Outras Notícias

Palestina

  • Fim à opressão contra o povo palestino! Fim à impunidade de Israel!

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    O CPPC condena a contínua violência de Israel contra a população palestina, nomeadamente na Faixa de Gaza, onde as suas forças armadas bombardearam mais de uma centena de locais e voltaram a disparar contra manifestantes da Grande Marcha do Retorno – que se realiza há já 20 semanas consecutivas –, assassinando e ferindo centenas de palestinos em protesto pelo brutal e contínuo desrespeito dos seus direitos, incluindo através da imposição de um cruel bloqueio, por parte das autoridades israelitas.

    O CPPC não pode deixar de sublinhar que o comportamento criminoso de Israel, no completo desrespeito pelo direito internacional e os mais básicos direitos humanos, é perpetrado com o apoio dos EUA e a cumplicidade da UE.

  • Fim ao massacre do povo palestino por Israel!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena da forma mais veemente o hediondo massacre perpetrado ontem pelo exército israelita contra a manifestação pacífica da população palestina na Faixa de Gaza pelo fim da ilegal ocupação israelita de territórios palestinos e pelo direito de retorno dos refugiados.

    Aos já cerca de 60 mortos – o número de vítimas mortais não cessa de aumentar – e mais de 2700 feridos palestinos no massacre de ontem, somam-se os 58 mortos e os milhares de palestinos feridos pelo exército israelita nas manifestações da 'Grande Marcha do Retorno' realizadas desde o passado dia 30 de Março em Gaza – população que foi vítima de brutais agressões israelitas e que vive sob um cruel cerco imposto por Israel desde há 11 anos.

  • Fim aos colonatos isralelitas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena o incremento da colonização dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, que tem o seu mais recente e revelador episódio na aprovação pelo governo israelita de um plano para construir mais 4000 colonatos nas colinas da Jerusalém ocupada.

    Para além do plano que agora foi aprovado, a expressão pública, por parte de deputados israelitas e membros da maioria governamental que é responsável pela política sionista de Israel, da intenção de promover a expulsão da população árabe de Jerusalém é também ela sintomática de uma mentalidade colonialista.

    A expansão dos colonatos, que não tem cessado de se incrementar, inscreve-se na tentativa de impor a ocupação como facto consumado.

    A construção de colonatos é ilegal à luz do direito internacional e viola abertamente sucessivas resoluções das Nações Unidas.

    O CPPC condena mais esta medida do Estado de Israel e lembra as responsabilidades dos EUA e da União Europeia que apoiam e são coniventes com a sua criminosa política sionista e colonialista contra o povo palestiniano.

    É através da unidade e da luta do povo palestiniano e das suas organizações representativas, da luta do movimento pela paz e das forças progressistas em Israel, com o apoio da solidariedade internacional, que se pode vencer a violência e a prepotência das autoridades israelitas, abrindo caminho à concretização do direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina, livre e independente, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerúsalem Leste, e ao respeito do direito de regresso dos refugiados palestinianos – como impõe o espirito e a letra da Carta das Nações Unidas e exigem inúmeras resoluções da ONU.

  • Fim da ocupação! Liberdade! Palestina Vencerá!


    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

  • Fim imediato ao massacre do povo Palestino!

    O Conselho Mundial da Paz (CMP), expressa o seu repúdio ao bombardeamento do território palestino da Faixa de Gaza, pelas forças de ocupação israelitas, que já provocou mais de cem mortos e centenas de feridos, na sua maioria civis, incluindo crianças.

    Condenamos o brutal ataque da força aéria israelita contra o povo palestino, que visa o castigo colectivo de um povo que luta pelo seu direito inalienável a um estado independente, e que tem por objectivo claro obstruir quaisquer negociações e soluções pacíficas, para uma ocupação que dura à décadas.

    Denunciamos, ainda, o recente incremento de todas as formas de intimidação e das detenções, no territórios da Cisjordânia e em Jerusalém Leste de cidadãos palestinos.

    A política agressiva do regime de ocupação israelita, o prosseguir da construção de colonatos Cisjordânia e em Jerusalém, a demolição de casas, o continuar da construção do “muro de separação” na Cisjordânia estão a receber todo o apoio dos EUA e da UE, que equiparam a vítima ao agressor, numa criminosa cumplicidade com o lento genocídio do povo palestino.

    Apoiamos o direito do povo palestino a resistir à ocupação do seu território e exigimos o fim de todas as formas de ataque por parte das forças israelitas.

    A Paz e a estabilidade na região apenas podem ser alcançadas pelo estabelecimento e reconhecimento de um Estado Palestino, independente, nas fronteiras de 1967 com capital em Jerusalém Este.

    O CMP condena todos os esforços para dividir o povo e territórios palestinos e exige a libertação de todos os presos políticos palestinos das prisões israelitas, como também o direito de regresso dos refugiados palestinos às suas terras de acordo com a resolução 194 da ONU.

    Apelamos a todos os membros e amigos do CMP, para que desenvolvam iniciativas de protesto con¨tra a agressão israelita e para que expressem solidariedade com o povo palestino e as forças amantes da paz em Israel.

    O massacre do povo palestino tem de acabar agora!

    O Secretariado do CMP

    11 de Julho de 2014

  • Há 35 anos... MASSACRES DE SABRA E SHATILA

    Que não se esqueça, para que nunca mais se repitam!

    O Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 35 anos decorridos sobre o massacre de refugiados palestinianos – muitos dos quais crianças, mulheres e idosos – perpetrados de 12 a 18 de Setembro de 1982 pelos falangistas libaneses, com a cumplicidade e apoio de Israel, nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, situados nos arredores de Beirute, no Líbano.

  • Israel procura cimentar a ocupação

    Com 58 votos a favor e 50 contra, o parlamento israelita aprovou no passado dia 17 de novembro um projeto de lei com o fito de “regularizar” retroativamente os colonatos israelitas ilegalmente construídos na margem ocidental do rio Jordão, em território palestino ocupado. O projeto terá ainda de passar por mais votações antes de se tornar lei.

    Com esta iniciativa o parlamento israelita procura fabricar uma pretensa legalidade para cobrir a contumaz usurpação de territórios palestinos por parte de colonos israelitas, processo que tem contado com a tolerância, quando não apoio oficial e instigação, do próprio estado israelita.

    Tal ocupação é ilegal à luz do direito internacional; e até mesmo da lei israelita – embora, neste caso, em termos meramente formais como tem sido notório.

  • Israel procura expulsar mais Palestinianos

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena de forma veemente a lei aprovada esta semana no Parlamento israelita (Knesset) e que atribui ao Ministro do Interior israelita o poder de revogar o direito de residência em Jerusalém a cidadãos palestinianos acusados de “violação de lealdade”, obtenção do estatuto de residência “com base em informações falsas” ou por cometer um crime.

    Imoral, ilegítima e ilegal à luz do Direito internacional, esta medida, que procura impor o “dever de lealdade” a uma potência ocupante – como é Israel –, atinge 420 000 palestinianos portadores do cartão de residência e constitui mais uma tentativa de expulsar a população palestiniana dos territórios ilegalmente ocupados por Israel, substituindo-a por colonos israelitas para aprofundar essa mesma ocupação.

    Uma inaceitável medida que se enquadra na tentativa de anexar a totalidade de Jerusalém ao Estado de Israel de que fazem parte as recentes manobras provocatórias da Administração dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de anunciar a tranferência para esta cidade da embaixada norte-americana, prevista para o próximo dia 14 de Maio.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Liberdade para Ahmad Sa'adat

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    E todos os outros prisioneiros políticos palestinos encarcerados nas prisões israelitas

    Quando se assinalam 17 anos sobre a prisão por Israel do deputado palestino Ahmad Sa’adat, perpetrada a 15 de Janeiro de 2002, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a exigência da sua libertação, assim como da libertação de todos os outros presos políticos palestinos – mais de 5000, muitos dos quais crianças – encarcerados nas prisões israelitas .

    Ahmad Sa’adat, eleito secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) após o assassinato, por Israel, do seu antecessor, Abu Ali Mustafa, foi julgado por Israel pelo seu papel de liderança na legítima resistência palestina à ilegal e brutal ocupação israelita.

  • LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS NAS PRISÕES DE ISRAEL

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    Divulgamos o texto "Liberdade para os presos políticos palestinos nas prisões de Israel" com que organizações portuguesas, solidárias com a causa palestina assinalam este dia 17 de Abril, Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos.

    Liberdade para os presos políticos palestinos nas prisões de Israel

    No dia 17 de Abril, Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos, reclamamos a libertação imediata dos combatentes da liberdade aprisionados nas cadeias israelitas.

  • Liberdade para todas as crianças palestinianas em prisões israelitas

    No momento em que decorre o julgamento, iniciado ontem num tribunal militar israelita, da jovem palestiniana Ahed Tamimi, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda a exigência da libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Neste momento, mais de 300 menores palestinianos encontram-se em prisões israelitas, sendo frequentes as detenções e interrogatórios de menores palestinianos pelas forças de ocupação israelita, onde são submetidos a agressões físicas, privação de sono, prisão solitária e outras formas de tortura, nomeadamente com o intuito de obterem confissões forçadas, o que é uma inadmissível violação de elementares direitos humanos.

    Reafirmando a sua solidariedade para com o povo palestiniano e a sua luta por um Estado da Palestina, viável, livre e independente, no respeito pelas resoluções pertinentes da ONU, o CPPC apela a todos os amantes da paz para que façam ouvir a sua exigência pela libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Mais um barco de solidariedade impedido de chegar a Gaza

    Solidário com o povo palestino e com as activistas que seguiam a bordo do “Barco de Mulheres para Gaza”, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), repudia o novo acto de violência de Israel ao interceptar, no passado 5 de Outubro, e sequestrar mais um barco e a sua tripulação, que se dirigiam à Faixa de Gaza para denunciar o inumano bloqueio de Israel aquele território palestino.

    A tripulação do barco agora aprisionado é constituída exclusivamente por mulheres, de diversas nacionalidades, vindas de Espanha, EUA, Suécia, Malásia, África do Sul, Austrália entre outros países.

    Este barco insere-se no movimento Flotilha da Liberdade iniciado em 2010 ano em que o navio turco Navi Marmara que se dirigia para Gaza foi tomado por forças especiais israelitas, num ataque que provocou a morte de 10 dos activistas a bordo.

    O apelo das tripulantes agora detidas é para que os governos de todo o mundo tomem uma posição contra o bloqueio ilegal de Gaza, inserido no apoio ao povo palestino e ao seu direito a resistir à ocupação, opressão e à injustiça.

    Transmitimos o apelo para que todos os que defendem a causa do povo palestino, expressem a sua veemente condenação à ocupação israelita da Palestina de que o bloqueio da Faixa de Gaza é parte, e que exijam a imediata libertação das activistas agora detidas.

    Liberdade para a Palestina!

  • Movimento pela Paz de Israel - Pela paz, contra a ocupação

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda de forma calorosa o Comité pela Paz e Solidariedade de Israel e os milhares de cidadãos israelitas que participaram na grande manifestação de dia 27, em Telavive, contra a ocupação dos territórios ilegalmente ocupados da Palestina e pela efectiva implementação da solução dos dois Estados, o que significa o reconhecimento e a criação do Estado da Palestina, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967 e com capital em Jerusalém Leste.

  • MPPM condena escalada de violência punitiva de Israel contra a Palestina ocupada

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    O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – manifesta a sua profunda preocupação pela escalada de violência por parte das forças armadas e de civis israelitas contra a população da Palestina ocupada, alegadamente como resposta à morte de três jovens colonos israelitas ocorrida em circunstâncias por esclarecer, numa zona C da Margem Ocidental, sob controlo do exército de ocupação de Israel. Estas acções não são mais que o intensificar de um clima de violência omnipresente no quotidiano dos palestinos.

    O MPPM condena vivamente o assassinato dos três jovens israelitas por agressores não identificados. Como condena todas as mortes de civis inocentes, quaisquer que sejam as nacionalidades das vítimas e dos agressores. Condena, por isso, o bárbaro assassinato de Mohamad Abu Khaderis, no passado dia 2, por elementos das milícias de colonos judaicos de Jerusalém, que o raptaram, torturaram e queimaram. Como condena a agressão e tentativa de rapto, na véspera, de Musa Zaloum, de 8 anos, e o acto criminoso que deixou Sanabel Al-Tous, de 9 anos, às portas da morte. Como condena, ainda, a morte a sangue frio, pelo exército israelita, de Nadim Nwarah, de 17 anos, de Mohmmad Odeh, de 16 anos, Mohammad Dudeen, de 15 anos, e de Yousef Abu Zagha, de 16 anos. O MPPM denuncia, por isso, o silêncio, ou a cumplicidade dúplice dos que lamentam compungidamente a morte dos jovens colonos israelitas, e se mostram insensíveis e assistem em silêncio à brutalidade a que a população palestina é sujeita por parte do aparelho militar de Israel.

    Todos estes actos de violência são fruto de campanhas de ódio aos palestinos, alimentadas pelas forças de ocupação e o governo de Israel e perante o silêncio cúmplice dos seus aliados, a começar pelos Estados Unidos da América. Os incitamentos à violência são constantes. Em Haifa, membros do Likud exigiram a morte de Hanin Zoabi, uma deputada árabe-israelita do Knesset. O antigo ministro da Defesa de Israel, Benjamin Ben-Eliezer, pediu ao governo o assassinato dos líderes do Hamas. Soldados israelitas publicam impunemente selfies com mensagens de “morte aos árabes”.

    À luz do direito internacional, designadamente da Quarta Convenção de Genebra, Israel, enquanto potência ocupante da Palestina, tem a obrigação de garantir a segurança da população ocupada e está impedida de transferir pessoas do seu território para o território ocupado. Ao invés, Israel intensifica, a cada dia que passa, a sua política ilegal de construção de novos colonatos e de expansão dos existentes, incluindo nos seus habitantes grupos que abertamente advogam o racismo e a violência contra os palestinos. Os actos criminosos cometidos por colonos contra os habitantes da Palestina ocupada ficam, sistematicamente, impunes. Como têm ficado impunes a vandalização de lugares sagrados de cristãos e muçulmanos, como tem ficado impune a destruição de património de palestinos.

    De par com estes actos de violência, Israel iniciou operações militares de grande envergadura contra a Faixa de Gaza e a Margem Ocidental.

    Na que é considerada a maior operação militar contra a Margem Ocidental na última década, Israel invadiu campos de refugiados, aldeias e cidades. De acordo com a Autoridade Palestina, quase 600 palestinos foram presos na operação, incluindo 24 deputados do Conselho Legislativo. Pelo menos quinze palestinos, incluindo crianças, foram mortos.

    Também na Faixa de Gaza a população civil tem sido alvo de ataques de mísseis e bombardeamentos de artilharia. Há notícia de civis mortos e feridos em Al-Qarara, Al-Shatei e Khuzaa’ . Estes ataques acarretam, também, a destruição de propriedades e infra-estruturas, afundando ainda mais a debilitada economia da região, vítima de um bloqueio ilegal e desumano, e agudizando as condições dramáticas em que vive a população palestina, encarcerada na sua própria terra.

    É urgente e inadiável que a opinião pública portuguesa se insurja contra este estado de coisas e exija, nomeadamente do Governo de Portugal:

    - O fim imediato da espiral de violência punitiva contra civis, das prisões e detenções em massa, dos ataques e das incursões militares israelitas;

    - A libertação das centenas de presos dos últimos dias, bem como dos milhares de presos políticos palestinos;

    - Uma investigação isenta e levada às últimas consequências dos crimes de guerra cometidos por Israel enquanto potência ocupante da Palestina;

    - O fim da expansão ou construção de novos colonatos, e o desmantelamento de todos os existentes que são, à luz do direito internacional, ilegais e ilegítimos

    - Boicote activo às relações com os colonatos judaicos ilegais e com as entidades que com eles compactuam

    - Apoio humanitário ao povo palestino vítima dos ataques criminosos de civis e militares israelitas

    - Fim do bloqueio ilegal à Faixa de Gaza e retirada das forças de ocupação da Margem Ocidental;

    - O fim da ocupação sionista e a constituição de um Estado Palestino dentro das fronteiras anteriores a 1967, com Jerusalém Leste como capital, e uma solução justa para o problema dos refugiados palestinos, de harmonia com o direito internacional, e desde logo as resoluções pertinentes das Nações Unidas.

    Lisboa, 5 de Julho de 2014

    A Direcção Nacional do MPPM

    MPPM – MOVIMENTO PELOS DIREITOS DO POVO PALESTINO E PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE

    Presidente da Assembleia Geral | Carlos Araújo Sequeira

    Presidente da Direcção Nacional | Maria do Céu Guerra

    Vice-Presidentes | Carlos Almeida, Carlos Carvalho, Frei Bento Domingues

    Secretário para as Relações Internacionais | Silas Cerqueira

    Presidente do Conselho Fiscal | Frederico da Gama Carvalho

    Rua Silva Carvalho, 184 – 1º Dtº | 1250-258 Lisboa | Portugal | Tel. 213 889 076 | NIPC: 508267030

    Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar. | www.mppm-palestina.org | www.facebook.com/MPPM.Movimento.Palestina

    O MPPM é uma Organização Não Governamental acreditada pelo Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino (Deliberação de 17 de Setembro de 2009)

  • Mundo condena provocação dos EUA na Palestina

    A Assembleia-geral das Nações Unidas rejeitou esmagadoramente a provocação dos EUA de reconhecerem Jerusalém como capital de Israel. Numa votação realizada no dia 21, 128 países votaram favoravelmente a resolução condenatória. Nove países votaram contra (entre os quais EUA e Israel, evidentemente), 35 abstiveram-se e 20 estiveram ausentes, evitando a votação.

  • NAKBA: 66 anos de sofrimento e luta do Povo Palestino



    15 de Maio de 1948, data fatídica, para o Povo Palestino e para a Humanidade, quando foi decidida a constituição do Estado de Israel nos territórios da Palestina. A expulsão de centenas de milhares de cidadãos das suas casas, cidades e aldeias, muitas delas destruídas pelas milícias sionistas, fica na História como um dos actos mais bárbaros e violentos cometidos sobre um povo pacífico, que apenas pretendia viver em paz, nas terras que eram suas e tinham sido dos seus antepassados, desde há milhares de anos.

  • NAKBA: 67 anos de opressão israelita sobre o Povo Palestino

    15 de Maio de 1948 fica marcado na História como o início da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino. Um dia depois da Grã-Bretanha ter abandonado o Território da Palestina histórica sem assegurar o cumprimento do mandato, que lhe tinha sido atribuído pela Organização das Nações Unidas, que visava assegurar a aplicação da Resolução nº 181, de 29 de Novembro de 1947, que decidiu a divisão da Palestina em dois Estados - Israel e Palestina - e de Israel ter proclamado, unilateralmente, a independência, teve início a guerra entre os estados árabes, com fronteiras com a Palestina, e o recém-criado Estado de Israel, a qual durou cerca de um ano.

  • Não à agressão israelita!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena a nova onda de bombardeamentos de Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza e a ocupação da cidade de Hebron na Cisjordânia, actos de agressão e de guerra a somar a uma, mais que extensa, lista de ilegalidades e crimes de Israel contra o povo palestino.

    Esta nova onda de violência surge “justificada” pela descoberta dos cadáveres de três israelitas que se encontravam desaparecidos, acusando o Governo de Israel o Hamas de ser o responsável pelo seu rapto e assassínio – Hamas que nega qualquer envolvimento na morte destes jovens.

    O CPPC lamenta a morte destes três jovens. Três vítimas mais de um conflito que se estende à demasiados anos e do qual a esmagadora maioria das vítimas são palestinas, muitas das quais crianças e para o qual apenas a paz poderá ser solução.

    O CPPC não pode deixar de criticar que o Governo de Israel esteja a utilizar estas 3 vitimas para trazer mais violência e morte à região. Que Israel tente, uma vez mais dividir o povo palestino, para enfraquecer a sua luta e impossibilitar uma solução justa para um conflito que resulta, no essencial, das continuadas ocupação e agressões israelitas do território palestino, procurando inviabilizar pela violência e a colonização a criação de um Estado Palestino, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerusalém Leste – é disto exemplo recente o anúncio da construção de novos colonatos nos territórios ilegalmente ocupados.

    Reafirmando a legitimidade da luta do povo palestino o CPPC reclama o direito deste à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e a um Estado independente, soberano e viável – única solução duradoura para a paz na região.

     

  • Não à anexação! Fim aos crimes de Israel!

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    A Praça do Martim Moniz, em Lisboa, acolheu no dia 6 de Julho uma acção de solidariedade com o povo da Palestina, confrontado com a intenção do Estado de Israel de anexar 30% do território da Cisjordânia. Promovida pelo CPPC, o MPPM e a CGTP-IN, a acção contou com a presença de mais de uma centena de pessoas, que cumpriram escrupulosamente as medidas de segurança sanitária impostas pelo surto de COVID-19, nomeadamente o distanciamento físico e o uso de máscaras. A solidariedade, essa, não ficou confinada.
    Os participantes, entre os quais se encontravam membros da comunidade palestina residente em Lisboa, empunharam bandeiras das organizações promotoras e pancartas, onde se lia «Não à anexação! Fim aos crimes de Israel! Solidariedade com a Palestina». Algumas tinham os nomes e idades de jovens assassinados recentemente pela repressão das forças israelitas ocupantes: Zaid Qaisiya, de 17 anos; Mohammad Hamayel, de 15; Lyad Al-Halak, de 32.
  • Não às Provocações de Trump / EUA! dar voz à SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - Lisboa