Outras Notícias

Sobre a alegada utilização de armas químicas na Síria

A direcção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua preocupação com a mais recente proliferação de relatos sobre eventuais usos de armas químicas na Síria e manifesta a fraternal solidariedade com o povo sírio que enfrenta uma grave e prolongada situação de agressão.

Usando esse argumento como pretexto, as ameaças contra a Síria voltaram a subir de tom por parte dos mesmos que alimentam este conflito e tentam dividir o povo sírio, o que relembra a campanha internacional de mentiras, que foi desenvolvida contra o Iraque e a sua possível posse e utilização de armas de destruição massiva, para justificar a sua invasão pelos EUA e seus aliados.

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Sobre a grave situação que se vive no Médio Oriente

No norte do país o CPPC em conjunto com outras organizações subscreveu a seguinte posição sobre a grave situação que se vive no Médio Oriente.

Contra uma
nova guerra no
Médio Oriente!
Pela Paz!

Crescem novas ameaças de uma intervenção militar externa no Médio Oriente. Usando como pretexto a situação na Síria, pela qual são dos primeiros responsáveis, ou a suposta intenção de fabrico de armamento nuclear pelo Irão, nunca provada e repetidamente desmentida pelas autoridades deste país, os EUA e a União Europeia (os maiores construtores e fornecedores de armas no mundo), com o apoio dos seus aliados na NATO, como a Turquia, de Israel e de países árabes, promovem a escalada de conflito e de ingerência e agressão à Síria e constantes ameaças de intervenção militar contra o Irão.
Falando de forma hipócrita sobre os direitos humanos, aqueles que espalharam a morte e a destruição e que são responsáveis por sistemáticas e brutais violações destes direitos na Palestina, no Afeganistão, no Iraque ou na Líbia, ameaçam de novo com a guerra - a mais brutal violação dos direitos humanos.
O que está verdadeiramente em causa é a ambição de controlo total das matérias-primas do Médio Oriente pelas grandes potências, sobretudo dos importantes recursos petrolíferos e gás natural, e a destruição de qualquer país que soberanamente se oponha a esta intenção.

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SAUDAÇÃO AO POVO PALESTINO NA OCASIÃO DA VISITA A PORTUGAL DO PRESIDENTE MAHMUD ABBAS

Por ocasião da visita a Portugal do Presidente Mahmud Abbas, a CGTP-IN, o CPPC, o MPPM e o MDM dirigiram por seu intermédio ao povo palestino uma mensagem de saudação em que expressam a solidariedade activa do povo português para com a sua luta pela sua libertação, pela constituição de um Estado Palestino livre e soberano e pela solução justa da questão dos refugiados.


Exmo. Senhor Presidente
da Organização para a Libertação da Palestina,

Excelência,
Por ocasião da sua visita a Portugal, em Dezembro de 2012, queremos dar-lhe as boas vindas, em nome dos sentimentos democráticos e solidários do povo português, e saudar, na sua pessoa, de forma fraterna e calorosa, a luta nobre e heróica do povo palestino pela sua liberdade.
As organizações signatárias, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação, o Movimento Democrático de Mulheres e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, dão corpo, em Portugal, a um vasto movimento de opinião pública, consequente e empenhado, em favor da realização plena dos direitos nacionais inalienáveis do povo palestino.

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Saudação enviada ao Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ)

Queridos Companheiros:
 
Por ocasião da realização do Fórum Social Mundial Palestina Livre, em Porto Alegre, o Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz, e por seu intermédio a magna Assembleia das muitas organizações irmãs, amigas e solidárias nesta causa mundial.
 
O povo português está solidário com a causa do povo palestino e apoia inequivocamente o reconhecimento do estado da Palestina.
 
Em Novembro de 1979, Lisboa acolheu a Conferência Mundial de Solidariedade com a Nação Árabe e a sua Causa Central, a Questão Palestina. Lisboa acolheu o presidente Yasser Arafat e foi então a capital mundial da solidariedade com o povo da Palestina. Agora, é Porto Alegre que acolhe o Fórum Social Mundial Palestina Livre.

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Recordar o massacre de Gaza - Tomada de posição

 

Cerca de 20 organizações subscrevem, até ao momento, esta tomada de posição, que continua aberta à subscrição de mais organizações.
 
Recordar o massacre de Gaza
Por uma Palestina livre e independente!
Por uma paz justa e douradora no Médio Oriente!
 
A 27 de Dezembro de 2008, o Governo de Israel iniciou uma brutal intervenção militar contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, planeada e preparada durante meses. Durante três semanas, até 18 de Janeiro de 2009, os bombardeamentos e a acção das tropas israelitas provocariam mais de 1300 mortos – entre os quais, centenas de crianças – e 5000 feridos palestinianos, assim como a destruição de inúmeras infra-estruturas na Faixa de Gaza.
As tropas israelitas bombardearam e destruíram escolas, hospitais, dezenas de milhar de habitações, instalações da ONU, infra-estruturas básicas, privando deliberada e sistematicamente a população de Gaza – cerca de 1,5 milhões de pessoas –, de energia, de água, de alimentação e de cuidados médicos.
A população palestiniana da Faixa de Gaza vivia, desde Junho de 2007, sob um criminoso bloqueio que, dificultando a entrada de alimentos, água e medicamentos, combustíveis e outros bens de primeira necessidade, assim como o acesso de muitos palestinianos aos seus locais de trabalho, violava os seus mais elementares direitos e a condenava a inaceitáveis condições de vida.
No seu bárbaro ataque, as tropas israelitas utilizaram contra a população palestiniana armas com grande poder de destruição e fósforo branco, o que é proibido por convenções internacionais.
A agressão à população palestiniana na Faixa de Gaza perpetrada por Israel representou uma intencional e sistemática violação dos mais elementares direitos humanos, um autêntico crime contra o povo palestiniano.
Relembrando o massacre perpetrado por Israel contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, quando se assinalam três anos sob a sua passagem, as organizações signatárias expressam a sua solidariedade para com a justa causa e inalienáveis direitos do povo palestiniano e afirmam a sua exigência:
 
- De que este crime não fique impune;
- Do levantamento imediato do desumano bloqueio à população palestiniana da Faixa de Gaza;
- Do reconhecimento da Palestina como membro de pleno direito da ONU, nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém Leste como capital;
- Da interrupção da construção dos colonatos israelitas e do desmantelamento dos existentes;
- Do fim da ocupação israelita dos territórios ilegalmente ocupados da Palestina;
- Do derrube do muro de separação;
- Da libertação das prisões israelitas dos milhares presos políticos palestinianos;
- Do respeito do direito ao regresso dos refugiados.
- Do estabelecimento do Estado da Palestina, nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém Leste como capital;
 
Lisboa, 13 de Dezembro de 2011
 
As Organizações signatárias:
- A Voz do Operário;
- Associação de Cooperação e Solidariedade entre os Povos;
- Associação de Amizade Portugal-Cuba;
- Associação dos Agricultores do Distrito de Lisboa;
- Associação Iniciativa Jovem;
- Associação Projecto Ruído;
- Colectivo Mumia Abu-Jamal;
- Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional;
- Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto;
- Conselho Português para a Paz e Cooperação;
- Ecolojovem - "Os Verdes";
- Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal;
- Federação Nacional dos Professores;
- Interjovem;
- Juventude Comunista Portuguesa;
- Movimento Democrático de Mulheres;
- Os Pioneiros de Portugal;
- Política Operária;
- Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve;
- Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações;
- União de Resistentes Antifascistas Portugueses;
- União dos Sindicatos de Lisboa;