Outras Notícias

Palestina

  • Palestina - defesa da soberania e da Paz

    No passado dia 18 de abril realizou-se, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, a sessão "Palestina - defesa da soberania e da Paz".
    Esta iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (AEFCSH) contou com as intervenções de Mafalda Borges, presidente da direção da AEFCSH, Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, e Nabil Abuznaid, Sr. Embaixador da Palestina em Portugal.
    Mafalda Borges e Ilda Figueiredo referiram a importância da defesa da Paz e o papel da solidariedade, procurando alargar o conhecimento das graves situações de atropelos e ataques aos direitos dos povos para consciencializar cada vez mais pessoas para os terríveis conflitos que ainda perduram, neste caso na Palestina, onde se tem verificado uma escalada da agressão por parte de Israel, que ocupa os territórios da Palestina.
    O embaixador Nabil Abuznaid explicou aos presentes a história da criação de Israel referindo a ocupação e a violência que, especialmente desde 1948, é uma realidade diária para o povo palestino, o que obrigou muitos a abandonar o seu território e as suas casas, mas sempre com a esperança do regresso.
    A intervenção abordou aspetos como a rejeição por parte de Israel de qualquer solução diplomática para este conflito, a violência e a repressão da qual os palestinos são alvo e a importância da solidariedade internacional que é necessária para a alteração desta situação.
    Após questões e reflexões do público, o senhor Embaixador referiu-se a vários conflitos que assolam o mundo reafirmando que nenhum conflito pode ter término através das armas e da guerra, mas sim, e apenas, através da via diplomática.
  • Palestina | Dia da Terra | 30 de março

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se à celebração do Dia da Terra com que o povo palestino lembra todos os anos a greve geral e as grandes manifestações contra a confiscação de terras, em que foram assassinados seis jovens na Galileia, a 30 de março de 1976, por tropas. Data que se tornou um marco na unidade patriótica do povo palestino em luta contra a ilegal ocupação por Israel de territórios palestinos e pelo direito a uma Palestina livre e independente.
    Vai longo o rasto de sofrimento infligido ao povo palestino por décadas de ocupação israelita. De acordo com diversos relatórios, relativos a de 2020, verificaram-se: milhares de civis mortos e feridos pelo ocupante (2.021 por forças militarizadas e 104 por colonos, de janeiro a outubro); demolições de casas e outras estruturas (568, de janeiro a meados de outubro); restrições da liberdade de circulação (1.500 postos de controlo móveis erguidos entre abril de 2019 e março de 2020, além de 600 postos permanentes). Continuaram as prisões arbitrárias (havia um total de 4.207 detidos em setembro, incluindo 355 crianças em detenção administrativa sem acusação formal); o confisco de terras e instalação de colonatos (um total de 647.000 colonos até à data); constantes humilhações e arbitrariedades sobre a população palestina. E ainda o muro que o ocupante israelita construiu, 85% do qual dentro do território ocupado, isolando, assim, milhares de palestinos das suas terras agrícolas e tornando altamente restritivo o acesso de outros 11.000 a propriedades e serviços básicos que “ficaram” do outro lado da barreira de betão.
  • Palestina livre e independente

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    Em mais um aniversário dos massivos protestos do povo palestino contra a confiscação das suas terras pelo Estado israelita, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua inquebrantável solidariedade e apoio à corajosa luta daquele povo por um Estado livre, independente e viável nas fronteiras anteriores a junho de 1967.

    Em 1976, o governo israelita confiscou milhares de hectares de terras de vilas palestinas na Galileia, a fim de proceder à expansão ilegal de colonatos, o que originou uma greve geral e o repúdio generalizado entre a população palestina. A 30 de março, as tropas israelitas reprimiram duramente um protesto pacífico, tendo assassinado seis palestinos e ferido e prendido centenas. Cidades e vilas árabes foram declaradas zonas militares fechadas pelas autoridades israelitas e em muitas foi declarado o recolher obrigatório. A data passou a ser designada por «Dia da Terra» e celebrada pelos palestinos como marco da sua história, luta e identidade como povo.

  • Palestina Livre!

    Junte-se a mais de seis dezenas de individualidades representativas dos mais diversos sectores da vida portuguesa para reclamar que o governo de Portugal reconheça o Estado da Palestina subscrevendo o apelo aqui:
  • Palestina Livre! - Lisboa 2014

    Centenas de pessoas participaram hoje da acção "Palestina Livre! Fim à Agressão! Fim à Ocupação!", frente à embaixada de Israel em Lisboa.

    Nas intervenções ficou expressa a solidariedade com o povo palestino e a necessidade de não esquecer e exigir a responsabilização do governo israelita pelos crimes cometidos, não só na recente agressão a Gaza, mas também ao longo das quase 7 décadas de ocupação.

     

  • Palestina, 69 anos de resistência e luta

    No dia em que se assinala o 69º aniversário da Nakba («catástrofe», em árabe, que marca o início da ocupação da Palestina), o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos quantos defendem valores humanistas e o respeito pelos direitos dos povos a que reforcem a sua solidariedade ao povo palestiniano, e à sua luta por uma Palestina livre, independente e soberana.

    Este aniversário da Nakba assinala-se em plena greve da fome de cerca de 1500 presos palestinianos em cadeias israelitas, pela sua dignidade e liberdade. Dando expressão concreta a esta solidariedade, o CPPC promoveu uma moção de apoio a esta luta, já subscrita por organizações de 11 países e que continua aberta a novos apoiantes.

    A ocupação israelita, que priva os palestinianos dos seus mais elementares direitos, é marcada desde o início pela mais brutal violência: massacres, deportações forçadas, destruição de aldeias, imposição de um regime de apartheid, a prisão de muitos milhares de palestinianos, a generalização de colonatos, a construção do Muro de Separação e o cerco a Gaza.

  • Palestina: História, Identidade e Resistência de Um País Ocupado

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou no seminário Palestina: História, Identidade e Resistência de Um País Ocupado, que teve lugar no Auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal no passado dia 30 de novembro.

    Na abertura do seminário, onde participaram vários membros da direção e da presidência do CPPC, intervieram:Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal; Nabil Abuznaid, embaixador da Palestina; Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC e Maria do Céu Guerra, presidente do MPPM – Movimento

  • Palestina: urge romper com o muro de silêncio!

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    É com preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha o caminho que a União Europeia (UE) tem vindo a trilhar no sentido de criar condições para criminalizar a solidariedade com a causa palestina, ao mesmo tempo que faz vista grossa sobre as ilegalidades e crimes do regime de Israel contra o povo palestino.

    São exemplos disso a assimilação, da denúncia e condenação da política de Israel, a antissemitismo (Conselho de Justiça e Assuntos Internos da UE, e decisões ulteriores de vários estados membros); a legislação contra o movimento internacional «Boicote, Desinvestimento, Sanções» (Alemanha e França); a interdição de participar em quaisquer atividades ou eventos políticos, decretada contra o escritor e ativista palestino Kahled Barakat (Alemanha); a ameaça de proibição de residência contra Charlotte Kates, coordenadora da Rede Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos (Alemanha); a acusação, contra Ángeles Maestro Martín e outras duas mulheres, de colaboração com organização terrorista por terem recolhido fundos para a reconstrução do que as forças israelitas haviam destruído na Faixa de Gaza em 2014 (Espanha).

  • Parar a agressão ao Iémen! Travar a escalada de guerra! Paz e liberdade na Palestina!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia os recentes e contínuos bombardeamentos dos EUA e do Reino Unido contra o Iémen, que não só agravam as condições do já tão martirizado povo iemenita, como representam um novo e perigoso passo na escalada de guerra no Médio Oriente.
    Por mais que os EUA o procurem escamotear, esta agressão constitui uma retaliação face aos ataques de forças iemenitas contra a circulação de navios associados aos interesses de Israel no Mar Vermelho, como forma de pressão para que as forças israelitas parem o massacre que levam a cabo contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza e para que Israel respeite e cumpra o direito internacional, nomeadamente as resoluções da ONU quanto à questão da Palestina.
    Não se tratando de um ato de "defesa do comércio internacional", como os EUA e os seus aliados procuram justificar os seus bombardeamentos contra o Iémen – nomeadamente utilizando as grandes cadeias de comunicação social –, na verdade estes representam um inequívoco ato em defesa da política de ocupação e colonização levada a cabo por Israel e de cumplicidade com os seus crimes.
    Os ataques dos EUA e do Reino Unido ao Iémen sucedem-se a uma década de guerra naquele país, que segundo a Cruz Vermelha e as Nações Unidas era, até à recente agressão a Gaza, a "maior crise humanitária do mundo". Em todos esses anos de guerra, a Arábia Saudita assumiu-se como testa-de-ponte dos interesses norte-americanos e britânicos naquela região, os mesmos que, agora, assumem diretamente a autoria dos ataques.
    O CPPC condena a participação de Portugal nesta agressão levada pelos EUA e seus aliados – a que a União Europeia agora se associa –, anunciada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, salientando que a mesma não serve os interesses da paz, do povo português e dos povos do Médio Oriente, e que é contrária aos princípios da Constituição da República Portuguesa, que no seu artigo 7.º consagra a "solução pacífica dos conflitos internacionais".
    É urgente que o Governo português ao invés de contribuir para o agravamento da situação, contribua para travar de imediato a agressão ao Iémen e alargar o campo daqueles que, por todo o mundo, exigem paz no Médio Oriente e o cumprimento do direito do povo palestiniano ao seu Estado soberano, independente e viável, nas fronteiras anteriores a junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental e assegurando o direito ao regresso dos refugiados, como consagrado em diversas resoluções das Nações Unidas.
    A Direção Nacional do CPPC
    29-01-2024
  • Paz no Médio Oriente Fim ao Genocídio!

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    Realizou-se ontem, dia 5, no Porto, mais uma importante manifestação, de solidariedade para com a Palestina, onde se gritou bem alto: Palestina Independente! Paz no Médio Oriente!
    A manifestação percorreu as ruas da Praceta da Palestina à Trindade, onde mais uma vez se exigiu o reconhecimento pelo Estado Português do Estado da Palestina, se condenaram os massacres perpetrado por Israel contra o povo palestiniano, em que as principais vitimas são mulheres e crianças e contra o aumento de verbas para a defesa, que apenas contribui para o incremento da escalada armamentista e aumentos dos conflitos.
    Na Trindade as intervenções de vários representantes de organizações, incluindo do CPPC, feita por Manuela Branco, exigiram o reconhecimento do Estado da Palestina por Portugal, e condenaram os crimes de Israel praticados contra o povo palestiniano com o apoio dos EUA e da União Europeia.
  • Paz no Médio Oriente Palestina Independente!

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    Nodia 11 de Julho, realizou-se uma Vigília pela Paz no Médio Oriente, em solidariedade com o Povo da Palestina, no dia em que foi discutido na Assembleia da República o reconhecimento do Estado da Palestina pelo governo português.
    A intervenção do CPPC foi feita pelo dirgente João Rouxinol que reafirmou a solidariedade co CPPC com o povo palestiniano e o compromisso de continuar a exigir, as vezes que forem necessárias, o reconhecimento do Estado da Palestina, o fim do genocídio e uma Palestina Livre!
  • Paz no Médio Oriente! Fim ao genocídio! - Apelo | Manifestação 5 de Julho LISBOA

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    Paz no Médio Oriente!
    Fim ao genocídio!
     
    Prossegue o genocídio perpetrado por Israel sobre o povo palestiniano.
    Israel continua a impedir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
    Intensifica-se a ocupação israelita dos territórios palestinianos e a política repressiva e racista de Israel.
    Agrava-se o ataque aos direitos do povo palestiniano, nomeadamente o direito ao trabalho, com a destruição de milhares de postos de trabalho.
    Proliferam os colonatos na Cisjordânia, assim como a violência dos colonos sobre a população palestiniana.
    Israel, com o apoio dos Estados Unidos da América e dos seus aliados da NATO e União Europeia, intensifica a escalada de tensões e conflitos na região, com o continuado ataque e ocupação do Líbano e da Síria.
    A agressão israelita ao Irão, com o apoio e a participação dos Estados Unidos da América, evidencia mais uma vez o perigo que Israel representa para os povos do Médio Oriente e para a paz.
    O governo português não pode manter a atitude complacente, objectivamente cúmplice, para com os crimes de Israel na Palestina e a agressão de Israel e dos EUA ao Irão, sendo particularmente preocupante a utilização para esse fim da Base das Lajes.
    As organizações subscritoras apelam à participação de todas e todos os que prezam a paz e a justiça na MANIFESTAÇÃO promovida pela CGTP-IN, pelo CPPC, pelo MPPM e pelo Projecto Ruído que terá lugar no dia 5 de Julho de 2025, às 16h, com início no Largo Camões, para reclamar:
    • O fim dos massacres e do genocídio do povo palestiniano por Israel;
    • O acesso incondicional da ajuda humanitária à população palestiniana na Faixa de Gaza;
    • Um cessar-fogo real, imediato e permanente;
    • O fim da ocupação dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, assim como o fim da agressão e ocupação israelita de territórios do Líbano e Síria;
    • A condenação firme pelo governo português da agressão de Israel e dos EUA contra o Irão;
    • Que o governo empenhe esforços pela suspensão imediata do acordo de Associação UE / Israel e de todas as relações no âmbito militar entre Portugal e Israel;
    • Que o governo português condene e actue pelo fim da ocupação e genocídio sobre o povo palestiniano e reconheça o Estado da Palestina, com as fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, garantindo-se o retorno dos refugiados de acordo com as relevantes resoluções da ONU.
     
  • Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - Aveiro - 9 Maio

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    Realizou-se, no dia 9 de maio, um acto público em Aveiro, pela Paz no Médio Oriente e por uma Palestina Independente, onde se condenou o genocídio e se reafirmou a urgência de um cessar-fogo imediato e permante.

  • Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - Viana do Castelo

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    No próximo dia 12 de Abril, em Viana do Castelo, realizamos um acto público pela Paz no Médio Oriente, por uma Palestina Independente e pelo fim ao genocídio!
    Participa, às 18h, na Praça da República!
    Palestina Vencerá!

  • PAZ NO MÉDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE! FIM AO GENOCÍDIO! - Porto

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    Decorreu no Porto, dia 19 de março, mais uma iniciativa de solidariedade com a Palestina, exigindo o fim do genocídio e a paz no Médio Oriente com a Palestina independente na Praceta da Palestina.
    Convocada pelo CPPC, MPPM, CGTP-IN e Projecto Ruído, foi apresentada por Francisco Aguiar, da associação juvenil Projeto Ruído.
    Foi mais uma ação promovida por quatro organizações que mantêm regularmente diversas ações de solidariedade com a Palestina, na defesa do cessar-fogo imediato e permanente, pelo fim das agressões de Israel e do autêntico genocídio que continua a praticar em Gaza, na Palestina, exigindo o respeito pelos direitos do povo palestino! Exigindo o fim imediato dos criminosos bombardeamentos à Faixa de Gaza e ao cerco imposto, que é um crime de guerra!
    Perante centenas de pessoas participantes diretas e indiretas, intervieram Filipe Pereira, coordenador da União dos Sindicatos do Porto, a jovem Beatriz Castro e o professor Henrique Borges que leu um poema sobre as crianças palestinas. Álvaro Pinto em nome do MPPM – Movimento pelos direitos do povo palestino e pela Paz no Médio Oriente e Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC foram os últimos interveniente de uma sessão muito participada, onde se exigiu, mais uma vez, o reconhecimento oficial pelas autoridades portuguesas do Estado da Palestina e se responsabilizou EUA e União Europeia pela cobertura direta ou indireta que continuam a dar a Israel que prossegue uma politica de genocídio do povo palestino. A sessão terminou com todos a cantar a Grândola Vila Morena.
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  • Paz no Mundo - Palestina Livre | Porto 14 Junho

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    No próximo dia 14 de Junho, no Porto, voltamos a exigir Paz no Mundo e Palestina Livre!
    Junta-te a nós, às 18h30, com concentração na Praça da Batalha até à Praceta da Palestina.
  • Paz no Mundo! Palestina Livre! Nao à guerra! - Porto - 10 Maio

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    Paz no Mundo! Palestina Livre! Nao à guerra!
    Muitas centenas de pessoas desfilaram hoje, no Porto, exigindo a Paz, um cessar-fogo imediato e permanente e a Palestina Livre.
    Pela Paz no Mundo e pelo Fim ao Genocídio!
    Paz Sim! Guerra Não!

  • Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra! - Santo Tirso

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    Realizou-se, no passado dia 18 de maio, um acto público pela Paz, contra a guerra e por uma Palestina Livre.
    A iniciativa, organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, pelo Movimento dos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, e pelo Projecto Ruído - Associação Juvenil, teve início às 15h, no Jardim do Largo Coronel Batista Coelho.
    Nas intervenções realizadas foi referida a necessidade de prosseguir a luta pela Paz, exigindo o fim da ocupação da Palestina, o cumprimento das resoluções da ONU, o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, entre os quais se incluem o desarmamento e a dissolução dos blocos político-militares.
  • Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à Guerra! - Torres Novas - 11 Maio

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    Numa concentração no Jardim das Rosas, exigiu-se o fim do genocídio e um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza. Condenou-se a corrida aos armamentos e apelou-se ao prosseguimento da luta pela Paz no Mundo.
    Nesta concentração, os participantes afixaram bandeiras pela Paz no Mundo e na Palestina, e, para além das intervenções em representaçao das organizações promotoras, houve ainda um testemunho da familiar de um cidadão palestiniano.
    Paz Sim! Guerra Não!
  • Paz no Mundo! Palestina Livre! Não à guerra! Lisboa - 11 Maio

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    Milhares de pessoas participaram, na tarde de sábado, na manifestação "Paz no mundo, Palestina independente, Não à guerra".
    Promovida por CPPC, CGTP-IN, MPPM e Projeto Ruído - Associação Juvenil, a manifestação exigiu um cessar-fogo imediato e permanente na Faixa de Gaza, o fim da ocupação da Palestina e o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, entre os quais se incluem o desarmamento e a dissolução dos blocos político-militares.