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CPPC assinala Dia Mundial do Refugiado no Algarve

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O dia 20 de Junho, Dia Mundial do Refugiado, foi assinalado pelo núcleo do CPPC Algarve, com a inauguração da exposição «Refugiados», de Frank Kopperschlager, na Associação Re-Criativa República 14 em Olhão.

Esta exposição retrata o drama de refugiados chegados a Berlim em 2015, abandonados nas ruas, sem qualquer tipo de apoio das entidades oficiais, as movimentações populares de apoio a estas pessoas e numa fase posterior, manifestações e concentrações de populares junto das entidades oficiais alemãs exigindo apoio e a integração destes refugiados.
Os dramas da guerra, da fome, da perseguição politica ou religiosa, são as principais causas destes movimentos migratórios e de refugiados.

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CPPC e Câmara de Loures assinam protocolo

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O CPPC e a Câmara Municipal de Loures assinaram no dia 21 de Junho um protocolo de colaboração. A cerimónia realizou-se no Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte com a presença dos presidentes das duas instituições, Ilda Figueiredo e Bernardino Soares.

Inserida no protocolo está a realização, em Loures, no próximo dia 20 de Outubro, de um Encontro pela Paz, promovido por uma ampla plataforma de organizações sociais, sindicais, religiosas e autarquias. Em seguida foi inaugurada a exposição pela proibição das armas nucleares, resultante de uma parceria entre o CPPC e o município, que percorrerá escolas, instituições e espaços públicos do concelho.

Exposição fotográfica "Refugiados", de Frank Kopperschlager

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O CPPC, com o apoio da Associação Re-Criativa República 14 e da Taberna do Armazém do Carmo, promove a exposição fotográfica "Refugiados", de Frank Kopperschlager, que estará patente entre 20 de Junho e 4 de Julho no espaço da associação, em Olhão. A inauguração é às 19 horas do próximo dia 20.

A exposição é composta por 16 fotografias, das ruas de Berlim, onde estavam centenas de refugiados chegados àquele país, abandonados à sua sorte, sem qualquer tipo de apoio do governo. A população alemã começou a apoiar estes refugiados, levando-lhes, tendas, resguardos, roupa, comida, medicamentos, e outros bens de primeira necessidade.

Depois formou-se um movimento de vários grupos de intelectuais e associações recreativas, que procuraram através das artes dar algum "alento" a estas pessoas, enquanto ONGs criavam algumas condições para fornecer alimentação a todos os que lá se encontravam.
Num terceiro momento a população começou a fazer manifestações, bloqueios, concentrações, exigindo das entidades oficiais uma resposta digna para todos aqueles refugiados.
Estas fotografias retratam alguns desses momentos vividos em Berlim.