Outras Notícias

Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

Aproximadamente 700.000 presos políticos palestinianos em prisões israelitas desde 1967. Se o número dos  palestinianos que estiveram detidos por razões políticas sob ordem militar sionista desde a ocupação israelita dos territórios da Palestina impressiona, a realidade é bem mais sinistra, pela sistemática violação de tudo o que constituí normas internacionais, traduzidas em convenções, a que tais prisioneiros estiveram e continuam a estar submetidos.

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Pelo reconhecimento do Estado palestiniano como membro das Nações Unidas_01

(mesma noticia de dia 19 de Julho, mas esta data de 22 agosto no facebook, penso que nao vale apena repetir)

Pelo respeito dos legítimos direitos do povo palestiniano
 
Há muitas décadas que a legalidade internacional, expressa nas resoluções das Nações Unidas, reconhece o direito inalienável do povo palestino a viver em liberdade dentro das fronteiras de um estado livre e soberano. Em 1988, a Organização de Libertação da Palestina proclamou a independência de um Estado da Palestina nos territórios ocupados por Israel na guerra de 1967, a Margem Ocidental do rio Jordão, incluindo Jerusalém Oriental, e a Faixa de Gaza, no espírito das resoluções nº 242 e 338 do Conselho de Segurança da ONU.
Dezoito anos decorridos sobre a assinatura dos acordos de Oslo, aquela legítima aspiração continua por cumprir. Dia após dia, o povo palestino enfrenta a violenta ocupação dos seus territórios, a contínua expansão dos colonatos que o direito internacional considera ilegais e ilegítimos, a construção do muro de segregação condenado pelo Tribunal Internacional de Haia, e o bloqueio imposto sobre a Faixa de Gaza. Dezoito anos depois de Oslo, Israel persiste em desafiar o direito e a legalidade internacional.
Assim, e no quadro da iniciativa anunciada pela OLP junto das Nações Unidas, as organizações abaixo designadas apelam ao Governo Português para que, em obediência ao disposto no art. 7º da Constituição da República e aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, apoie em todos os fóruns internacionais e em particular no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral da ONU, o reconhecimento do Estado da Palestina – com fronteiras nos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém Leste – como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas.
Ao mesmo tempo, as organizações signatárias apelam a todos os cidadãos e, em geral, à opinião pública, para que se mobilize e manifeste, de forma comprometida e solidária, em apoio às justas e legítimas aspirações de liberdade do povo palestino.
 
Lisboa, 19 de Julho de 2011
 
 
Organizações
 
Associação de Agricultores do Distrito de Lisboa – A.A.D.L
Associação de Amizade Portugal Cuba – AAPC
Associação de Intervenção Democrática – ID
Associação Iniciativa Jovem
Associação Opus Gay
Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
Associação Portuguesa de Deficientes – APD
Colectivo de Solidariedade com Mumia Abu-Jamal – CMA-J
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional – CGTP-IN
Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos – MURPI
Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes – CNOD
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – CPCCRD
Confederação Portuguesa dos Quadros Técnicos e Científicos – CPQTC
Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC
Ecolojovem - «Os Verdes»
Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal – FESAHT
Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro – FEVICCOM
Interjovem
Juventude Comunista Portuguesa – JCP
Movimento Cívico Vidas Alternativas – Rádio Comunitária
Movimento de Utentes dos Serviços Públicos – MUSP
Movimento Democrático de Mulheres – MDM
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – MPPM
Partido Comunista Português – PCP
Partido Ecologista “Os Verdes” - PEV
Porto com Cuba
Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas – SIESI
Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa – STEFFAs
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica,Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul – SITE/SUL
Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal – CESP
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo e Similares do Sul
Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Curtumes do Sul
Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local – STAL
Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário – SNTSF
Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações – SNTCT
Tribunal Iraque - Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
União de Sindicatos de Lisboa – USL
União dos Resistentes Antifascistas Portugueses – URAP
União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN
União dos Sindicatos de Setúbal / CGTP-IN
União dos Sindicatos do Distrito de Beja/CGTP-IN
União dos Sindicatos do Distrito de Braga
União dos Sindicatos do Porto/CGTP-IN
União Sindical de Torres Vedras
Universidade Popular do Porto – UPP

Pelo reconhecimento do Estado palestiniano como membro das Nações Unidas

Pelo respeito dos legítimos direitos do povo palestiniano
 
Há muitas décadas que a legalidade internacional, expressa nas resoluções das Nações Unidas, reconhece o direito inalienável do povo palestino a viver em liberdade dentro das fronteiras de um estado livre e soberano. Em 1988, a Organização de Libertação da Palestina proclamou a independência de um Estado da Palestina nos territórios ocupados por Israel na guerra de 1967, a Margem Ocidental do rio Jordão, incluindo Jerusalém Oriental, e a Faixa de Gaza, no espírito das resoluções nº 242 e 338 do Conselho de Segurança da ONU.
Dezoito anos decorridos sobre a assinatura dos acordos de Oslo, aquela legítima aspiração continua por cumprir. Dia após dia, o povo palestino enfrenta a violenta ocupação dos seus territórios, a contínua expansão dos colonatos que o direito internacional considera ilegais e ilegítimos, a construção do muro de segregação condenado pelo Tribunal Internacional de Haia, e o bloqueio imposto sobre a Faixa de Gaza. Dezoito anos depois de Oslo, Israel persiste em desafiar o direito e a legalidade internacional.
Assim, e no quadro da iniciativa anunciada pela OLP junto das Nações Unidas, as organizações abaixo designadas apelam ao Governo Português para que, em obediência ao disposto no art. 7º da Constituição da República e aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, apoie em todos os fóruns internacionais e em particular no Conselho de Segurança e na Assembleia Geral da ONU, o reconhecimento do Estado da Palestina – com fronteiras nos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém Leste – como membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas.
Ao mesmo tempo, as organizações signatárias apelam a todos os cidadãos e, em geral, à opinião pública, para que se mobilize e manifeste, de forma comprometida e solidária, em apoio às justas e legítimas aspirações de liberdade do povo palestino.
 
Lisboa, 19 de Julho de 2011
 
 
Organizações
 
Associação de Agricultores do Distrito de Lisboa – A.A.D.L
Associação de Amizade Portugal Cuba – AAPC
Associação de Intervenção Democrática – ID
Associação Iniciativa Jovem
Associação Opus Gay
Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
Associação Portuguesa de Deficientes – APD
Colectivo de Solidariedade com Mumia Abu-Jamal – CMA-J
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional – CGTP-IN
Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos – MURPI
Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes – CNOD
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – CPCCRD
Confederação Portuguesa dos Quadros Técnicos e Científicos – CPQTC
Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC
Ecolojovem - «Os Verdes»
Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal – FESAHT
Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro – FEVICCOM
Interjovem
Juventude Comunista Portuguesa – JCP
Movimento Cívico Vidas Alternativas – Rádio Comunitária
Movimento de Utentes dos Serviços Públicos – MUSP
Movimento Democrático de Mulheres – MDM
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – MPPM
Partido Comunista Português – PCP
Partido Ecologista “Os Verdes” - PEV
Porto com Cuba
Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas – SIESI
Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa – STEFFAs
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica,Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul – SITE/SUL
Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal – CESP
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo e Similares do Sul
Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Curtumes do Sul
Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local – STAL
Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário – SNTSF
Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações – SNTCT
Tribunal Iraque - Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
União de Sindicatos de Lisboa – USL
União dos Resistentes Antifascistas Portugueses – URAP
União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN
União dos Sindicatos de Setúbal / CGTP-IN
União dos Sindicatos do Distrito de Beja/CGTP-IN
União dos Sindicatos do Distrito de Braga
União dos Sindicatos do Porto/CGTP-IN
União Sindical de Torres Vedras
Universidade Popular do Porto – UPP

Pela Paz! Não à Guerra no Médio Oriente

O CPPC divulga a seguinte tomada de posição de um conjunto de 25 personalidades portuguesas.

Pela Paz! Não à Guerra no Médio Oriente

É com grande preocupação que assistimos à agudização da situação em grande número de países do Norte de África e do Médio Oriente. A ameaça iminente de intervenção militar externa na Síria, após persistente alimentação da dissensão interna, bem como a longa preparação de intervenção militar no Irão, são razões da maior inquietação.
As relações internacionais não se devem reger pela ingerência, pela guerra e pela ambição de domínio político e económico – nomeadamente, das reservas de hidrocarbonetos – mas pelo desanuviamento, pela resolução pacífica dos conflitos, na promoção da paz e da cooperação. A guerra constitui a maior violação dos direitos humanos e dos povos. A ingerência, a agressão e a guerra não são solução para os problemas. Pelo contrário, antes os agravam, provocando a morte, o sofrimento e a destruição – recordemos a Jugoslávia, o Iraque, o Afeganistão ou a Líbia. A escalada de guerra no Médio Oriente terá profundas e graves consequências para os povos dessa região, para toda a Humanidade. O que está em causa são o próprio equilíbrio económico e a paz mundiais.
Pela paz, repudiamos a ingerência e as ameaças de agressão militar no Médio Oriente, nomeadamente contra a Síria e o Irão.

17 de Fevereiro de 2012

Primeiros signatários:

Alice Vieira
Alfredo Maia
Augusto Praça
Avelãs Nunes
Baptista Alves
Barata Moura
Deolinda Machado
Graciete Cruz
Graziela Abraços
Ilda Figueiredo
João San Payo
José Goulão
Levy Baptista
Luis Varatojo
Manuel Duran Clemente
Manuel Freire
Manuel Loff
Margarida Tengarrinha
Maria do Céu Guerra
Nuno Santos / Chullage
Paulo de Carvalho
Pedro Abrunhosa
Silas Cerqueira
Siza Vieira
Urbano Tavares Rodrigues