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  • Manifestações de Solidariedade com a Palestina

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    No passado sábado, dia 10 de fevereiro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente nas ações de solidariedade com o povo palestino nas cidades de Lisboa, Faro e Braga!
    Pela Paz no Médio Oriente, por um cessar-fogo imediato, Palestina Vencerá!
     
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  • Milhares de pessoas exigem Paz no Médio Oriente, em Lisboa - 14 de janeiro de 2024

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    Muitos milhares de pessoas participaram na manifestação "Paz no Médio Oriente, Palestina independente", que simbolicamente uniu as embaixadas dos EUA e de Israel - o cúmplice e o criminoso - numa expressiva denúncia do massacre que desde há já 100 dias é cometido na Faixa de Gaza, contra o povo palestiniano: até ao momento foram já assassinadas 23 mil pessoas, entre as quais mais de 9000 crianças, mais de dois milhões obrigadas a abandonar as suas casas. Sob os bombardeamentos sucumbem diariamente profissionais de saúde, jornalistas, trabalhadores humanitários e funcionários das Nações Unidas. É urgente travar o massacre, ouviu-se e leu-se uma e outra vez.
     
    A iniciativa da África do Sul de instaurar um processo contra Israel por genocídio no Tribunal Internacional de Justiça foi saudada em pancartas, palavras de ordem e intervenções, lembrando-se que foi Nelson Mandela quem um dia afirmou que a liberdade dos sul-africanos, que tinham vencido o apartheid, não estaria completa sem a dos palestinianos.
     
    Nas várias intervenções, proferidas junto à embaixada de Israel, denunciou-se a brutalidade dos ataques de Israel contra a população da Faixa de Gaza, mas também na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, onde se sucedem os assassinatos e as expulsões de populações das suas casas. E reafirmou-se a defesa dos direitos nacionais do povo palestiniano, nomeadamente o fim da ocupação e a criação do Estado da Palestina soberano, independente e viável nas fronteiras anteriores a 1967, como consagrado nas resoluções das Nações Unidas.
     
    Intervieram no local um médico e um jornalista e foram lidas três mensagens: da jovem ativista palestiniana Ahed Tamimi, do Hadash (Frente Democrática para a Paz e Igualdade, de Israel), e das quatro organizações promotoras da manifestação - o CPPC, a CGTP-IN, o MPPM e o Projeto Ruído - Associação Juvenil.
     
    Após terem sido realçados os princípios consagrados no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa, gritou-se "25 de Abril Sempre!" e escutou-se a "Grândola, Vila Morena", ou não tivesse sido a paz e a solidariedade com os povos valores da Revolução que cumpre 50 anos em 2024.
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  • Milhares marcham em Lisboa "É urgente pôr fim à guerra! Todos juntos pela Paz!"

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    Milhares de pessoas percorreram as ruas de Lisboa, no dia 18 de Janeiro, exigindo o fim da guerra e um cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza, pela Paz e Cooperação entre os povos, pelo progresso social.
    Cerca de 100 organizações de todo o país subscreveram o apelo e participaram na manifestação, somando força a estas reivindicações.
    Na chegada ao Rossio, apresentados por Leonor Teixeira, do Movimento Democrático de Mulheres, intervieram, com momento cultural, os Amigos de Abril, e em nome de organizações subscritoras, Inês Reis, do Projecto Ruído, Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Carlos Almeida, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente e Tiago Oliveira, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses Intersindical Nacional.
  • Milhares na manifestação em Lisboa - 29 de outubro de 2023

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    No dia 29 de outubro, durante a tarde, milhares de pessoas saíram à rua em defesa da Paz, por uma Palestina independente.
    Saindo do Martim Moniz em direção à Praça do Município, em Lisboa, foram muitos os que se juntaram à manifestação promovida pelo Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM); pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN); e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
    Durante a manifestação, as faixas, pancartas e bandeiras exigiam o fim imediato dos bombardeamentos, denunciando a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas dos palestinos.
    Na praça do município, apresentado por Fernando Jorge, Pedro Gamboa fez leitura de um poema e a ele seguiu-se Sebastião Antunes, cantando duas músicas em defesa da paz.
    As intervenções das organizações promotoras foram feitas por Ilda Figueiredo, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Isabel Camarinha, da CGTP, e ainda por Rui Estrela do movimento Vida Justa, subscritor da manifestação, e por Dima Mohammed, palestina e professora em Portugal. Afirmou-se a profunda necessidade de prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    A moção lida e aprovada reafirmou as reivindicações da manifestação e marcou o caminho para a continuação de iniciativas em defesa da Paz e dos direitos do povo da Palestina.
    Moção
    Os participantes na Manifestação “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM, e que contou com a adesão de dezenas de organizações, reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus
    habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza,
    em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da
    Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    * * *
    Aqui estamos unidos por tais objectivos e a nossa luta não vai parar.
    Saudamos todos aqueles que por todo o País se levantam pela paz e pelos direitos do povo da
    Palestina. Saudamos todos os que participaram nas muitas acções já realizadas nestes dias - em Lisboa, no Porto, em Braga, em Coimbra, em Évora e outros locais – e que certamente vão participar nas iniciativas já anunciadas para Portalegre, Viana do Castelo, Viseu, Setúbal, Baixa da Banheira, Almada, Montijo e Santarém, entre muitas outras que estão em preparação. Saudamos os mais de 100 homens e mulheres das artes e da cultura que subscreveram o apelo de apoio a esta nossa Manifestação.
    Apelamos a todos que se continuem a mobilizar e contribuam para a intensificação dum amplo movimento pelo fim da agressão a Gaza, de solidariedade com o povo da Palestina e pela Paz no Médio Oriente.
    Um movimento que não desistirá de parar o massacre e que terá uma forte expressão em torno do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, dia 29 de Novembro,
    nomeadamente com acções de rua em defesa da Paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo palestiniano.
    Entretanto, e porque enquanto as armas não se calarem, as nossas vozes e a nossa luta pela paz e pela Palestina também não vão parar, informamos e apelamos à mobilização para uma grande vigília pelo Povo da Palestina, a realizar em Lisboa, na Alameda Afonso Henriques, na próxima sexta-feira, dia 3 de Novembro, às 18 horas, onde afirmaremos que por cada bomba criminosa caída em Gaza, nascerá em Portugal uma bandeira palestina de resistência e de luta pela paz e pela
    justiça”.
    Paz no Médio Oriente! Palestina independente! Não à guerra! Não ao massacre!
     
    Lisboa, 29 de Outubro de 2023
  • Mobilização e Luta | Aumento dos Salários e Pensões | Manifestação | CGTP

    manifestacao cgtp out2022Estão convocadas pela CGTP-IN, para o próximo dia 15 de Outubro, duas manifestações (em Lisboa e no Porto) culminando um mês de luta sob o lema “Aumento dos salários e pensões – emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos.”

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação apela à participação de todos nestes importantes momentos de luta porque a luta contra o empobrecimento e por salários dignos é também a luta pela justiça, pelo progresso social e pela Paz.
  • No dia 16 de junho, em Coimbra, realizou-se um importante desfile pela Paz.

    Durante o desfile e na intervenção do Conselho Português para a Paz e Cooperação apelou-se à Paz e à amizade, e também, tal como referia o apelo que juntou os amantes da Paz nesta cidade, a que se trave escalada belicista que se verifica na Europa, mas também noutras partes do mundo, nomeadamente na região Ásia-Pacífico, na América Latina e em África, desrespeitando o direito que os povos têm à paz, ao desenvolvimento e à sua soberania.
    Exclamou-se "Paz Sim! Guerra Não!" e foi reiterado o compromisso de continuar a desenvolver ações em defesa da Paz, em Coimbra e por todo o país.
  • No Porto, ecou bem alto a defesa da Paz no Médio Oriente e da independência da Palestina, do fim da guerra e do massacre

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    Mais de 1000 pessoas, esta tarde, dia 5 de novembro, no Porto, na manifestação pela paz no Médio Oriente e pela independência da Palestina, contra a guerra e o massacre que Israel faz em Gaza, pelo cessar fogo imediato, e pela ajuda humanitária urgente.
    Na Praça D. João I , onde terminou a manifestação, seguiu-se um período de intervenções apresentado pela jovem Ana Pedro. Intervieram Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-IN, José António Gomes do secretariado nacional do MPPM, o professor Manuel Loff, um dos promotores de um manifesto de solidariedade com a Palestina, a estudante palestiniana Nur Latif e a encerrar Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC que procurou resumir o que foi dito na seguinte moção ali aprovada e aplaudida:
    Moção
    Os participantes na Manifestação, no Porto, em 5 de novembro, “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza, em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    4) Aqueles que aqui estão hoje e que ao longo das últimas semanas nos temos manifestado pela paz e pelos direitos do povo palestiniano, lamentamos profundamente as declarações do Presidente da República, e afirmamos que elas não correspondem aos sentimentos do povo português, que deseja a Paz no Médio Oriente.
    Afirmamos que todas as vidas contam e que o que é necessário agora é parar o massacre do povo palestino e respeitar os seus direitos nacionais que Israel desrespeita há 75 anos.
    No final, afirmou-se que a luta continua e novas manifestações vão ser realizadas até que a paz exista.
  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores»

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores», convocada pela CGTP-IN no passado sábado, 18 de Novembro, em Lisboa.

    Solidarizando-se desta forma com a luta dos trabalhadores portugueses pelo progresso e justiça social, condições essenciais para a construção de um mundo de Paz, o CPPC marcou presença nesta manifestação afirmando a campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Durante a manifestação, activistas do CPPC recolheram centenas de assinaturas para petição que reclama precisamente a adesão de Portugal a este tratado, em 3 bancas e ao longo do percurso da manifestação, e desceram a avenida com uma faixa apelando também à subscrição da petição.

    A petição está também disponível em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • O CPPC participa e apela à participação na Manifestação Nacional da CGTP-IN

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    Combater as Desigualdades - Avançar nos Direitos – Valorizar os Trabalhadores

    15 de Novembro (15 Horas) - M. Pombal / Restauradores

    O CPPC - Conselho Português para a Paz e a Cooperação, consciente que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, expressa o seu apoio e adesão à Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN para dia 15 de Novembro, em Lisboa.

  • O CPPC participou na manifestação nacional da CGTP-IN

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    O CPPC participou na manifestação nacional da CGTP-IN realizada no sábado, 9 de Junho, em Lisboa, afirmando a sua oposição à NATO e aos objectivos belicistas da cimeira que esta realiza no próximo mês de Julho em Bruxelas. Os activistas do CPPC recolheram ainda centenas de assinaturas para a petição que exige das autoridades portuguesas a adesão ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

  • Parar a Guerra! Dar uma Oportunidade à Paz!

     

    É preciso continuar a defender a paz mobilizando e reunindo todas as vontades empenhadas nesta causa plena de atualidade e importância.
    Após termos saído à rua, em várias cidades do país, em março, junho e outubro de 2022 e, novamente, em fevereiro de 2023, reivindicando paz em todo o mundo, verificamos que a situação em diversos países comprova a premência e a necessidade de abrir e concretizar caminhos para a paz.
    São cada vez mais, e soam mais alto, as vozes que se unem em torno da defesa de políticas de paz, soberania, solidariedade, cooperação e amizade entre todos os povos. É necessário ampliá-las e afirmar que temos de parar a guerra e dar uma oportunidade à paz!
    Por isso, em junho, voltamos às ruas. Apelamos a todos aqueles que defendem e não desistem da paz, que se juntem a nós.
  • Paz no Médio Oriente! Fim ao genocídio! - Apelo | Manifestação 5 de Julho LISBOA

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    Paz no Médio Oriente!
    Fim ao genocídio!
     
    Prossegue o genocídio perpetrado por Israel sobre o povo palestiniano.
    Israel continua a impedir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
    Intensifica-se a ocupação israelita dos territórios palestinianos e a política repressiva e racista de Israel.
    Agrava-se o ataque aos direitos do povo palestiniano, nomeadamente o direito ao trabalho, com a destruição de milhares de postos de trabalho.
    Proliferam os colonatos na Cisjordânia, assim como a violência dos colonos sobre a população palestiniana.
    Israel, com o apoio dos Estados Unidos da América e dos seus aliados da NATO e União Europeia, intensifica a escalada de tensões e conflitos na região, com o continuado ataque e ocupação do Líbano e da Síria.
    A agressão israelita ao Irão, com o apoio e a participação dos Estados Unidos da América, evidencia mais uma vez o perigo que Israel representa para os povos do Médio Oriente e para a paz.
    O governo português não pode manter a atitude complacente, objectivamente cúmplice, para com os crimes de Israel na Palestina e a agressão de Israel e dos EUA ao Irão, sendo particularmente preocupante a utilização para esse fim da Base das Lajes.
    As organizações subscritoras apelam à participação de todas e todos os que prezam a paz e a justiça na MANIFESTAÇÃO promovida pela CGTP-IN, pelo CPPC, pelo MPPM e pelo Projecto Ruído que terá lugar no dia 5 de Julho de 2025, às 16h, com início no Largo Camões, para reclamar:
    • O fim dos massacres e do genocídio do povo palestiniano por Israel;
    • O acesso incondicional da ajuda humanitária à população palestiniana na Faixa de Gaza;
    • Um cessar-fogo real, imediato e permanente;
    • O fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, assim como o fim da agressão e ocupação israelita de territórios do Líbano e Síria;
    • A condenação firme pelo governo português da agressão de Israel e dos EUA contra o Irão;
    • Que o governo empenhe esforços pela suspensão imediata do acordo de Associação UE / Israel e de todas as relações no âmbito militar entre Portugal e Israel;
    • Que o governo português condene e actue pelo fim da ocupação e genocídio sobre o povo palestiniano e reconheça o Estado da Palestina, com as fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, garantindo-se o retorno dos refugiados de acordo com as relevantes resoluções da ONU.
     
  • Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à guerra!

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    No próximo dia 11 de Maio, junta-te a nós numa manifestação, às 15h em Lisboa (mais informações em breve)!
    Pela Paz, contra a guerra!
  • Paz no mundo! Palestina Livre! Não à guerra! - Porto

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    No próximo dia 10 de Maio realiza-se um cordão humano, às 18h30, no Porto, com ponto de concentração da Praceta da Palestina até à Trindade!
    Junta-te a nós! Pelo fim do massacre! Pela Paz!
  • PELA IGUALDADE, DAR MAIS FORÇA À PAZ E AOS VALORES DE ABRIL!

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    O Conselho Português para a Paz e a Cooperação saúda a Manifestação Nacional de Mulheres, “Pela igualdade na vida – o combate do nosso tempo”, organizada pelo MDM, à qual nos juntaremos com a certeza de que os valores de Abril e da Paz são os pilares para um futuro melhor.

    A luta das mulheres trava-se, hoje, num quadro mundial complexo, marcado pelo recrudescimento de ameaças, perigos de guerra, aumento da violência, da desigualdade e de valores da extrema-direita, em que a defesa da Paz ganha uma importância central.
    Celebrar o 8 março, o Dia Internacional da Mulher, é dar mais força ao combate pelo reconhecimento e efectivação dos direitos das mulheres como integrantes dos direitos consignados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Convenção sobre a eliminação de todas as formas de discriminação das mulheres e na Constituição da República Portuguesa.

    Apelamos, assim, a todos os amantes da igualdade, do progresso e da Paz, a que participem nesta importante jornada de luta, no próximo dia 9 de março às 14h30m nos Restauradores, em Lisboa.

    Todos os que quiserem participar juntamente com o CPPC podem se concentrar junto à faixa do CPPC que estará na placa central dos Restauradores.

    8 de Março de 2019
    Direcção Nacional do CPPC

  • Pela Paz no Médio Oriente - Lisboa, 8 de Dezembro

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    Milhares de pessoas percorreram as ruas de Lisboa, no dia 8, para mais uma poderosa demonstração de solidariedade com a Palestina e uma vibrante exigência de paz no Médio Oriente, de um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza.
    No percurso entre o Martim Moniz e o Largo José Saramago, ouviu-se e leu-se frases como "Palestina vencerá", "Gaza, escuta, gritamos a tua luta" e "Paz no Médio Oriente, Palestina independente". No dia em que o número de mortos naquele território palestiniano ultrapassa os 17 000, mais de 7000 dos quais crianças, denunciou-se a cumplicidade dos EUA e das potências da União Europeia, que apoiam Israel no aprofundamento da ocupação (que tem mais de 50 anos) e no massacre que leva a cabo desde há 63 dias.
    No Largo que tem o nome do Prémio Nobel da Literatura português, ele mesmo um firme apoiante da luta do povo palestiniano pela sua independência, intervieram representantes das organizações promotoras da manifestação (CPPC, CGTP-IN, MPPM e Projecto Ruído - Associação Juvenil), da Fundação José Saramago, um membro da comunidade palestiniana e promotoras dos apelos de personalidades da cultura, artes, ciência e investigação e de profissionais da saúde.
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  • Pela paz, pela justiça social!

    Solidário com os objectivos do Dia Nacional de Luta convocado pela CGTP-IN com o lema “Unidos para valorizar o trabalho e os trabalhadores”, em defesa da soberania, da justiça e do progresso social, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participará, e convida todos a participar, nas manifestações convocadas para Lisboa e Porto no próximo dia 3 de Junho.

    O ponto de encontro para os amigos que queiram participar com o CPPC será:

    -Em Lisboa pelas 15h no Parque Eduardo VII, junto ao Marquês de Pombal e da Rua Joaquim antónio de Aguiar.

    -No Porto pelas 15h junto à sede da Junta de Freguesia do Bonfim.

  • Saudação à Manifestação Nacional de Mulheres

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    Saudando a Manifestação Nacional de Mulheres de 8 de Março, em Lisboa, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres e reconhecendo-se nos seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação estará presente nesta jornada de luta e convida todos os amantes da paz a participarem na manifestação e a se juntarem à faixa com que o CPPC desfilará.

    Concentração Praça dos Restauradores, junto Avenida da Liberdade, às 14h30.

    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta contra a discriminação e violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade.

    Pela Paz, todos não somos de mais!

  • Sim à Paz! Não à NATO! | CPPC em Madrid, em Lisboa e no Porto

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação «Não à NATO | Não às guerras | Pela Paz | Fora as bases | Não ao orçamento militarista» que se realizou em Madrid, no passado dia 26 de Junho.
    O CPPC integrou a manifestação, desfilando com o pano «Paz sim! NATO não!» e as suas bandeiras, junto com outras organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP).
    Esta manifestação integrou-se num conjunto de iniciativas que tiveram lugar em Madrid contra a Cimeira da NATO que se realizou nos dias 29 e 30 de Junho.
    O CPPC aceitou o convite do Comité Espanhol de Defesa da Solidariedade e de Luta pela Paz (CEDESPAZ) não só para participar nesta manifestação, como no painel sobre o tema «Alternativas para uma segurança colectiva e não militarizada», no quadro da Cimeira Pela Paz Não à NATO, que se realizou nos dias 24 e 25 de Junho, igualmente na capital espanhola.
    Na sua intervenção (ver abaixo), Eduardo Lima, membro da Direção Nacional do CPPC, reafirmou, entre outros aspectos, a rejeição do caminho do militarismo e da guerra, a necessidade da dissolução dos blocos político-militares, logo da NATO – nomeadamente dando continuidade à campanha "Paz sim! NATO não!"– e a importância da construção de um sistema de segurança coletiva assente nos princípios da Carta das Nações Unidas.
    Deste modo, o CPPC associou-se ao apelo para, junto com o CEDESPAZ e o CMP, participar e apoiar as acções que seriam realizadas contra a NATO em Madrid, lançado na reunião das organizações membro do CMP da região Europa, realizada em Novembro de 2021, em Gaia.
    Em Portugal, o CPPC empenhou-se, em conjunto com outras entidades, na realização de desfiles em Lisboa, no dia 25 de Junho, e no Porto, no dia 29 de Junho, associando-se ao Apelo "Paz sim! Guerra e corrida aos armamentos não!" subscrito por dezenas de personalidades e organizações portuguesas, e onde o CPPC participou dando igualmente expressão à campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"
  • Solidariedade com o Saara Ocidental | Participação na manifestação da CGTP-IN

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 10, na manifestação convocada pela CGTP-IN.

    Com o CPPC participou na manifestação a delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), de visita ao nosso país.

    Ao longo do percurso foram várias as manifestações de apoio dos trabalhadores portugueses à causa do povo saarauí.