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Paz

  • Fim à agressão externa à Síria! - Alargar a solidariedade, defender a soberania e a paz!

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    Desde há nove anos que a República Árabe Síria enfrenta uma brutal agressão externa.

    Tal como sucedeu na Líbia, pouco antes, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas (que armam, treinam e financiam), impuseram a agressão e a destruição do país, visando derrubar o seu governo e mudar o regime político-constitucional da Síria, controlar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao controlo total da região.

    O saldo desta agressão é, a todos os níveis dramático: dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais causados não apenas pela guerra, como pelas violentas sanções e bloqueios impostos pelas potências ocidentais.

  • Fim à ocupação israelita - Solidariedade com o povo palestino!

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala e comemora o Dia da Terra Palestina que se celebra hoje, dia 30 de Março, reafirmando o fim da ilegal ocupação de territórios palestinos por parte de Israel e a exigência do cumprimento do direito internacional, designadamente dos direitos nacionais do povo palestino.
    No dia 30 de Março de 1976, seis jovens palestinos foram assassinados, centenas foram feridos e detidos por tropas israelitas durante a greve geral e grandes manifestações contra a ilegal e violenta expropriação de terras palestinas por parte de Israel, tornando esta data um momento marcante da legítima resistência do povo palestino contra a ocupação, da sua justa luta por uma Palestina livre e independente.
    46 anos depois dos acontecimentos de 30 de março de1976, mantém-se o desrespeito do direito internacional, incluindo de múltiplas resoluções da ONU, por parte do Estado de Israel, continuando a verificar-se a ilegal ocupação de territórios palestinos, sustentada na política colonialista e xenófoba das autoridades israelitas, que é apoiada política, financeira e militarmente pelos Estados Unidos da América, mas também pela União Europeia.
    Ao evocar o Dia da Terra, o CPPC reafirma a sua condenação da política criminosa das autoridades israelitas e apela ao prosseguimento da ação de solidariedade para com a heróica resistência do povo palestino, exigindo o cumprimento pelos seus inalienáveis direitos nacionais.
    O CPPC reafirma que é urgente um caminho que almeje a Paz, caminho esse que tem justamente de passar pelo cumprimento do direito internacional, logo pelo fim da ilegal ocupação dos territórios palestinos por parte de Israel, por um Estado da Palestina livre e independente, nas fronteiras de 1967 e com capital em Jerusalém Leste, conforme as resoluções da ONU, pelo respeito do direito de regresso dos refugiados palestinos, pela libertação dos presos políticos palestinos encarcerados nas prisões israelitas.
    O CPPC insta o governo português, no quadro dos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta das Nações Unidas, do direito internacional, a agir de forma efectiva, nas instituições internacionais, onde se faz representar em prol do cumprimento dos direitos nacionais do povo palestino, há décadas brutalmente desrespeitados por Israel.
  • Fim à ocupação! Palestina livre!

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    Assinalam-se a 15 de Maio 72 anos da Nakba, termo árabe para designar a expulsão massiva da população palestina aquando da criação do Estado de Israel, a 15 de Maio de 1948. Este termo, cuja tradução para português será Catástrofe, contém o sofrimento de um povo expulso da sua terra, privado do seu país e sujeito a todo o tipo de violência – de prisões arbitrárias a assassinatos, de massacres à humilhante segregação.

    Assinalar esta data é particularmente importante quando o atual governo israelita anunciou planos para, já no dia 1 de Julho, proceder a uma nova anexação de territórios palestinos.

    Nesta ocasião, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) renova a sua solidariedade de sempre ao povo palestino e à sua heróica luta pelos seus legítimos direitos nacionais, nomeadamente a criação do seu Estado independente, soberano e viável nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e o direito ao regresso dos refugiados.

  • Fim à repressão! Paz, democracia e justiça social na Colômbia

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua fraterna solidariedade à corajosa luta do povo colombiano pela paz, a democracia e a justiça social, expressa nas grandiosas greves e manifestações que desde há vários dias se realizam em todo o país.
    Os protestos, iniciados contra a imposição de uma nova lei tributária – que deu origem à convocação de uma greve nacional a 28 de Abril – rapidamente evoluíram para a contestação de todo o regime que vigora na Colômbia, extremamente injusto, violento, repressivo e fascizante.
    A brutal repressão exercida pelo governo Iván Duque que sobre eles se abateu provocou centenas de mortos, feridos e detidos, que se somam às centenas de antigos guerrilheiros, dirigentes sindicais e do movimento camponês, militantes e activistas de forças de esquerda assassinados pelos grupos paramilitares fascistas, com conhecidas ligações ao Estado colombiano e ao narcotráfico.
    Esta violência estrutural e sistémica do regime colombiano, não suscitou qualquer reacção dos que se autodenominam de ‘comunidade internacional’, sempre tão lestos a impor sanções e bloqueios ilegais e injustos em nome da ‘democracia’ e dos ‘direitos humanos’.
    A Colômbia é o principal aliado dos Estados Unidos da América na região, acolhendo bases, instalações e forças militares norte-americanas e constituindo-se como um instrumento central para os objectivos do imperialismo na região: as constantes tensões contra a República Bolivariana da Venezuela, expressas nas provocações junto à fronteira e na própria tentativa de invasão mercenária do início de 2020 são apenas dois exemplos.
    O CPPC reclama:
    • O fim da repressão, dos assassinatos e dos massacres;
    • O cumprimento, pelo governo colombiano, dos Acordos de Paz de Havana;
    • O fim da política de ingerência e desestabilização por parte do governo de Iván Duque contra a República Bolivariana da Venezuela
  • Fim ao bloqueio dos EUA contra Cuba!

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    O bloqueio económico, comercial e financeiro imposto há mais de 60 anos pelos EUA a Cuba constitui um inaceitável acto unilateral, com carácter extraterritorial, que desrespeita e afronta a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional, e que visa atingir a soberania e os direitos de Cuba e do povo cubano.
    O bloqueio é um instrumento de agressão, através do qual consecutivas Administrações dos EUA, procuram, desde há décadas, impedir o povo cubano de prosseguir livremente o caminho que soberanamente escolheu para o seu país. Um criminoso bloqueio que a Administração Trump agravou e que a actual Administração Biden mantém.
  • Fim ao bloqueio! Cuba Vencerá!

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    A solidariedade com a Revolução e o povo cubanos fez-se ouvir bem alto no dia 15, junto à Embaixada daquele país em Lisboa. Na concentração, promovida pelo CPPC em parceria com a CGTP-IN e a Associação de Amizade Portugal-Cuba (a que se juntaram outras organizações), denunciou-se o bloqueio e a instrumentalização dos problemas por este causados para desestabilizar Cuba e abrir caminho a novas e mais graves ofensivas contra a sua soberania e as condições de vida do seu povo.
    Nas intervenções de Gustavo Carneiro (CPPC), Libério Domingues (CGTP-IN), Eduardo Fonseca (AAPC) e Simão Bento (da Associação Projeto Ruído) valorizou-se a solidariedade que Cuba presta aos povos de todo o mundo, nomeadamente mas não só no plano da assistência médica, e rebateu-se as mentiras veiculadas pela generalidade da comunicação social, que chega ao ponto de mostrar imagens de outros países como se fossem de Cuba ou de propositadamente confundir manifestações massivas em defesa da Revolução como se se tratassem de protestos.
    «Cuba Sim! Bloqueio Não» e «Cuba Vencerá» foram algumas das palavras de ordem entoadas.
  • Fim ao genocídio e aos crimes de Israel Cessar-fogo imediato e permanente!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente o atroz bombardeamento contra um campo de refugiados palestinianos no noroeste de Rafah, que Israel realizou durante esta madrugada e que provocou pelo menos 50 mortos, muitos dos quais crianças.

    Longe de ser um caso isolado, este novo massacre cometido por Israel – dois dias após o Tribunal Internacional de Justiça ter ordenado a interrupção imediata da ofensiva militar de Israel contra a cidade palestiniana de Rafah –, junta-se ao horror de tantos outros, que nos últimos sete meses provocaram a morte a mais de 36 000 pessoas, feriram outras 81 000, para além das 11 000 que permanecem desaparecidas, entre as quais muitos milhares de crianças – um genocídio que Israel continua a levar a cabo contra o povo palestiniano.

    Este novo crime de Israel só foi possível porque os Estados Unidos da América, o Reino Unido e outras potências da NATO e da União Europeia continuam a apoiar financeira, diplomática e militarmente Israel e a sua política de ocupação, de opressão, de genocídio contra o povo palestiniano e os seus inalienáveis direitos nacionais.

    Instamos uma vez mais a que o Governo português se deixe de manobras dilatórias e pretextos, e reconheça o Estado da Palestina, contribuindo para o cumprimento do direito internacional e a Paz no Médio Oriente, juntando-se assim à esmagadora maioria dos países que integram a ONU que já o fizeram, deixando de se subordinar à política dos EUA e de ser cúmplice com as violações do direito internacional por parte de Israel.

  • Funchal | Parar a Guerra! Dar uma Oportunidade à Paz!

     

    O Núcleo da Madeira do Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou na passada sexta-feira, 18 de março, na Galeria Anjos Teixeira, à Rua João de Deus, n.º 12, no Funchal, a iniciativa "Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz!".
    Esta iniciativa contou com as intervenções do Escultor Francisco Simões, da Dra. Isabel Baptista em representação da Associação Portuguesa de Juristas Democratas e do Biólogo Filipe Olim membro do Núcleo Regional da Madeira do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    Nesta iniciativa foi também divulgado o apelo que já conta com 7 novos subscritores da nossa Região e mais de 50 a nível nacional.
    Para além das várias intervenções e saudações esta iniciativa em defesa da Paz e de apelo ao fim da guerra na Ucrânia, contou também com um momento musical.
  • GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

     

    Divulgamos a intervenção de Frederico Carvalho na sessão pública «Pelo Fim das Armas Nucleares», promovida pelo CPPC no âmbito da campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, lançada pelo CPPC, na qual se integra igualmente a petição que pode ser assinada na Internet (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares).

    A intervenção:

    GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

  • Há 45 anos, o povo do Vietname venceu a agressão e conquistou a paz

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    A libertação de Saigão (como então se chamava a atual Cidade de Ho Chi Mihn) com a entrada das forças da Frente de Libertação do Vietname, a 30 de abril de 1975, marca o fim da longa luta do povo vietnamita pela sua libertação nacional e fim da agressão estrangeira.

    Desde a década de 40 do século XX, o povo vietnamita enfrentou a ocupação japonesa, o colonialismo francês e a agressão norte-americana, ou seja, a intervenção de poderosas potências económicas e militares, incluindo a mais poderosa do mundo. A todas venceu!

    A tenacidade, abnegação, unidade e patriotismo do povo do Vietname revelaram-se mais fortes do que as mais avançadas armas e os mais bem equipados soldados. A vitória consumada em abril de 1975 mostrou que nenhuma força, por mais poderosa e brutal que seja, pode travar um povo que luta pelo seu direito a ser livre e a escolher soberanamente o seu próprio rumo de desenvolvimento.

  • Homenagem a Laura Lopes e Silas Cerqueira

     

    Dezenas de pessoas compareceram à iniciativa que o Conselho Português para a Paz e Cooperação organizou, no passado Sábado dia 31, para homenagear Laura Lopes e Silas Cerqueira, dois históricos lutadores do movimento pela Paz.

    A presidente do CPPC, Ilda figueiredo, que dirigiu a iniciativa apresentou cada um dos homenageados:

    “LAURA LOPES tem a sua assinatura no documento que deu existência legal ao Conselho Português para a Paz e Cooperação, datado de 24 de Abril de 1976. Fosse só por isso e fazia já parte da história do movimento da Paz português. Mas essa assinatura, longe de ser um acto isolado, expressa um longo e corajoso compromisso com a luta pela Paz, pela justiça e pela liberdade, ao qual Laura Lopes se dedicou ao longo de décadas.

    Nascida em Lisboa, em 1923, numa família operária

  • Homenagem a Rui Namorado Rosa

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu presidente e membro da Direção Nacional e é atualmente membro da sua Presidência.

    Conhecido e prestigiado cientista, investigador e professor universitário, com vasta e importante obra publicada nas áreas cientifica e de intervenção cívica, Rui Namorado Rosa é um grande ativista da paz ao longo da sua vida, com intervenção nacional e internacional na defesa da paz e na denúncia da guerra e do militarismo, tendo representado o CPPC em diversas conferências e reuniões internacionais, designadamente no âmbito do Conselho Mundial da Paz.

  • Inauguração da exposição "Por um Ambiente de Paz" em Vila Real de Santo António

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) em parceria com a Peace and Art Society (PAS), e o Município de Vila Real de Santo António está a desenvolver mais uma iniciativa de Cultura pela Paz, com a exposição de artes plásticas intitulada "Por um ambiente de Paz".
    Esta mostra inaugurou dia 6 de Janeiro na Biblioteca Vicente Campinas onde estará até o final do mês de janeiro.
    A inauguração contou com a presença de Sofia Costa da Direção Nacional do CPPC, Saul de Jesus, professor catedrático e membro da Presidência do CPPC, Conceição Constantino, diretora da Biblioteca, vários artistas que participaram nesta mostra e de Maria da Conceição Pires, vereadora da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António (VRSA).
    Esta mostra incluí também trabalhos dos alunos de artes, da Escola Secundária de VRSA, sob a direção da professora Carla Mourão.
    Nas intervenções da inauguração foi valorizada a participação de todos os artistas e foi ressalvada a questão da necessidade da defesa da Paz, do fim das guerras e dos conflitos, bem como o fim da corrida armamentista.
    Ficaram marcadas novas iniciativas de educação e cultura para a paz em parceria com o município, a realizar em 2023 de forma a contribuir para um ambiente de Paz.
  • Inauguração da exposição de artes plásticas "Pela Paz, contra as armas nucleares" em Silves

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    Foi inaugurada, em Silves, a exposição de artes plásticas "Pela Paz, contra as armas nucleares".
    Estiveram presentes Sofia Costa da Direcção do CPPC, Elídia Luís da direcção da PAX, Saúl de Jesus Vice-reitor da UAlg, e vários membros do executivo Municipal de Silves, incluindo a presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma.
    Esta exposição está patente até dia 4 de Junho nos Paços do Concelho, em Silves.
  • Inauguração da exposição de artes plásticas "Por um ambiente de Paz" em Quarteira

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em parceria com a Peace and Art Society (PAS) e o Município de Loulé, inaugurou, no passado dia 16 de fevereiro, mais uma mostra da exposição de artes plásticas intitulada "Por um ambiente de Paz", desta vez na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira.

    A exposição estará patente nesta galeria até dia 3 de Março e seguirá a sua itinerância por outros concelhos do Algarve.
    Esta exposição, bem como outras já realizadas na região, insere-se no trabalho que o CPPC desenvolve no âmbito da Cultura da Paz, e envolve dezenas de artistas plásticos, professores e alunos das escolas dos concelhos algarvios.
    Nesta mostra estão patentes sete trabalhos de alunos da turma de artes da Escola Laura Ayres de Quarteira.
    Nesta inauguração foi também apresentado o catálogo da exposição elaborado pela Biblioteca da Universidade do Algarve em parceria com o CPPC.
    Estiveram presentes na inauguração Sofia Costa, do CPPC, Elídia Luís, da PAS, Telmo Pinto, presidente da junta de freguesia de Quarteira, João Serrão e a Ana Rosa, técnicos Municipais, Pedro Félix e Marisa Martires professores de artes da Escola Laura Ayres.
  • Inauguração da exposição Paz e Solidariedade

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    Foi inaugurada no dia 29 de janeiro, em Viana do Castelo, na Galeria Barca D´Artes, uma exposição de 26 artistas sobre Paz e Solidariedade, numa organização conjunta do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e do Centro Cultural do Alto Minho, com curadoria do seu diretor Cipriano Oquiniame.
    Na inauguração foi destacada a generosidade dos artistas que aceitaram participar na defesa desta nobre causa da Paz, sublinhando-se a importância da solidariedade com os povos vítimas de guerras, conflitos, ingerências e bloqueios, apelando-se ao cumprimento da Constituição da República Portuguesa e dos princípios da Carta das Nações Unidas.
    A exposição estará patente ao público até 26 de fevereiro.
  • Inauguração da exposição Por um Ambiente de Paz

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em parceria com a Peace and Art Society e a biblioteca da Universidade do Algarve inauguraram a nova exposição "Por um ambiente de paz", que estará patente até final do mês, no hall da reitoria da Universidade do Algarve, no polo das Gambelas.
    Na inauguração estiveram presentes vários artistas e intervieram: Sofia Costa, da direcção do CPPC, Saul de Jesus, professor catedrático da UAlg, Salomé Horta, directora da Biblioteca da UAlg e Elidia Luís, da PAS.
    Este foi mais um momento cultural em prol da paz, num espaço que será bastante frequentado pelos professores e estudantes da UAlg, que começarão o seu percurso académico nestes dias.
    Nas várias intervenções, a questão da educação e cultura da paz foram bastante valorizadas, sublinhando-se o papel da Universidade como promotora dos valores da paz junto da sua comunidade, o que tem sido uma constante.
  • Iniciativa de Solidariedade com a Palestina | Plataforma pela Paz e o Desarmamento | Lisboa

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    O CPPC apela à participação na Iniciativa de Solidariedade com a Palestina, organizada pela Plataforma pela Paz e o Desarmamento, a relizar-se na próxima segunda feira, dia 31 de Maio, pelas 18:30, junto à fundação José Saramago em Lisboa
    Palestina Vencerá!
  • Iniciativa de solidariedade com o Povo da Colômbia | Lisboa

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    O CPPC apela à participação na Iniciativa de solidariedade com o Povo da Colômbia, que se irá realizar em Lisboa, no dia 22, no Largo de Camões pelas 17H

  • Iniciativas de Paz no Algarve

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    Nos dias 10 e 11 de março realizaram-se, no Algarve, importantes iniciativas de mobilização para a defesa da paz, seja no âmbito da educação para a paz, seja da cultura da paz, por iniciativa do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Merece especial destaque a iniciativa cultural, na sua terceira edição "Sons, cores e palavras pela Paz", realizada no Clube Farense, no centro da bonita cidade de Faro, que mobilizou muitas dezenas de pessoas, e onde o Grupo Coral II Capítulo, dirigido pelo maestro João António de Almeida, teve uma brilhante actuação encantando todos os presentes. Seguiu-se a música de raiz popular dos PURACURA e a poesia e música de Afonso Dias que, tal como a poeta Vanda Santa-Rita, a apresentadora Anne Farias e a jovem pintora Daniele Evangelista deram um importante contributo para uma noite muito empenhada na defesa da Paz. Como salientou Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, "o momento complexo, imprevisível e perigoso que estamos a viver exige ainda maior empenhamento, coragem e determinação de todos na defesa da paz para, com precaução e responsabilidade, mas sem alarmismos, darmos um contributo na mobilização necessária e na convergência de vontades para que a paz, bem supremo da humanidade, seja possível. A preparação e realização do Encontro pela Paz, a realizar em Setúbal, a 30 de maio, é uma oportunidade para uma maior mobilização do movimento da paz em Portugal, dado que, pela paz, todos não somos demais".

    Ilda Figueiredo e Isa Martins do SPZS também participaram em palestras e reuniões em escolas, com destaque para a palestra na escola Básica de Almancil, concelho de Loulé, contactos com experiências de educação para a paz, como no JI de S. Brás de Alportel, a visita à exposição de artistas pela Paz em Aljezur, a conversa na CM de Lagoa. Em todos os lados, foi patente o empenhamento na realização de iniciativas de sensibilização e de convergência na defesa da Paz.