Outras Notícias

Sessão Pública | Defesa da Paz - Urgência do nosso tempo

cartaz sessao publica defesa da paz porto nov2022
 
No próximo dia 6 de Dezembro, pelas 18h, irá realizar-se, na Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, uma sessão aberta.
Com o título "Defesa da Paz - Urgência do nosso tempo", Ilda Figueiredo, José Pedro Rodrigues, Manuela Espírito Santo e Rui Pereira participarão, falando sobre a importância da luta pela Paz. Apelamos a que todos os amigos e amantes da Paz se juntem a nós!

Conselho Português para a Paz e Cooperação reune com o Sindicato dos Professores da Região Centro

reuniao cppc sindicatos profs

O Conselho Português para a Paz e Cooperação está a reunir com diversas organizações, designadamente com sindicatos de professores tendo em conta o contributo fundamental dos professores na educação para a paz. Esta manhã, dia 9 de novembro, uma delegação do CPPC esteve no Sindicato dos Professores da Região Centro, em Coimbra, visando reforçar a educação para a paz e a convergência na defesa da paz.

Vitória da democracia no Brasil

vitoria democracia lula

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda as forças democráticas e progressistas brasileiras pela vitória de Lula da Silva nas eleições presidenciais de domingo, 30 de outubro.
Com este resultado abrem-se perspetivas favoráveis para concretizar avanços nos direitos, na redução das desigualdades e das injustiças sociais, na defesa da democracia, na protecção do meio ambiente, bem como para impulsionar os processos de cooperação regional na América Latina e Caraíbas, que constituem um importante contributo para travar os ímpetos das forças da ingerência, da agressão, da guerra e construir uma região e um mundo de paz, de soberania, de desenvolvimento, de progresso social, de cooperação.
Consciente de que esta vitória marca uma nova etapa que não será isenta de obstáculos e dificuldades, o CPPC reafirma o seu compromisso de prosseguir – como até aqui - a sua ação e mobilização solidária com o povo brasileiro e a sua luta em defesa da democracia, da soberania nacional, da paz.
A Direção Nacional do CPPC

O mundo exige aos EUA o fim do bloqueio contra Cuba

fim bloqueio cuba onu

No dia 3 de Novembro, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adoptou a resolução que exige o levantamento do bloqueio imposto a Cuba pelos Estados Unidos da América.
Nesta votação, 185 países manifestaram-se a favor da resolução que exige o fim deste criminoso e ilegal bloqueio económico, comercial e financeiro imposto a Cuba, desde 1962. De forma significativa, apenas os Estados Unidos da América e Israel votaram contra, e a Ucrânia e o Brasil se absteram.
A apresentação anual de resoluções que exigem o levantamento do bloqueio contra Cuba assume a maior importância e o resultado da votação da mesma este ano, semelhante à de anos anteriores, revela que existe um amplo consenso internacional quanto ao reconhecimento dos negativos impactos deste bloqueio e quanto à exigência do seu levantamento.
Apesar da votação deste órgão da ONU não ser vinculativa e do esforço dos EUA em tentar influenciar o resultado da votação através da divisão do tempo de discussão por dois dias (2 e 3 de novembro de 2022), o número de Estados que expressaram a sua condenação a este bloqueio prova que a tentativa de impor o isolamento a Cuba está ela mesmo isolada e que os seus objectivos se encontram derrotados.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade ao povo cubano e insta o Governo português a adoptar iniciativas que dêem continuidade e expressão prática à justa posição do fim do bloqueio dos EUA contra Cuba, que apoiou na Assembleia-geral das Nações Unidas.

Reunião do Conselho Português para a Paz e Cooperação na sede da União dos Sindicatos de Viana do Castelo

reuniao cppc uniao sindicatos viana do castelo

Numa reunião do Conselho Português para a Paz e Cooperação na sede da União dos Sindicatos de Viana do Castelo. Foram abordadas possíveis iniciativas conjuntas na defesa e promoção da Paz, tendo-se reafirmado a vontade de continuar a defesa do direito à paz, condição essencial para a justiça e o progresso social, para o bem estar de toda a Humanidade.