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Eleições na Venezuela foram expressão da vontade soberana do seu povo

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a realização, no passado dia 6 de dezembro, das eleições legislativas na República Bolivariana da Venezuela valorizando o que elas significam de expressão da vontade democrática de um povo decidir livremente do seu destino, sem pressões ou ingerências externas.
O CPPC exige que o governo português rompa definitivamente com a política de ingerência dos Estados Unidos da América e da União Europeia sobre a Venezuela, abandone o seu apoio aos sectores golpistas (encabeçados por Juan Guaidó) e, de uma vez, reconheça as legítimas instituições deste país. Esta é a postura que respeita o espírito e a letra da Constituição da República Portuguesa e melhor serve os interesses da numerosa comunidade portuguesa residente naquele país sul-americano e os de todo o povo português.
Das autoridades portuguesas exige-se também que pugnem pelo levantamento imediato das sanções e do bloqueio imposto pelos EUA à Venezuela e pela devolução por parte do Novo Banco dos avultados recursos soberanos que tem ilegal e ilegitimamente cativos.
O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da República Bolivariana da Venezuela e a sua luta em defesa da soberania, do progresso social e da paz, contra a ingerência do imperialismo e a violência golpista.
Direção Nacional do CPPC

Não às provocações e ameaças militares dos EUA contra a Venezuela

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação repudia veementemente o anúncio, na semana passada, pela administração de Donald Trump de que reforçará a presença de forças navais ao largo da costa marítima da Venezuela, no Mar do Caribe.

Esta manobra insere-se nas ações provocatórias e ameaças de intervenção militar dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, com o objectivo de afastar o Governo dirigido pelo Presidente, Nicolás Maduro, sobre quem os EUA recentemente lançaram a difamação de alegadamente estar envolvido em ‘tráfico de drogas’, sem que tenham apresentado qualquer prova que possa sustentar esta alegação, e estabelecendo vergonhosamente uma recompensa no valor de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua detenção e/ou condenação.

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Agressão em tempo de pandemia, alerta Nicolas Maduro em Carta aos Povos do Mundo

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O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolas Maduro, numa carta dirigida aos povos do Mundo denuncia as graves ameaças perpetradas pelos Estados Unidos da América contra a «paz e a estabilidade da Venezuela, numa época em que a preocupação dos Estados e dos governos deve se concentrar na proteção da vida e a saúde de seus habitantes, devido à aceleração da pandemia da COVID-19».

O dirigente bolivariano referia-se, designadamente, à acusação formal perante o sistema judicial dos EUA de altos funcionários do Estado venezuelano, incluindo o próprio presidente, pela falaciosa acusação de narcotráfico e terrorismo. Trata-se, garante, de uma «pantomina» que poderá levar a um «perigoso momento de tensão no continente [americano]».

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Governo português com Trump contra a Venezuela

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia da forma mais veemente o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, datado de 31 de Março, que constitui uma nova e inaceitável ingerência nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, uma afronta à soberania do povo venezuelano e, consequentemente, um desrespeito pelos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta da ONU, do direito internacional.

No comunicado do MNE português é saudada a inadmissível e vergonhosa manobra de chantagem da Administração Trump contra a Venezuela que – a partir da utilização da situação criada com a pandemia da COVID-19 –, faz depender o levantamento gradual das suas ilegais e criminosas sanções e bloqueio económico e financeiro contra o povo venezuelano, da aceitação da imposição de um dito “governo de transição” tutelado pelos EUA e à margem da Constituição da Venezuela.

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