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Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares - 26 de Setembro

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Desde 2013 que o dia 26 de Setembro é, por decisão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

Reputados cientistas alertam que a explosão de apenas um por cento das armas nucleares operacionais hoje existentes no mundo equivaleria a cerca de 4000 vezes a energia libertada pela bomba atómica lançada pelos EUA sobre Hiroxima, em 1945.

Uma explosão nuclear provoca a destruição massiva quer de seres vivos quer de estruturas inertes. Pela conjugação de diferentes efeitos, pode conduzir a morte imediata mas também a sequelas desfasadas no tempo, que afetam a saúde, quer em resultado da exposição direta às radiações quer pelos efeitos da contaminação do meio ambiente resultante da disseminação de poeiras radioativas.

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74 anos de Hiroxima e Nagasáqui. Fim às armas nucleares.

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Quando passam 74 anos dos bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – ocorridos a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento.

A dimensão do crime que constituiu o lançamento das bombas atómicas sobre as cidades de Hiroxima e Nagasáqui fica, desde logo, expressa no número de vítimas e na brutalidade dos seus efeitos: mais de 100 mil mortos no momento das explosões e outros tantos até ao final de 1945, na sequência dos ferimentos; entre os sobreviventes e seus descendentes, disparou a incidência de malformações e doenças oncológicas, devido à radiação – realidade que se sente ainda hoje, mais de 70 anos depois dos acontecimentos.

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Desarmamento nuclear debatido em Matosinhos

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No passado dia 14 de Junho, no salão nobre da Junta de Freguesia da Senhora da Hora, em Matosinhos, abriu a exposição do CPPC sobre desarmamento nuclear, a que se seguiu um momento de poesia e uma palestra com Olga Mendes e a presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo, onde se falou da corrida aos armamentos, dos perigos que se correm, do armamento nuclear e do Tratado de Proibição de Armas Nucleares que é preciso que Portugal assine e ratifique.
A exposição irá continuar em Matosinhos, circulando por vários locais, visando a sensibilização para a campanha pela assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

Pela paz, o desanuviamento e o desarmamento!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia firmemente a decisão da administração norte-americana de retirar os Estados Unidos da América do Tratado sobre Comércio de Armas (ATT na sigla inglesa), o qual visa regular e controlar a venda de armas convencionais. Este Tratado abrange não apenas armamento ligeiro, mas igualmente tanques, carros de combate, artilharia, aviões e helicópteros militares, vasos de guerra, mísseis e lançadores.

Esta decisão dos EUA – que, lembre-se, é o país com maiores despesas militares e o principal exportador de armamento do planeta – representa um sinal negativo, que poderá ter consequências para a paz e a segurança globais.

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