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  • 8 de março | Dia Internacional da Mulher

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    CPPC solidariza-se e apela à participação nas manifestações do
    MDM!
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação solidariza-se com a luta pelos direitos das mulheres e apela à participação nas manifestações que o MDM vai realizar nos próximos dias 5 de Março, no Porto, e 12 de Março, em Lisboa, com o lema “Exigir igualdade na vida. Os direitos das mulheres não podem esperar”.
    A luta já longa pelos direitos das mulheres sempre esteve ligada à luta pela paz, sendo
    fundamental o seu contributo para engrossar o rio da esperança na concretização dos direitos pela igualdade na vida, participando, mesmo no tempo do fascismo, em muitas concentrações, manifestações e em greves.
  • A defesa da paz mobilizou centenas de pessoas no Porto

    Ontem ao fim da tarde, dia 15 de junho, realizou-se, no Porto, a primeira iniciativa de rua que respondeu ao apelo lançado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz" e a que aderiram mais de 40 organizações. Numa iniciativa muito participada que encheu a praceta Palestina, centenas de pessoas proclamaram bem alto "Paz sim! Guerra não! " e manifestaram a sua determinação e coragem de continuar a luta pela paz.
     
    Depois de um momento musical com Miro Couto, a jovem Joana Machado e Luis Afonso apresentaram a iniciativa, a que se seguiram as intervenções de Cristina Nogueira em nome da USP/CGTP-IN e Ilda Figueiredo em nome do CPPC.
    Foram reafirmados os principais pontos do Apelo, designadamente:
     
    A urgência de travar a escalada belicista que se verifica na Europa, mas também noutras partes do mundo, nomeadamente na região Ásia-Pacífico, desrespeitando o direito que os povos têm à paz, ao desenvolvimento, à soberania; e também a urgência de abrir espaço à diplomacia e à solução política dos conflitos, rejeitando a ameaça do uso da força nas relações internacionais, para que a paz e a cooperação se sobreponham às políticas de ingerência, militarismo e guerra.
    As iniciativas vão prosseguir em Coimbra, Faro, Funchal e em Lisboa.
  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!”

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    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) expressa o seu apoio e adesão à jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro sob o lema “Salário, Emprego, Direitos!”.

    Um mundo mais justo, mais solidário, de cooperação e de Paz é possível e necessário para assegurar o nosso futuro comum. O CPPC junta-se neste dia 25 de Fevereiro, aos homens e mulheres, à juventude, que estarão em luta pelos seus direitos, porque a defesa da Paz, sendo inseparável da luta pelos direitos laborais e sociais é, também, condição essencial à vida humana, indispensável para garantir a liberdade, a soberania, a democracia e o progresso social.

    Para defender a Paz, para construir um mundo melhor, todos não somos demais!

    Participa!

  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!” | Lisboa

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    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) participou na jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro.

  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!” | Porto

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    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) participou na jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro.

  • Apelo - Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!

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    LISBOA
    No próximo dia 11 de maio voltamos a sair à rua pela Paz no Mundo, por uma Palestina Livre, e para dizer Não à Guerra!
    Junta-te a nós, às 15h no Largo José Saramago (em frente à Fundação José Saramago) para marchar até ao Martim Moniz!
    Paz Sim!
    Palestina Livre!
     
    Apelo
     
    Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra!
     
    O mundo precisa de Paz! Os povos, principais vítimas da guerra, têm direito à Paz e contestam aqueles que promovem, armam, financiam e lucram com a guerra!
     
    O mundo assiste, há mais de duzentos dias, ao genocídio da população da Faixa de Gaza e à intenção, por parte de Israel, de reocupar e recolonizar este território palestiniano, forçando a expulsão da sua população – como se verificou há 76 anos com a Nakba.
     
    A barbárie promovida por Israel não conhece limites. São já mais de 110 mil as pessoas mortas ou feridas, na sua maioria crianças e mulheres. Hospitais, centros de saúde, escolas e instalações das Nações Unidas são transformados em alvos militares e arrasados. O número de jornalistas mortos pelas forças de Israel ultrapassa a centena. Médicos, profissionais de saúde, funcionários das Nações Unidas e de agências humanitárias são mortos como em nenhum outro conflito no mundo. E o genocídio continua, alimentado pelo apoio militar, político e diplomático dos EUA e seus aliados, incluindo a União Europeia. É urgente um cessar-fogo imediato e permanente!
     
    Israel multiplica as agressões aos países do Médio Oriente, numa escalada de confrontação que adensa ainda mais a situação de tensão e conflito na região.
     
    Não queremos novas frentes de confrontação e guerra no mundo. Mais guerra significa mais morte, sofrimento e destruição. E significa menos educação, menos saúde, menos habitação, menos segurança social, menos direitos, menos liberdade, menos justiça.
    O governo português tem a obrigação constitucional de tomar iniciativas no plano internacional que visem a solução pacífica dos conflitos internacionais, o direito dos povos à autodeterminação e o respeito pela soberania e independência dos Estados.
     
    É necessário recolocar a paz no centro da agenda mundial, reafirmar o primado dos princípios da carta da ONU e do direito internacional. É necessário por fim à guerra e à confrontação no Médio Oriente, na Europa e em todas as outras partes do Mundo, evitando o perigo de uma ainda maior catástrofe envolvendo as maiores potências nucleares do planeta!
     
    11 de Maio de 2024, pelas 15 horas, do Campo das Cebolas ao Martim Moniz, em Lisboa, vamos manifestar-nos:
     
    - Pelo direito de todos os povos a viver em paz! Pelo Futuro da Humanidade!
     
    - Pelo fim imediato do genocídio do povo palestiniano, por uma Palestina livre e independente!
     
    - Contra o militarismo e a guerra!
     
    As organizações subscritoras (em atualização)
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
  • Cartaz | Manifestação da CGTP-IN | 20 novembro

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    O CPPC convida os amigos da Paz participar na Manifestação da CGTP-IN no próximo sábado, dia 20 de novembro, e a juntarem-se à faixa do CPPC.
    O ponto de encontro será na rotunda do Marquês de Pombal, junto à rua Braamcamp.
  • CPPC junta-se à ação de luta nacional da CGTP-IN

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação convida os seus aderentes e amigos a participarem nesta importante jornada de luta da CGTP-IN que se insere nos objectivos que defendemos de defesa da paz e da justiça, contra o empobrecimento e por salários dignos.
    Amanhã em Lisboa, no Marquês de Pombal, às 15h00!
  • CPPC solidariza-se e participa nas manifestações do MDM! 8 de Março

     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação solidariza-se com a luta pelos direitos das mulheres e participou nas manifestações que o MDM vai realizar nos próximos dias 4 de Março, no Porto, e 11 de Março, em Lisboa, assinalando e saudando desta maneira o dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher.
    A longa luta que se continua a travar todos os dias pelos direitos das mulheres esteve também sempre intrinsecamente ligada à luta pela Paz. É fundamental o contributo que as mulheres, em Portugal e em todo o mundo, continuam a dar na luta pela Paz, aumentando o número de pessoas que convergem em defesa da Paz, de um mundo melhor que reflita uma verdadeira igualdade em todas as esferas da vida.
    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta que promovem contra a discriminação e a violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social. Juntamos a nossa voz à reclamação das mulheres pelo cumprimento dos princípios da Carta das Nações Unidas, do Direito Internacional e da Constituição da República Portuguesa visando a promoção da igualdade e defesa dos direitos e dignidade das mulheres, denunciando as guerras e as suas consequências para os povos.
    Viva o 8 março, Dia Internacional das Mulheres!
    Viva a luta das mulheres pela igualdade e emancipação plena!
    Viva a Paz!
  • É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.

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    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000
    Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina! Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 29 de Outubro, às 15:30, com início no Martim Moniz.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
    Apoiam a Convocatória desta Manifestação as seguintes Organizações:
    - Associação Conquistas da Revolução
    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa
    - Associação José Afonso
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Associação Projeto Ruído
    - BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    - Coletivo MUMIA Abu Jamal
    - Confederação Nacional De Reformados Pensionistas E Idosos
    - Estuário Colectivo
    - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
    - Frente Anti-Racista
    - Fundação Saramago
    - Intervenção Democrática
    - Movimento “Vida Justa”
    - Movimento Democrático de Mulheres
    - Movimento Sempre os Mesmos a Pagar
    - Nucleo do PT Lisboa
    - PORTA A PORTA – Casa para todos, Movimento pelo Direito à Habitação
    - Sindicato de Hotelaria do Sul
    - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
    - Sindicato dos Professores da Região Açores
    - Sindicato dos Professores da Região Centro
    - Sindicato dos Professores da Zona Sul
    - Sindicato dos Professores no Estrangeiro
    - Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
    Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
    - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
    - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
    - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional ,Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
    - Teatro Extremo
    - União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    - União de Sindicatos de Aveiro
    - União de Sindicatos de Lisboa
    - União de Sindicatos de Setúbal
    - União de Sindicatos no Norte Alentejano
    - União Sindical de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço
    - União Sindicatos do Algarve

     

  • Lutar pelos Direitos! Lutar pelo direito à Paz!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda os trabalhadores portugueses e a CGTP-IN na sua luta por uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais solidária, que contribua para um mundo de Paz, e associa-se à manifestação nacional que se realiza no próximo dia 9 de Junho, às 15h00, do Campo Pequeno ao Marquês de Pombal, em Lisboa.

    O CPPC defende um Portugal de desenvolvimento económico, de progresso e a justiça social, que assegure os direitos e o bem-estar de todos os portugueses, só possível com uma política que efectivamente sirva este objectivo e que garanta a soberania e a independência nacional – como consagra o projecto de desenvolvimento inscrito na Constituição da República Portuguesa.

    Informamos que o ponto de encontro, dos que queiram participar na manifestação junto do pano do CPPC, será frente à entrada principal do espaço comercial do Campo Pequeno, a partir das 15h00.

    O CPPC recolherá durante a manifestação assinaturas para a petição visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, e divulgará a campanha "Sim à Paz! Não à NATO!".

    Participe!

  • Manifestação - Paz no Médio Oriente! 14 de janeiro 2024

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    A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!
    Pela Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!
    É urgente pôr fim à guerra!
    É urgente pôr fim ao massacre!

    Independentemente dos desenvolvimentos que venham a ter lugar até ao dia 14 de janeiro, a situação dramática que se vive na Palestina, em especial na Faixa de Gaza exige o prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano!

    A criminosa e cruel violação de qualquer princípio humanitário por parte de Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, é todos os dias demonstrada pela chacina, pelos brutais bombardeamentos, pelos ataques a hospitais, ambulâncias, escolas, agências da ONU, pelos cortes de água, eletricidade, bloqueio a alimentos e medicamentos.

    O grau de destruição e morte causado por esta agressão é inaceitável: dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres; milhares de desaparecidos; quase toda a população da Faixa de Gaza, mais de 2 milhões de pessoas, deslocada ou sem abrigo, centenas de funcionários das agências humanitárias da ONU e pessoal de saúde mortos.
    Denunciamos e condenamos a hipocrisia e cumplicidade daqueles que tudo fazem para branquear e permitir que a chacina continue. São inadmissíveis os vetos e votos contra dos Estados Unidos da América e de países europeus às exigências da ONU dum cessar-fogo humanitário imediato e permanente em Gaza.
    É preciso parar! E é preciso encontrar soluções duradouras.

    É preciso com urgência:

    - um cessar-fogo imediato e permanente;
    - pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
    - assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
    - garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
    - pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
    - pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
    - libertar todos os detidos;
    - impedir a expulsão dos palestinianos da sua terra.

    É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja finalmente concretizado um Estado Palestiniano soberano e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.

    A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que exige o reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano. O prolongamento e instigação deste conflito constituem uma grave ameaça à paz em toda a região e no mundo.
    É necessário manter o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
    Dia 14 de Janeiro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação, com início em Sete Rios.
    Junta-te a nós!
    Palestina vencerá! ⯑⯑

    Organizações subscritoras até ao momento:
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimentos Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
  • Manifestação "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - não à guerra, não ao massacre" - Porto, 5 de Novembro

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    É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.
    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000 Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 5 de Novembro, às 15:30, com início na Praceta da Palestina (cruzamento da Rua Fernandes Tomás com a Rua do Bolhão), no Porto.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
  • Manifestação nacional convocada pela CGTP-IN

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa na manifestação nacional convocada pela CGTP-IN para o próximo sábado, 18 de Novembro, em Lisboa, que decorre sob o lema «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores».

    Solidarizando-se desta forma com a luta dos trabalhadores portugueses pelo progresso e justiça social, condições essenciais para a construção de um mundo de Paz, o CPPC marcará presença nesta acção afirmando a campanha que tem em curso pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Durante a manifestação, activistas do CPPC recolherão assinaturas para petição que reclama precisamente a adesão de Portugal a este tratado.

    O ponto de encontro dos activistas do CPPC e de todos quantos pretendam descer com o CPPC a Avenida da Liberdade é as 14h30 na Praça Marquês de Pombal, junto à estátua.

  • Manifestação Pela Paz no Médio Oriente

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    MANIFESTAÇÃO
    6 DE ABRIL
    LISBOA
    EMBAIXADA DE ISRAEL até à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    PAZ NO MEDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE FIM AO GENOCÍDIO! 

  • Manifestações de Solidariedade com a Palestina

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    No passado sábado, dia 10 de fevereiro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente nas ações de solidariedade com o povo palestino nas cidades de Lisboa, Faro e Braga!
    Pela Paz no Médio Oriente, por um cessar-fogo imediato, Palestina Vencerá!
     
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  • Milhares de pessoas exigem Paz no Médio Oriente, em Lisboa - 14 de janeiro de 2024

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    Muitos milhares de pessoas participaram na manifestação "Paz no Médio Oriente, Palestina independente", que simbolicamente uniu as embaixadas dos EUA e de Israel - o cúmplice e o criminoso - numa expressiva denúncia do massacre que desde há já 100 dias é cometido na Faixa de Gaza, contra o povo palestiniano: até ao momento foram já assassinadas 23 mil pessoas, entre as quais mais de 9000 crianças, mais de dois milhões obrigadas a abandonar as suas casas. Sob os bombardeamentos sucumbem diariamente profissionais de saúde, jornalistas, trabalhadores humanitários e funcionários das Nações Unidas. É urgente travar o massacre, ouviu-se e leu-se uma e outra vez.
     
    A iniciativa da África do Sul de instaurar um processo contra Israel por genocídio no Tribunal Internacional de Justiça foi saudada em pancartas, palavras de ordem e intervenções, lembrando-se que foi Nelson Mandela quem um dia afirmou que a liberdade dos sul-africanos, que tinham vencido o apartheid, não estaria completa sem a dos palestinianos.
     
    Nas várias intervenções, proferidas junto à embaixada de Israel, denunciou-se a brutalidade dos ataques de Israel contra a população da Faixa de Gaza, mas também na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, onde se sucedem os assassinatos e as expulsões de populações das suas casas. E reafirmou-se a defesa dos direitos nacionais do povo palestiniano, nomeadamente o fim da ocupação e a criação do Estado da Palestina soberano, independente e viável nas fronteiras anteriores a 1967, como consagrado nas resoluções das Nações Unidas.
     
    Intervieram no local um médico e um jornalista e foram lidas três mensagens: da jovem ativista palestiniana Ahed Tamimi, do Hadash (Frente Democrática para a Paz e Igualdade, de Israel), e das quatro organizações promotoras da manifestação - o CPPC, a CGTP-IN, o MPPM e o Projeto Ruído - Associação Juvenil.
     
    Após terem sido realçados os princípios consagrados no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa, gritou-se "25 de Abril Sempre!" e escutou-se a "Grândola, Vila Morena", ou não tivesse sido a paz e a solidariedade com os povos valores da Revolução que cumpre 50 anos em 2024.
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  • Milhares na manifestação em Lisboa - 29 de outubro de 2023

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    No dia 29 de outubro, durante a tarde, milhares de pessoas saíram à rua em defesa da Paz, por uma Palestina independente.
    Saindo do Martim Moniz em direção à Praça do Município, em Lisboa, foram muitos os que se juntaram à manifestação promovida pelo Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM); pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN); e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
    Durante a manifestação, as faixas, pancartas e bandeiras exigiam o fim imediato dos bombardeamentos, denunciando a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas dos palestinos.
    Na praça do município, apresentado por Fernando Jorge, Pedro Gamboa fez leitura de um poema e a ele seguiu-se Sebastião Antunes, cantando duas músicas em defesa da paz.
    As intervenções das organizações promotoras foram feitas por Ilda Figueiredo, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Isabel Camarinha, da CGTP, e ainda por Rui Estrela do movimento Vida Justa, subscritor da manifestação, e por Dima Mohammed, palestina e professora em Portugal. Afirmou-se a profunda necessidade de prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    A moção lida e aprovada reafirmou as reivindicações da manifestação e marcou o caminho para a continuação de iniciativas em defesa da Paz e dos direitos do povo da Palestina.
    Moção
    Os participantes na Manifestação “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM, e que contou com a adesão de dezenas de organizações, reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus
    habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza,
    em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da
    Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    * * *
    Aqui estamos unidos por tais objectivos e a nossa luta não vai parar.
    Saudamos todos aqueles que por todo o País se levantam pela paz e pelos direitos do povo da
    Palestina. Saudamos todos os que participaram nas muitas acções já realizadas nestes dias - em Lisboa, no Porto, em Braga, em Coimbra, em Évora e outros locais – e que certamente vão participar nas iniciativas já anunciadas para Portalegre, Viana do Castelo, Viseu, Setúbal, Baixa da Banheira, Almada, Montijo e Santarém, entre muitas outras que estão em preparação. Saudamos os mais de 100 homens e mulheres das artes e da cultura que subscreveram o apelo de apoio a esta nossa Manifestação.
    Apelamos a todos que se continuem a mobilizar e contribuam para a intensificação dum amplo movimento pelo fim da agressão a Gaza, de solidariedade com o povo da Palestina e pela Paz no Médio Oriente.
    Um movimento que não desistirá de parar o massacre e que terá uma forte expressão em torno do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, dia 29 de Novembro,
    nomeadamente com acções de rua em defesa da Paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo palestiniano.
    Entretanto, e porque enquanto as armas não se calarem, as nossas vozes e a nossa luta pela paz e pela Palestina também não vão parar, informamos e apelamos à mobilização para uma grande vigília pelo Povo da Palestina, a realizar em Lisboa, na Alameda Afonso Henriques, na próxima sexta-feira, dia 3 de Novembro, às 18 horas, onde afirmaremos que por cada bomba criminosa caída em Gaza, nascerá em Portugal uma bandeira palestina de resistência e de luta pela paz e pela
    justiça”.
    Paz no Médio Oriente! Palestina independente! Não à guerra! Não ao massacre!
     
    Lisboa, 29 de Outubro de 2023
  • Mobilização e Luta | Aumento dos Salários e Pensões | Manifestação | CGTP

    manifestacao cgtp out2022Estão convocadas pela CGTP-IN, para o próximo dia 15 de Outubro, duas manifestações (em Lisboa e no Porto) culminando um mês de luta sob o lema “Aumento dos salários e pensões – emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos.”

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação apela à participação de todos nestes importantes momentos de luta porque a luta contra o empobrecimento e por salários dignos é também a luta pela justiça, pelo progresso social e pela Paz.
  • No dia 16 de junho, em Coimbra, realizou-se um importante desfile pela Paz.

    Durante o desfile e na intervenção do Conselho Português para a Paz e Cooperação apelou-se à Paz e à amizade, e também, tal como referia o apelo que juntou os amantes da Paz nesta cidade, a que se trave escalada belicista que se verifica na Europa, mas também noutras partes do mundo, nomeadamente na região Ásia-Pacífico, na América Latina e em África, desrespeitando o direito que os povos têm à paz, ao desenvolvimento e à sua soberania.
    Exclamou-se "Paz Sim! Guerra Não!" e foi reiterado o compromisso de continuar a desenvolver ações em defesa da Paz, em Coimbra e por todo o país.