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O STML realizou a 25 de novembro, no Largo José Saramago, uma reunião de trabalhadores onde se debateu a prioridade do nosso tempo: o caminho da Paz.
Na sessão, nas várias intervenções foram denunciadas as opções políticas do atual Governo português, que tem priorizado a corrida aos armamentos, desviando verbas em dimensões essenciais, como a saúde, educação ou habitação, sem esquecer a necessidade do aumento real dos salários. Na proposta para o Orçamento do Estado/26, por exemplo, observa-se um aumento de 14,5% para a "defesa", enquanto que para a saúde, apenas 1,5%.
Debateu-se também a situação na Palestina e a urgência em pôr cobro ao genocídio que Israel continua a impor ao povo Palestiniano. Apesar do pretenso cessar-fogo assumido em outubro, continuam a morrer pessoas todos os dias à conta dos bombardeamentos israelitas.
A apresentação da sessão foi feita por Luís Dias, do STML e moderada por Hugo Nóbrega, também do sindicato. As intervenções ficaram a cargo de Marta Azenha, do Movimento Cultura É Resistência, Julie Neves, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, o Diniz Lourenço, da CGTP-IN e o Carlos Almeida, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, e Nuno Almeida, coordenador do STML, com espaço para vários contributos dos trabalhadores que participaram.
No próximo sábado, às 15h00, nos Restauradores (em Lisboa) e na Praça da Batalha (no Porto) voltamos à rua, para a exigir:
PAZ SIM! guerra NÃO!
Palestina livre e independente!