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Há 45 anos, o povo do Vietname venceu a agressão e conquistou a paz

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A libertação de Saigão (como então se chamava a atual Cidade de Ho Chi Mihn) com a entrada das forças da Frente de Libertação do Vietname, a 30 de abril de 1975, marca o fim da longa luta do povo vietnamita pela sua libertação nacional e fim da agressão estrangeira.

Desde a década de 40 do século XX, o povo vietnamita enfrentou a ocupação japonesa, o colonialismo francês e a agressão norte-americana, ou seja, a intervenção de poderosas potências económicas e militares, incluindo a mais poderosa do mundo. A todas venceu!

A tenacidade, abnegação, unidade e patriotismo do povo do Vietname revelaram-se mais fortes do que as mais avançadas armas e os mais bem equipados soldados. A vitória consumada em abril de 1975 mostrou que nenhuma força, por mais poderosa e brutal que seja, pode travar um povo que luta pelo seu direito a ser livre e a escolher soberanamente o seu próprio rumo de desenvolvimento.

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Fim à agressão externa à Síria! - Alargar a solidariedade, defender a soberania e a paz!

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Desde há nove anos que a República Árabe Síria enfrenta uma brutal agressão externa.

Tal como sucedeu na Líbia, pouco antes, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas (que armam, treinam e financiam), impuseram a agressão e a destruição do país, visando derrubar o seu governo e mudar o regime político-constitucional da Síria, controlar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao controlo total da região.

O saldo desta agressão é, a todos os níveis dramático: dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais causados não apenas pela guerra, como pelas violentas sanções e bloqueios impostos pelas potências ocidentais.

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São necessários recursos para combater a pandemia - Não à realização dos exercícios militares da NATO

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A NATO anunciou para este ano a realização na Europa, incluindo em Portugal, de um dos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos, a ter lugar de forma faseada e em diversos países deste bloco político-militar de cariz agressivo.

Devido à pandemia da COVID-19, a NATO decidiu manter a sua realização, reduzindo a dimensão e adiando alguns dos exercícios.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera que a insistência da NATO na realização destes exercícios reveste-se de uma tão maior gravidade, quando em diversos países da Europa a população está a sofrer os efeitos da crise pandémica, seja no plano da saúde, seja no plano económico e social, e se impõe a mobilização de recursos para impedir o seu alastramento e apoiar as pessoas afetadas e os países em maior dificuldade.

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Hoje mais do que nunca, Impõe-se a dissolução da NATO

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A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – cumpre o seu 71 anos a 4 de Abril. Se a sua existência é não só totalmente injustificável à luz da Carta das Nações Unidas como contrária à paz e ao desarmamento, a sua dissolução é hoje mais do que nunca uma necessidade e exigência colocada aos povos do mundo.

O caráter belicista e agressivo da NATO e a urgência da sua dissolução não são de agora, pelo contrário, são há muito evidentes: nas guerras e agressões que promove; nas fabulosas despesas com armamento que assume; na doutrina nuclear que preconiza, em que se arroga no «direito» de utilização de armamento nuclear num primeiro ataque contra outro estado. Contudo, a pandemia da COVID-19 deixa ainda mais à vista que este bloco político-militar coloca a guerra, o intervencionismo, a corrida armamentista, o militarismo acima do direito à saúde, ao bem-estar e à vida dos povos.

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Nos 75 anos da Libertação de Auschwitz pelo Exército Soviético

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Assinala-se hoje, 27 de Janeiro de 2020, o 75.º aniversário da libertação, pelo Exército Soviético, de Auschwitz, campo nazi de concentração e extermínio.

Ao lembrar esta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação homenageia os milhões de vítimas da barbárie nazi-fascista, assassinados, torturados presos pelas suas convicções políticas ou religiosas, pela sua nacionalidade ou origem étnica.

Tal evocação não representa apenas um mero e regular exercício de memória, mas um imperativo nos tempos em que vivemos, marcados pela promoção de valores retrógrados e por manifestações de xenofobia, intolerância e ódio, pelo recrudescimento de forças de extrema-direita e de cariz fascista, pelo ataque a liberdades e a direitos democráticos, pelo desrespeito da soberania nacional e do direito à paz, pela guerra e a agressão contra países e povos.

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