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    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

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  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

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  • Falecimento de Vítor Silva 08-08-2018

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CMP

  • Declaração do CMP sobre a situação no Mar do Sul da China

    logo cmp 1 20131202 1279315088O Conselho Mundial da Paz (CMP) manifesta sérias preocupações sobre a situação na região do Mar do Sul da China (Mar do Leste) em relação à disputa sobre as águas na área entre a República Socialista do Vietname e a República Popular da China, dois países amigos há décadas.

    O CMP apoia os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS) de 1982 e exorta todas as partes envolvidas para que se abstenham de acções unilaterais que minam este princípio. Ao mesmo tempo apelamos para acções de desescalada do conflito, a retirada do exército e da

  • Declaração do Conselho Mundial da Paz

    O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressa a sua condenação da decisão das autoridades turcas em ordenar a suspensão da atividade de centenas de organizações e movimentos sociais por um período de 3 meses sob o pretexto de ligações com “atos terroristas”. Entre as organizações suspensas está a Associação de Paz da Turquia (Bariş Derneği), que é um membro histórico do CMP e do seu Comité Executivo.

    Denunciamos o encerramento dos escritórios da Associação de Paz da Turquia (APT) em Istambul pelas forças policiais e expressamos a séria preocupação sobre os reais motivos e objetivos por detrás desta ação autoritária e anti-democrática.

    O CMP expressa a sua solidariedade com o povo da Turquia, com as forças amantes da Paz e com os nossos amigos da Associação de Paz da Turquia (Bariş Derneği) com quem partilhamos a luta pela paz na região. Exigimos o levantamento da suspensão de atividade da APT e das outras organizações.

    12 de Novembro de 2016

    O Secretariado do CMP

  • Declaração do Conselho Mundial da Paz

    Declaração do Conselho Mundial da Paz acerca da recente resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a RPD da Coreia

    O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressão a sua séria preocupação com a recente resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de 5 de Agosto (2371/2017) de impor sanções contra a República Popular Democrática (RPD) da Coreia e o seu povo.

    O CMP reafirma a sua firme solidariedade com o povo coreano e o seu direito a decidir sem ingerências o seu futuro, ao mesmo tempo que rejeitamos e denunciamos as ameaças efectuadas pela Administração norte-americana e seus aliados na região contra a soberania da RPD da Coreia. Condenamos os exercícios militares dos EUA, Coreia do Sul e Japão na região e também a presença de 28 000 militares norte-americanos no Sul da Península Coreana. A instalação do sistema anti-míssil (THAAD) dos EUA na Coreia do Sul constitui mais um passo na estratégia de escalada das ameaças, pretendendo permitir aos EUA a hipótese de um primeiro ataque impedindo uma retaliação.

  • Defender princípios fundadores da Carta das Nações Unidas!

    defender principios fundadores da carta das nacoes unidas 1 20200824 1380874144
    Defender os direitos e a soberania dos povos!
    Defender a Paz!
    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, comprometidas com a sua luta de sempre em defesa da paz e da amizade entre os povos, preocupadas com a acção agressiva do imperialismo, particularmente do imperialismo norte-americano, e suas repercussões na atual situação mundial, recordam e sublinham a importância da defesa de princípios do direito internacional, essenciais à prossecução da paz, e de assinalar importantes efemérides com eles relacionadas.
    Defender princípios como a igualdade soberana de todos os Estados e a autodeterminação dos povos; a resolução dos conflitos internacionais por meios pacíficos; o desenvolvimento de relações de amizade e a cooperação internacional, no sentido da resolução dos problemas internacionais de carácter económico, social, cultural ou humanitário, a promoção do desarmamento geral e controlado, nomeadamente de armas nucleares, ou o fim dos blocos político-militares, é ainda mais importante, no momento complexo, exigente e imprevisível com que os povos se confrontam, nomeadamente a crise pandémica.
  • Divulgamos declaração da Presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o paramilitarismo na Colômbia

    "Rejeitamos a persistência do paramilitarismo na Colômbia e exigimos justiça

    Com consternação e revolta, denunciamos nos termos mais firmes os assassinatos de ao menos seis ex-combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército Popular (FARC-EP), relatados em 20 de outubro por René Hertz, porta-voz da Zona Veredal Padronização transitória de La Paloma.

    Os ex-combatentes foram encontrados amarrados e mortos no município de Charco. Seu assassinato soma às constantes denúncias de ex-combatentes e membros do novo partido político FARC (Força Alternativa Revolucionária do Comum) sobre a continuidade da violência. A transição para a luta pela justiça social e a transformação na legalidade demonstrara o compromisso com a paz e a construção de uma sociedade melhor para todos.

  • Entrevista com Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz

     

    Divulgamos entrevista com Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz que participou, no Panamá, da Cimeira dos Povos e na Cimeira das Américas.

    "Cúpula das Américas fortalece luta por soberania dos países da região

    A Cúpula das Américas, realizada entre os dias 9 e 11 de abril, no Panamá, entrou para a história como o primeiro fórum dos últimos 50 anos a contar com todos os países do continente, incluindo Cuba.

    A ilha desenvolve negociações para uma aproximação diplomática com os EUA e esteve no centro das discussões durante o encontro e também ao longo da Cúpula dos Povos, reunião que ocorreu paralelamente, na capital panamenha.

    A presidenta do Conselho Mundial da Paz e do Centro Brasileiros de Solidariedade aos Povos e e Luta pela Paz (Cebrapaz), Socorro Gomes, esteve nas duas cúpulas e conta como foi a interação cubana com as outras nações.

    Segundo ela, outros temas importantes como as sanções contra a Venezuela, o problema de ingerências estrangeiras em assuntos internos e o apoio à luta contra o colonialismo, no caso de Porto Rico, também tiveram muito destaque.

  • Europeus buscam fortalecer ações anti-imperialistas e pela paz

     

    O Conselho Mundial da Paz (CMP) reuniu-se em Belgrado, Sérvia, nesta sexta-feira (21), para discutir o atual contexto europeu, o fortalecimento da luta pela paz e contra o imperialismo, além do aprofundamento da cooperação no continente.

    Já neste sábado (22) e domingo (23), tem lugar o Fórum Belgrado “Pelo Mundo de Iguais”, marcando os 15 anos desde a agressão da Organização para o Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra a antiga Iugoslávia.

  • Falecimento de Orlando Fundora Lopez

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), ao ter conhecimento do falecimento de Orlando Fundora Lopez, Presidente de Honra do Conselho Mundial da Paz (CMP), ocorrido na noite da passada segunda-feira, recorda o revolucionário cubano, incansável lutador pela Paz, sempre empenhado na luta anti-imperialista.

    Orlando Fundora foi eleito presidente do Movimento Cubano para a Paz e Soberania dos Povos em 1985 e Presidente do CMP em 2004, tendo posteriormente sido eleito Presidente de Honra do CMP em 2008.

    O CPPC manifesta a sua solidariedade para com a sua família e com o Movimento Cubano para a Paz e Soberania dos Povos e reconhece na vida de Fundora um exemplo para todos os lutadores pela Paz.

  • Fim imediato ao massacre do povo Palestino!

    O Conselho Mundial da Paz (CMP), expressa o seu repúdio ao bombardeamento do território palestino da Faixa de Gaza, pelas forças de ocupação israelitas, que já provocou mais de cem mortos e centenas de feridos, na sua maioria civis, incluindo crianças.

    Condenamos o brutal ataque da força aéria israelita contra o povo palestino, que visa o castigo colectivo de um povo que luta pelo seu direito inalienável a um estado independente, e que tem por objectivo claro obstruir quaisquer negociações e soluções pacíficas, para uma ocupação que dura à décadas.

    Denunciamos, ainda, o recente incremento de todas as formas de intimidação e das detenções, no territórios da Cisjordânia e em Jerusalém Leste de cidadãos palestinos.

    A política agressiva do regime de ocupação israelita, o prosseguir da construção de colonatos Cisjordânia e em Jerusalém, a demolição de casas, o continuar da construção do “muro de separação” na Cisjordânia estão a receber todo o apoio dos EUA e da UE, que equiparam a vítima ao agressor, numa criminosa cumplicidade com o lento genocídio do povo palestino.

    Apoiamos o direito do povo palestino a resistir à ocupação do seu território e exigimos o fim de todas as formas de ataque por parte das forças israelitas.

    A Paz e a estabilidade na região apenas podem ser alcançadas pelo estabelecimento e reconhecimento de um Estado Palestino, independente, nas fronteiras de 1967 com capital em Jerusalém Este.

    O CMP condena todos os esforços para dividir o povo e territórios palestinos e exige a libertação de todos os presos políticos palestinos das prisões israelitas, como também o direito de regresso dos refugiados palestinos às suas terras de acordo com a resolução 194 da ONU.

    Apelamos a todos os membros e amigos do CMP, para que desenvolvam iniciativas de protesto con¨tra a agressão israelita e para que expressem solidariedade com o povo palestino e as forças amantes da paz em Israel.

    O massacre do povo palestino tem de acabar agora!

    O Secretariado do CMP

    11 de Julho de 2014

  • Mensagem da Presidente do Conselho Mundial da Paz enviada no quadro do assinalar dos 40 anos da formalização legal do CPPC

    Divulgamos mensagem da Presidente do Conselho Mundial da Paz enviada no quadro do assinalar dos 40 anos da formalização legal do CPPC.

    "Estimados companheiros e amigos do Conselho Português para a Paz e Cooperação,
    Estimada amiga Ilda Figueiredo, presidenta da Direção Nacional do CPPC,

    É com alegria que os saudamos e os acompanhamos na comemoração dos 40 anos desde a formalização legal do CPPC. Este é um momento de reafirmação das nossas lutas conjuntas, construídas sobre larga história de determinação, em que os nossos amigos portugueses têm uma bela e inspiradora trajetória.

    Mesmo em resistência contra a ditadura e o fascismo em Portugal, o CPPC construiu um movimento sólido de luta pela paz e a justiça, por um mundo livre e de solidariedade entre os povos
    , em conjunto com as forças democráticas que continuam nos inspirando. O CPPC trabalha também com empenho na consolidação do nosso movimento internacional de luta anti-imperialista, o Conselho Mundial da Paz (CMP), exercendo papel extremamente importante no seu fortalecimento.

  • Mensagem do Conselho Mundial da Paz pelo falecimento de Silas Cerqueira

    "É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do companheiro Silas Cerqueira, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação. E um dos seus líderes históricos.

    Silas Cerqueira dedicou toda a sua vida à luta por um mundo de paz e justiça social, um verdadeiro patriota e um internacionalista genuíno. Foi figura destacada no movimento de solidariedade com os povos de África e do Médio Oriente. O camarada Silas Cerqueira homem modesto, mas comprometido com a justa causa dos povos, preso devido aos seus ideais e aos seus valores, manteve-se fiel a eles. O Conselho Mundial da Paz “perde” um dos seus filhos brilhantes, vários líderes do CMP recordam a participação de Silas Cerqueira em reuniões e congressos. Enquanto membro fundador do CMP, Silas Cerqueira contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento do CMP na Europa e no mundo.

    Silas Cerqueira será recordado pela gerações vindouras de lutadores da paz em Portugal e no mundo que continuaram a sua luta até à vitória final!

    Em nome do CMP, transmitimos as nossas condolências à sua família e ao CPPC.

    Thanassis Pafilis

    Secretário Geral do CMP"

  • Movimentos anti-imperialistas mundiais debatem luta pela paz

     

    Neste fim de semana, organizações de luta pela paz de diversos países participaram na conferência do Fórum de Belgrado por um Mundo de Iguais, na Sérvia, na ocasião dos 15 anos desde a agressão da Otan contra a antiga Iugoslávia.

    A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, discursou sobre a importância do evento na promoção da luta dos povos contra o imperialismo e na construção de um mundo justo, livre da dominação.

  • Movimentos pela Paz marcam 75 anos da ocupação nazista de Praga

     

    Marcando os 75 anos desde o início da 2ª Guerra Mundial, o Conselho Mundial da Paz (CMP) e organizações amigas reuniram-se em Praga, República Tcheca, neste sábado (15) e domingo (16), lembrando a data da ocupação nazista do país.

    Socorro Gomes, presidenta do CMP, reafirmou a necessidade de união entre os movimentos de paz mundiais na luta anti-imperialista e no esforço para fortalecer as lições da história contra a repetição da guerra.

  • NATO: a mais séria e significativa ameaça à segurança e à Paz no Mundo

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    A presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação interveio na Conferência Internacional "Paz Global vs. Intervencionismo e Imperialismo Global", organizada pelo Fórum de Belgrado por um Mundo de Iguais, nos dias 22 e 23 de Março na capital Sérvia. Na sua intervenção o CPPC denunciou o papel da NATO enquanto principal ameaça à paz e aos povos do mundo.

    A conferência assinalou os 15 anos do início da agressão da NATO contra a antiga Jugoslávia, 78 dias de bombardeamentos que causaram milhares de mortos, em grande parte civis, com a utilização de bombaas de fragmentação e armas de urânio empobrecido cujas consequências permacem atualmente.

  • Nos 65 anos do Conselho Mundial da Paz

     

    Há 65 anos, mais precisamente em 1949-50, surgiu uma estrutura mundial empenhado na defesa da Paz, da solidariedade e da cooperação entre os povos: o Conselho Mundial da Paz. Emanando de organizações de resistência ao nazi-fascismo, partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais e da acção concertada de personalidades de várias nacionalidades e profissões, convicções políticas e crenças religiosas, o movimento mundial da Paz teve expressão em dezenas de países de todos os continentes. Pela primeira vez na história foi possível erguer uma vasta frente de luta pela Paz, o desarmamento e a soberania, contra a guerra, o fascismo, o colonialismo e qualquer outra forma de opressão dos povos.

  • Nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz

    Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

    "Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

    O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

    Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.

  • Organizações do Conselho Mundial da Paz emitem declaração após reunião da região América

    Preocupadas com a atual conjuntura internacional e regional, com o avanço do imperialismo dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e com a militarização disseminada, organizações do continente americano do Conselho Mundial da Paz (CMP), após a reunião da região América que decorreu em Toronto no Canadá, em julho emitiram uma declaração (veja abaixo). Os membros do CMP comprometeram-se com o fortalecimento da mobilização em seus países, regiões e no mundo no quadro da preparação e mobilização para a Assembleia Mundial da Paz do CMP, que decorrerá em Novembro no Brasil, e pelo aprofundamento da solidariedade entre os povos na luta internacionalista pela paz.

  • Organizações europeias da Paz reuniram em Basel

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    Nos dias 21 e 22 de Setembro, uma delegação do CPPC coordenou, em Basileia, Suíça, uma importante reunião de organizações membro do CMP que teve a participação de 10 organizações de paz da Europa (Portugal, Espanha, França, Suiça, Alemanha, Dinamarca, Grécia, Chipre, Turquia e Itália), do secretário executivo do CMP, e do secretário geral do COSI - Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz, da Venezuela. Foram aprovados documentos e um plano de trabalho para o futuro, estando a ser elaborado um relatório para apresentar na próxima reunião do Comité Executivo do CMP que se vai realizar em 23 e 24 de Novembro,em Laos.

    Esta reunião na Suíça coincidiu com o Dia Internacional da Paz e com o 70º aniversário da organização anfitriã, o Movimento da Paz da Suíça, em cujas comemorações o CPPC também participou.

  • Paz Sim! NATO Não! Contra a cimeira da NATO em Varsóvia em 2016

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior e mais perigosa organização militar no mundo. Instrumento das políticas económica e externa norte-americana, tem na União Europeia o seu pilar europeu.

    O seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias estratégicas», a partir da última década do século passado, reforçaram a presença militar dos EUA e da NATO na Europa e projectaram a acção deste bloco político-militar a, praticamente, todos os continentes e regiões do mundo.

    A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO têm espalhados na Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e todo o planeta a sua área de intervenção.

  • Pela consolidação de uma paz soberana e fraterna na Península da Coreia

    É com grande satisfação e esperança que as forças anti-imperialistas e da paz saúdam o mais recente evento da reaproximação entre os líderes coreanos, o Encontro de Alto Nível Coreano na Casa da Paz, em Panmunjom, em 27 de abril, que resultou em um consistente e auspicioso compromisso.

    "Não haverá mais guerra na Península Coreana e assim se inicia uma nova era de paz", afirma a declaração bilateral do encontro. Fica evidente que o desejo do povo coreano é a paz, a prosperidade partilhada e a unificação.