuídos documentos aos transeuntes na rua de Santa Catarina e houve intervenções de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP, do jovem Afonso Sabença e de Ilda Figueiredo do CPPC.

Todos salientaram que, à semelhança de cimeiras anteriores, falar-se-á muito em "paz" e "segurança", mas as decisões que serão tomadas apontarão para o aumento das despesas militares, para novos e mais sofisticados armamentos, para o militarismo e a guerra, considerando a NATO a maior ameaça à paz mundial, exigindo a sua dissolução.

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Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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«Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu não são bem-vindos a Portugal» foi, mais do que o mote, o clamor que sobressaiu da acção pública realizada ao final da tarde de sexta-feira, 6 de Dezembro, no Largo Camões, espaço nobre da capital, já célebre pelas iniciativas em defesa da paz que regularmente ali têm lugar.

A visita do Secretário de Estado norte-americano e do ainda primeiro-ministro israelita fez convergir, na ação, diferentes críticas e causas: da oposição à guerra e ao militarismo à defesa do desarmamento e da dissolução da NATO; a solidariedade com os povos ameaçados e atacados pelo imperialismo norte-americano e o sionismo israelita; a rejeição do racismo e da xenofobia e a salvaguarda do meio ambiente e recursos naturais. De tudo isto e muito mais falaram os representantes de três organizações promotoras da ação – Filipe Ferreira, pelo CPPC; Jorge Cadima, pelo MPPM; e João Barreiros, pela CGTP-IN – e ainda o refugiado político colombiano Hector Mondragon.

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«Sim à Paz! Não à NATO!» em Lisboa

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«Sim à Paz! Não à NATO!» foi o clamor que uma vez mais soou nas ruas de Lisboa, ao final de tarde de terça-feira, 3, na acção convocada pelo CPPC e por mais duas dezenas de organizações para exigir a dissolução da NATO e repudiar os objectivos belicistas da cimeira que realiza por estes dias em Londres.

No exacto momento em que, na capital britânica, os líderes da NATO tomavam decisões para reforçar o militarismo e a guerra, em Lisboa exigia-se a defesa da paz, o desarmamento geral, simultâneo e controlado, o fim da militarização da União Europeia, o respeito pela soberania dos povos e a utilização das verbas hoje gastas com armamento na resolução dos graves problemas que afectam os povos do mundo.

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