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Cuba

  • No passado dia 17 o CPPC recebeu uma delegação do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP). Na reunião entre os representantes cubanos e a Direcção do CPPC, em que foram trocadas informações sobre a situação dos dois países, e abordada a solidariedade com Cuba por parte do povo português, e dos povos de todo o mundo, foi dada informação sobre a realização do III Encontro de Solidariedade com Cuba, “Cuba Solidariedade 2014” a realizar em Outubro do próximo ano em Havana.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação congratula-se com mais uma importante vitória de Cuba na Assembleia–Geral da ONU na luta contra o bloqueio económico que o governo dos EUA continua a impor aos cubanos e ao Mundo, dado o seu carácter extra-territorial. Foi no passado dia 28 de Outubro que, mais uma vez, com 188 votos a favor, e pela vigésima terceira vez consecutiva, a Assembleia-Geral das Nações Unidas solicitou aos Estados Unidos da América que ponha fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro contra Cuba.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a libertação dos três patriotas cubanos que ainda se encontravam injustamente presos nas cadeias dos EUA.

    Ao longo dos anos, conjuntamente com o povo cubano e as famílias dos cinco patriotas cubanos, com muitas organizações e movimentos pela paz e a solidariedade, personalidades do meio académico, científico e cultural, o CPPC interveio em favor da sua libertação.

    Depois da saída da prisão de Fernando González e René González, Antonio Guerrero Rodríguez, Gerardo Hernández Nordelo e Ramón Labañino Salazar foram finalmente libertos.

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  • Por ocasião da visita do presidente dos EUA a Cuba, de 20 a 22 de Março, as organizações abaixo indicadas decidem:

    - Manifestar a sua solidariedade com Cuba e o seu heroico povo que há mais de 50 anos resistem ao inadmissível bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, que se mantém, incluindo com o seu alcance extra-territorial, exigindo o seu fim imediato.
    - Expressar o seu apoio à luta de Cuba pelo fim da base naval dos EUA instalada em Guantánamo, que aí está instalada contra a vontade do povo cubano há mais de 100 anos, e reafirmar a exigência de que seja respeitada a jurisdição de Cuba sobre este território, devolvendo-o a Cuba.
    - Reafirmar a exigência que a vontade soberana do povo cubano e a soberania e independência de Cuba sejam respeitadas e cessem todas as pressões e formas de ingerência dos Estados Unidos contra Cuba, pondo fim à política de “mudança de regime”.
    - Saudar a solidariedade de Cuba com povos e países ameaçados pelas ingerências e agressões imperialistas, como a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que defende a sua soberania face à desestabilização dos EUA.
    - Saudar, uma vez mais, o papel persistente de Cuba na defesa da Paz, de que é exemplo recente o seu empenho na Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de Paz efectuada pelos países da CELAC reunidos em Havana, Cuba, a 28 e 29 de Janeiro de 2014, que inclui o respeito absoluto da independência e soberania, do direito inalienável de qualquer Estado a decidir do seu sistema político, económico, social e cultural sem quaisquer ingerências; à igualdade e à reciprocidade.
    - Saudar a resistência, coragem e coerência de Cuba e do seu povo em defesa da sua causa patriótica e internacionalista, da sua Revolução, elemento de esperança para a luta dos povos pela liberdade, pelos direitos humanos, pela soberania, pela justiça e o progresso social, pela Paz.

    Acção Internacional pela Libertação – Bélgica
    Aliança pela Paz e Neutralidade - Irlanda
    Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa
    Associação de Paz da Turquia
    Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz
    Comité de Paz da Finlândia
    Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz
    Conselho da Paz Alemão
    Conselho de Paz do Chipre
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pela Paz – França

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) condena com veemência as recentes decisões do presidente dos EUA de agravar o bloqueio a Cuba, nomeadamente revertendo algumas das medidas, ainda que insuficientes, assumidas pela anterior administração norte-americana. A partir de agora, volta a ser mais difícil aos cidadãos dos EUA viajarem para Cuba e há novas restrições às relações comerciais com a ilha.

    Reafirmando a sua solidariedade de sempre com Cuba e o seu povo, o CPPC insiste que só o respeito pela soberania dos estados e a convivência pacífica entre países servem a estabilidade e o progresso social. E recorda que o bloqueio norte-americano a Cuba – que já dura há mais de meio século – é ilegal e repudiado por praticamente todos os países do mundo, como o demonstram as sucessivas votações realizadas na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Para além da exigência do fim do bloqueio económico, financeiro e comercial, o CPPC reafirma também a solidariedade ao Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e ao povo de Cuba na exigência de devolução do território ocupado pela base militar norte-americana em Guantánamo e no respeito pela sua decisão soberana de escolher o seu caminho, saudando a sua luta de décadas pela soberania, pelo progresso social e pela paz.
  • solidariedade com cuba 1 20190212 1417605847

    Foi muito participada a sessão de Solidariedade com Cuba, com a presença da Embaixadora da República de Cuba em Portugal, Mercedes Martínez Valdés, ontem realizada no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto.

    Na mesa, acompanharam a Embaixadora de Cuba, Ilda Figueiredo em representação do CPPC, Henrique Borges em representação da FENPROF, Sérgio Vinagre, em representação da Associação Porto com Cuba, e Augusto Fidalgo, em representação da Associação de Amizade Portugal- Cuba.

    O 60º aniversário da revolução cubana, a luta corajosa e heróica do povo cubano que transformaram Cuba num exemplo para a América Latina e para o mundo, a sua solidariedade com os povos, de que foram dados exemplos, designadamente dos médicos cubanos em diversos países do mundo nos locais para onde os outros não querem ir. Apesar das dificuldades que continuam a enfrentar, designadamente o bloqueio económico dos EUA, que quase ninguém apoia na Assembleia Geral da ONU, Cuba resiste e é um farol para o mundo. Foram igualmente feitas referências à revolução bolivariana, às ingerências e ao bloqueio norte americano, ou ao Brasil que está a regredir com Bolsonaro.

    As muitas dezenas de pessoas que participaram na iniciativa proclamaram a sua confiança na revolução cubana declarando que Cuba vencerá.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade aos povos das Caraíbas e à população do Sul dos EUA, dramática e profundamente afectados pela passagem dos furacões Irma e Harvey.

    Estes violentos fenómenos atmosféricos extremos provocaram a perda de vidas humanas, a destruição de importantes infra-estruturas económicas e sociais, e uma imensa devastação, embora com grau diferenciado, na Antígua, Bahamas, Barbuda, Cuba, Haiti e República Dominicana, Nevis, Saint Kitts e Santa Lucia e ainda no Sul dos Estados Unidos.

  • solidariedade com cuba fim ao bloqueio 1 20181125 1414823857

    Com 189 votos a favor, nenhuma abstenção, e os votos contra dos Estados Unidos da América (EUA) e de Israel, a Assembleia Geral da ONU aprovou no passado dia 1 de novembro uma nova Resolução contra o bloqueio norte-americano a Cuba.
    Procurando alterar o teor da Resolução em debate e contaminar uma discussão que antevia desfavorável, a representação norte-americana, além de assediar as delegações de outros países para levá-las a alterar o seu sentido de voto, apresentou oito emendas ao texto proposto. Tais tentativas saíram porém frustradas pois todas as emendas foram esmagadoramente rejeitadas, tendo votado a favor das mesmas apenas EUA, Israel e Ucrânia.

  • solidariedade com cuba viva o 60 aniversario da revolucao cubana 1 20190103 1580401517

    A 1 de Janeiro de 1959, o Exército Rebelde, apoiado na grande massa do povo cubano entrava em Havana pondo fim à tirania corrupta de Fulgêncio Baptista e seus sequazes, governantes de Cuba por procuração de interesses dos Estados Unidos da América. Ficavam para trás seis anos de luta revolucionária durante a qual um colectivo de homens e mulheres constituído por Camilo Cienfuegos, Celia Sánchez, Che Guevara, Fidel Castro, Frank País, Haydée Santamaría, José Echeverría, Juan Almeida, Melba Hernández, Raúl Castro, Vilma Espín e muitos outros, ousou e soube materializar as seculares aspirações do povo cubano à autodeterminação, independência e justiça.

  • Divulgamos informação sobre concurso de cartazes pela Paz recebida do Movimento Cubano pela Paz e a Soberanía dos Povos promovido por esta organização e pela Associação Cubana de Comunicadores Sociais.

    Este concurso é promovido no quadro do IV Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras, que se realizará na cidade de Guantanamo, Cuba entre os dias 22 e 25 deNovembro de 2015.

     

     

  • os cinco 1 20140228 1517325565Foi libertado mais um dos cinco cubanos, que desde 1998 se encontram injustamente encarcerados nos EUA, cujo único acto foi tentar impedir que o seu país e os seus compatriotas fossem vítimas de acções terroristas perpetradas por organizações sediadas nos EUA, mais concretamente em Miami.

     

    Fernando González Llort, foi libertado, após cumprir a dura pena a que havia sido injustamente condenado pelos EUA - sem comprovação de culpabilidade, sem terem sido respeitados os seus direitos e através de processos irregulares - e chegou hoje a Cuba, tornando-se assim o segundo de “Os Cinco” a sair em liberdade, após René González.

     

    Durante estes 15 anos, os “Cinco” foram e têm sido vítimas de graves violações dos mais básicos direitos humanos, do desrespeito de convenções internacionais e da própria lei norte-americana, tendo nomeadamente sido colocados no “segredo” e impedidos de receber visitas de familiares.

     

    O CPPC saúda e expressa a sua solidariedade com Fernando González e a sua luta que é também a luta do povo cubano, e lembra os restantes três cubanos que permanecem ainda encarcerados nos EUA, exigindo o respeito pelos seus direitos e a libertação, sem condicionamentos, de Antonio Guerrero, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e o seu imediato regresso a Cuba, pondo fim, desta forma, a uma injusta e inaceitável situação que se prolonga há 15 anos.