Cinema Pela Paz


É com profunda preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) constata a intensificação da propaganda de guerra com que se tenta legitimar a continuação e, mesmo, o agravamento da agressão contra a República Árabe da Síria e o povo sírio, procurando abrir caminho à aceitação de que esta agressão se passe a realizar, agora, de uma forma abertamente directa.
Após sete anos de uma ininterrupta e brutal agressão por parte de grupos terroristas – criados, armados, financiados e apoiados pelos EUA e outros países da Europa e do Médio Oriente, como o Reino Unido, a França, a Turquia, Israel, a Arábia Saudita, o Qatar ou a Jordânia –, o CPPC chama a atenção para a tentativa daqueles que, face à derrota dos seus grupos terroristas, procuram pretextos, a coberto de mentiras, para impor uma escalada na guerra e, consequentemente, mais morte e sofrimento ao povo sírio, a exemplo do que aconteceu noutros momentos e noutros países, como o Iraque e a Líbia.

Com a presença de duas dezenas de ativistas da paz do núcleo de Beja do CPPC, teve lugar nesta cidade no passado sábado dia 2 de março um jantar debate sobre a luta pelo desarmamento nuclear, e a divulgação da petição “Pela assinatura por parte de Portugal do tratado de proibição de armas nucleares.
Na sua intervenção, Armando Farias, membro da Direcção Nacional do CPPC, sublinhou quanto é importante o envolvimento de todos nesta importante batalha de luta pela paz, falou dos perigos que atual situação mundial comporta, mas que com mobilização e determinação conseguiremos os objetivos porque lutamos.
Durante a sessão foram também divulgados o último boletim noticias da paz e o livro recentemente editado pelo CPPC “Décadas de lutas pela Paz”.