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Tratado de Proibição de Armas Nucleares

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. Fê-lo, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

    Recordamos que a 9 de Outubro de 2017 a Campanha Internacional para Abolição das Armas Nucleares/ICAN foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz.

  • Activistas do CPPC participaram nas comemorações populares do 25 de Abril em Coimbra, desfilando com uma faixa da "Campanha Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!".

  • Activistas do CPPC participaram nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa, desfilando com uma faixa e pancartas "Pela paz, fim à agressão à Síria" e outra alusiva à "Campanha Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!", os activistas da paz distribuíram documentos do CPPC e recolheram assinaturas para a petição que faz parte dessa campanha.

  • Activistas do CPPC participaram nas comemorações populares do 25 de Abril na cidade do Porto, desfilando com uma faixa alusiva à "Campanha Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!", distribuindo documentos do CPPC e recolhendo assinaturas para a petição que faz parte desta campanha.

  • Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, participa amanhã, dia 10 de Janeiro, numa conferência no Parlamento Europeu sobre o Tratado das Nações Unidas de Proibição de Armas Nucleares.
    A iniciativa é promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica e propõe-se debater num primeiro painel a importância e contributo deste Tratado para construir a paz e, num segundo painel, a acção pela sua ratificação nos diferentes países – com diversas intervenções de organizações do movimento pela paz que foram convidadas.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 de Janeiro, em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL).

    Leia aqui a intervenção de Ilda Figueiredo:

  • debate em almada pela paz e o desarmamento 1 20180527 1183676974

    Mais de 60 professores e estudantes do ensino recorrente da Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada, participaram no dia 24 de Maio numa sessão sobre paz e desarmamento, inserida na campanha do CPPC pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Após a apresentação do tema, a cargo de Gustavo Carneiro e João Jorge, respectivamente da direcção nacional e do núcleo de Almada, seguiu-se um vivo debate sobre os riscos actuais para a paz e a segurança, a necessidade imperiosa de pôr fim às armas nucleares e de destruição massiva e a urgente acção pela paz e a solidariedade. No final, foram recolhidas dezenas de assinaturas para a petição que o CPPC tem em curso que reclama das autoridades portuguesas a assinatura e ratificação desse tratado.

  • Integrado na campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, o CPPC promove no dia 24 de Janeiro, em Olhão, um debate em que participa Ilda Figueiredo. O debate está marcado para as 21 horas nas instalações da Associação Cultural Re-Criativa República 14 (antiga Recreativa Rica, na Avenida da República, 14).

    Desta campanha faz parte uma petição, que pode ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/viewfullsignatures.aspx…

  • O Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE-NGL) realizou, a 10 de Janeiro, no Parlamento Europeu, um importante debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares.

    Leia aqui a intervenção de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:

  • mais de 10 mil assinaram a peticao pela paz pela seguranca pelo futuro da humanidade 1 20180621 1573505543

    Mais de 10 mil assinaram a petição «Pela Paz, Pela Segurança, Pelo Futuro da Humanidade – Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares»

    O CPPC realizou no dia 20, em Lisboa, uma conferência de imprensa em plena rua para informar da recolha de mais de 10 mil assinaturas para a petição que exige das autoridades portuguesas a adesão ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Participaram Ilda Figueiredo e Amílcar Campos, respectivamente presidente e vice-presidente da direcção nacional do CPPC, e Gonçalo Costa, da Associação Projecto Ruído, que dinamiza a campanha Desarma a Bomba, com o mesmo objectivo de pôr fim às armas nucleares e promover o desarmamento.

  • Dezenas de organizações portuguesas associaram-se em torno da campanha que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Este tratado foi aprovado em Julho de 2017 por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. O lançamento da campanha foi, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

  • Foi com grande satisfação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu a notícia de que a Áustria ratificou o Tratado de Proibição de Armas Nucleares no passado dia 21, sendo o primeiro país da União Europeia a fazê-lo. Para além da Áustria, só outro estado membro da UE assinou o mesmo, a Irlanda. Esta posição, sendo positiva, constitui mais um passo para a entrada em vigor do tratado que ocorrerá depois de 50 estados o ratificarem e a ele aderirem formalmente.

  • O CPPC promove, no dia 27 de Janeiro às 15 horas, em Almada, uma sessão cultural pela paz e o desarmamento, inserida na campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares. A iniciativa tem lugar no cineteatro da Academia Almadense.

    Desta campanha faz parte uma petição reclamando das autoridades portuguesas a adesão a este tratado, que pode ser assinada aqui http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares.