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  • Artistas do Concerto pela paz no Porto a 18 de Fevereiro (Rivoli) - Bando dos Gambozinos

    Bando dos Gambozinos, Associação Cultural para a Educação pela Arte, que vai trazer temas que permitem a todo o grupo pensar a Paz num sentido muito amplo. Não apenas na sua dimensão bélica, mas também do sentir a paz e do sentirmo-nos em paz. Cantam a paz de resistir, a paz do combate e a paz de ouvir, a paz que só a educação dos homens é capaz de trazer, a paz da liberdade, a paz da política, sem excluir a paz que se faz pela guerra à guerra. Às vozes dos pequenos junta-se o Coro d’ Inverno, agrupamento de participação livre constituído por pais, familiares, amigos e vizinhos dos Gambozinos.

  • Artistas do Concerto pela paz no Porto a 18 de Fevereiro (Rivoli) - Conservatório de Música do Porto

    A celebrar o seu centenário, o Conservatório de Música do Porto continua a pautar-se como Escola de Referência Nacional do Ensino Artístico Especializado da Música e a promover uma abertura à Comunidade e à Cidade do Porto, através de inúmeras atividades realizadas em parceria com as principais Instituições Culturais da Cidade.

  • Artistas do Concerto pela paz no Porto a 18 de Fevereiro (Rivoli) - Coral de Letras da Universidade do Porto

    O Coral de Letras da Universidade do Porto é uma reconhecida instituição cultural de grande relevo não só no Porto, como em todo o País. É um coro premiado em vários festivais internacionais. O seu reportório percorre várias épocas da música, quer a capella, quer coral sinfónica, mantendo uma especial relação de proximidade com a música de Fernando Lopes-Graça.

    Tem colaborado com várias instituições, nomeadamente com a Casa da Música. O Coral de Letras comemorou recentemente 50 anos de actividade ininterrupta, sempre dirigido pelo seu fundador, maestro José Luís Borges Coelho.

  • Artistas do Concerto pela paz no Porto a 18 de Fevereiro (Rivoli) - Miguel Araújo

    Consagrado músico, cantor, compositor e letrista português nascido em Águas Santas, na Maia, mas já com grande expressão nacional e até internacional Miguel Araújo.

    É autor (música e letra) de alguns dos maiores sucessos portugueses do início do século XXI. Todos conhecemos: Anda comigo ver os Aviões, Os maridos das Outras, Quem és tu miúda, Pica do Sete.

    Além do seu reportório a solo e da banda Os azeitonas, da qual é fundador e na qual se manteve até final de 2016, tem escrito para alguns dos mais destacados interpretes portugueses, como é o caso de António Zambujo, Ana Moura, Carminho, Raquel Tavares e Ana Bacalhau.

    Em 2012 editou o seu primeiro disco a solo “5 Dias e Meio”. Em 2014, o seu segundo disco a solo “ Crónicas da cidade grande” e em 2017, editou o seu terceiro disco “Giesta” que foi considerado o segundo melhor disco do ano pela revista espanhola “No sólo Fado”.

  • Artistas pela Paz - VN Gaia 2017

    Inaugurou-se a 8 de Julho, em Vila Nova de Gaia, a exposição Artistas pela Paz, que integra a II Bienal Internacional de Arte Gaia 2017. Até 30 de Setembro, podem apreciar-se 31 obras de Artistas pela Paz, incluindo pintura, escultura e fotografia. Esta exposição, de que são curadoras Ilda Figueiredo e Mirene, surgiu no âmbito da promoção da Cultura pela Paz, e resultou de uma parceria que o CPPC desenvolveu com Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural.

    Os artistas participantes são: Agostinho Santos, Ana Maria, António Fernando, Celeste Ferreira, Céu Costa, Cipriano Oquiniame, Do Carmo Vieira, Egídio Santos, Evelina Oliveira, Fernanda Boas, Filipe Rodrigues, Gérard Morla, Helena Fortunato, Henrique do Vale, Humberto Nelson, Isabel Lhano, João Carqueijeiro, José Rosinhas, Júlia Pintão, Liseta Amaral, Mami Higuchi, Maria Rosas, Mirene, Otília Santos, Paulo Neves, Ricardo de Campos, Rosa Amaral, Rosa Bela Cruz, Rui da Graça, Rui Ferro e Susana Bravo.
    Entretanto, está previsto realizar no local da exposição um debate sobre a Paz no final da tarde de 7 de Setembro.

  • Debate "Artistas pela Paz" fez pensar no papel da arte na procura de um mundo melhor

    A 2.ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, recebeu o primeiro debate ligado às causas da Bienal e o tema não podia ser mais sugestivo: os "Artistas Pela Paz", que também dá nome a uma das exposições da iniciativa cultural.
    Moderado por Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e uma das curadoras da exposição (juntamente com a artista plástica Mirene), o debate procurou responder à questão do papel da arte na procura da paz.

    Na mesa do debate estiveram, além de Ilda Figueiredo, os artistas Evelina Oliveira e Rui Ferro e os jornalistas Alfredo Maia e Vítor Pinto Basto e na intervenção de todos eles partiu-se do tema da guerra para clamar a paz, na procura de um mundo melhor.

  • Debate | Artistas pela Paz | Bienal Internacional de Arte Gaia 2017

    A intervenção de Alfredo Maia.
    (segundo, a partir da esquerda, na foto)

    1. Introdução/ Reflexão
    Um dos monumentos mais impressionantes que já visitei é a basílica-cripta de Santa Cruz do Vale dos Caídos.
    Além da expressão da soberba faraónica de um caudilho fascista – Francisco Franco – e do expoente de uma estética do poder antidemocrático e opressor, é chocante o seu significado.

    Embora viesse a ser local de inumação – entre os 36 mil soldados que ali foram enterrados – de alguns combatentes republicanos mortos na guerra civil (1936-39), cujas famílias declararam por eles o seu «arrependimento», mas também como espécie de sinal de «conciliação nacional» imposto por países estrangeiros depois da II Grande Guerra (1939-45), o Vale dos Caídos foi concebido por Franco para sua própria glorificação como vencedor e em honra dos combatentes falangistas que o seguiram.

  • Debate | Artistas pela Paz | Bienal Internacional de Arte Gaia 2017

    A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.

  • Debate: Artistas pela Paz