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No seu primeiro dia no acampamento de refugiados sarauis, o grupo foi recebida pelas autoridades de Bojador, que explicaram o funcionamento da sociedade sarauí: cada wilaya (acampamento, correspondente às províncias no território ocupado) é dividida em três dairas e cada uma das dairas em bairros. Em cada uma destas divisões administrativas há estruturas responsáveis pela água e saneamento, educação, etc.
O grupo visitou depois uma creche e uma escola, conversando com responsáveis, professores e crianças sobre o modo de organização, os objetivos e as dificuldades, sobretudo logísticas e financeiras. Na ocasião foi entregue algum do material escolar recolhido em Portugal para apoiar as crianças e as escolas sarauís.
Nas visitas a um museu e a uma oficina de artesanato ouviu-se falar de cultura sarauí, parte essencial da sua identidade.
Em algumas destas visitas, elementos do grupo agradeceram a hospitalidade e o exemplo de resistência do povo sarauí e garantiram que prosseguirão a solidariedade até que o povo sarauí veja reconhecido o seu direito à autodeterminação.