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Ásia

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena veementemente os atentados perpetrados no dia 7 de Junho na capital iraniana, Teerão, que vitimou perto de 20 pessoas e feriu muitas outras. Quase em simultâneo, ocorreram dois ataques, um no interior do parlamento e outro junto do mausoléu do imã Ruhollah Khomeini. Ambos foram reivindicados pelo auto-proclamado Estado Islâmico.

  • Ao tomar conhecimento do falecimento de Romesh Chandra, o Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa o seu pesar e dirige à sua família, aos seus amigos e ao movimento da paz indiano o seus pêsames.

    De Romesh Chandra, activista e líder do movimento pela Paz na Índia, assim como do Conselho Mundial pela Paz, de que foi prestigiado Presidente, recordaremos sempre a dedicação de toda uma vida à causa da Paz, do desarmamento, da amizade cooperação entre os povos, da solidariedade com a luta dos povos vítimas da agressão, da opressão e da guerra imperialistas, do fortalecimento do movimento pela Paz e da solidariedade no mundo. Não nos esquecemos, tão pouco, da solidariedade que sempre demonstrou para com a luta do povo português contra a ditadura fascista que o oprimiu durante 48 anos e para com a luta dos povos das antigas colónias portuguesas pela conquista da sua independência, ambas intimamente ligadas.

    Se com o falecimento de Romesh Chandra desaparece um combatente determinado pela paz, a luta a que dedicou o melhor das suas energias e capacidades prossegue hoje, num momento carregado de perigos e ameaças, mas também de potencialidades para o progresso da luta pela emancipação social e nacional dos povos, prossegui-la e alargá-la é a melhor homenagem que lhe podemos fazer.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação

    Na foto Romesh Chandra com o General Costa Gomes em Portugal.

  • O primeiro-ministro japonês foi obrigado a suspender temporariamente as obras de transferência de uma base militar dos EUA para Okinawa, face a uma decisão judicial tomada na sequência de uma iniciativa interposta pelo Governador de Okinawa para impedir tal transferência.

    A interrupção das obras representa uma vitória da persistente luta do movimento pela Paz japonês e da população de Okinawa, que contesta a instalação da nova base e defende o fim da presença militar norte-americana nesta ilha e em todo o Japão.

    Sendo uma importante vitória para a causa da Paz, este é um combate que está longe de estar terminado, pois o governo militarista nipónico parece determinado em garantir o reforço da presença militar dos EUA no Pacífico e a utilizar o Japão para concretizar tal objectivo.