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Resolução da Assembleia Mundial da Paz pelo estabelecimento de uma Zona Livre de Armas Nucleares (ZLAN) no Médio Oriente

Considerando que o Tratado Internacional de Não Proliferação de armas nucleares (TNP) advoga o fim das armas nucleares pelos estados detentores dessas armas e o desencorajamento de que estados não nucleares as obtenham ou desenvolvam;

Considerando que a Assembleia Geral das Nações Unidas, convocou uma Conferência para Helsínquia, Finlândia, a ter lugar em Dezembro de 2012, com o objectivo de estabelecer uma ZLAN no Médio Oriente (M.O.).

Considerando que outras regiões do mundo, incluindo a América Latina e África, foram já reconhecidas como ZLAN.

Tendo ainda em conta que o aumento da presença militar norte-americana na região tem aumentado as tensões no M.O., ameaçando assim a paz e a segurança de todas as nações da região e do mundo;

Considerando que o estabelecimento de um ZLAN, sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atómica, eliminaria o processamento, refinação, fabrico e posse de todas as armas nucleares no M.O.;

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz, exige a abolição de todas as armas nucleares existentes na região, e o reconhecimento desta como ZLAN, ao mesmo tempo que condenamos os planos de guerra imperialistas para esta região seja utilizando armas nucleares ou convencionais, empregues a partir de terra do mar ou do ar.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal

Resolução da Assembleia Mundial da Paz em solidariedade com o Povo da Palestina

A Assembleia do CMP, ocorrida em Katmandu no Nepal, reafirma a sua solidariedade para com a luta do povo palestino, pela sua justa causa e pelo fim da ocupação do seu território.

Os delegados à Assembleia, condenam a política israelita, apoiada pelos EUA, com a cumplicidade da UE, de continuar a ocupação, de continuar a construção de colonatos e do muro de separação, da demolição de casas palestinas, de invadir os territórios palestinos e deter cidadãos palestinos, de continuar o injusto bloqueio à Faixa de Gaza e de manter centenas de palestinos em prisões israelitas.

O CMP expressa o seu apoio, e exige o fim da ocupação dos territórios palestinos, estabelecendo um estado palestino independente com as fronteiras de 4 de Junho de 1967 e com Jerusalém Este como capital.

Reivindica a solução do problema dos refugiados baseada no respeito pela resolução 194 das Nações Unidas. O CMP exige a imediata libertação dos prisioneiros palestinos das prisões israelitas.

O CMP apoia ainda a admissão da Palestina enquanto membro de pleno direito da ONU.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal

Resolução aprovada na Assembleia Mundial da Paz sobre a situação na Síria

Após considerar os últimos acontecimentos, a Assembleia do CMP reunida em Katmandu, entre 20 e 22 de Julho 2012, reafirma a sua forte solidariedade para com o povo sírio, que enfrenta o duro ataque imperialista que visa alterar o mapa geoestratégico da região, por forma a garantir a sua hegemonia.

Expressamos o nosso apoio às justas e genuínas exigências do povo Sírio de aumento da democracia e por condições económicas e sociais que sirvam os seus interesses no quadro do respeito pela integridade do seu território e da soberania nacional.

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Divulgamos resolução sobre o julgamento de crimes internacionais de 1971 no Bangladeche aprovada na Assembleia Mundial da Paz.

A Assembleia do CMP, reunida em Katmandu, Nepal, expressa o seu apoio ao julgamento dos criminosos da Guerra de Libertação do Bangladeche de 1971. a Assembleia deseja ardentemente ver uma rápida conclusão do julgamento e condenação dos autores de genocídio, assassinatos, fogo posto, violações, pilhagens, conversões religiosas forçadas e outros crimes contra a humanidade, que ocorreram durante a Guerra de Libertação do Bangladeche em 1971. O julgamento dos autores destes crimes decorre neste momento sob o auspício do Tribunal Penal Internacional para o Bangladeche, constituído em consonância com os processos legais e constitucionais.

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