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Vila Nova de Gaia

  • Abre amanhã, 8 de Julho, pelas 10 horas a exposição Artistas pela Paz, com obras de 31 artistas (pintura, escultura e fotografia) integrada na II Bienal de Arte Internacional Gaia 2017. Estará patente ao público até 30 de Setembro.

    Esta exposição de 31 obras de artistas empenhados na Paz, resulta de uma parceria ente o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Cooperativa Cultural Artistas de Gaia. Conta com o apoio da Câmara Municipal de Gaia.

    A curadoria da exposição da Paz é de Ilda Figueiredo e Mirene.

    Estão todos convidados para a inauguração.

  • Na noite de 31 de Março decorreu, no Centro Paroquial de Mafamude, um novo Concerto pela Paz, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Federação das Coletividades de Vila Nova de Gaia. No total, estiveram presentes mais de 350 pessoas, entre intervenientes e publico.

    O concerto abriu com um trio instrumental da Escola de Música de Perosinho, a que se seguiu uma bela dança por crianças do Ginasiano Escola de Dança, a orquestra de guitarras do Conservatório de Música de Gaia, a poesia por quatro artistas da Ilha Mágica, o Grupo de flautas transversais da Academia de Música de Vilar do Paraíso e, por fim, o Ensemble vocal Lígia Castro que juntou em palco mais de 70 coralistas que encerraram o concerto.

  • Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, em Gaia, com apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Associação de Colectividades de Gaia, no dia 18 de Março, em que participaram: Academia de Música de Vilar do Paraíso, Associação Cultural e Musical de Avintes, Conservatório Superior de Música de Vila Nova de Gaia, Escola de Música de Perosinho, Ginasiano Escola de Dança, Ilha Mágica, Orfeão da Madalena e o pianista Sérgio Garcia. Apresentou a actriz Olga Dias.

  • Inaugurou-se a 8 de Julho, em Vila Nova de Gaia, a exposição Artistas pela Paz, que integra a II Bienal Internacional de Arte Gaia 2017. Até 30 de Setembro, podem apreciar-se 31 obras de Artistas pela Paz, incluindo pintura, escultura e fotografia. Esta exposição, de que são curadoras Ilda Figueiredo e Mirene, surgiu no âmbito da promoção da Cultura pela Paz, e resultou de uma parceria que o CPPC desenvolveu com Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural.

    Os artistas participantes são: Agostinho Santos, Ana Maria, António Fernando, Celeste Ferreira, Céu Costa, Cipriano Oquiniame, Do Carmo Vieira, Egídio Santos, Evelina Oliveira, Fernanda Boas, Filipe Rodrigues, Gérard Morla, Helena Fortunato, Henrique do Vale, Humberto Nelson, Isabel Lhano, João Carqueijeiro, José Rosinhas, Júlia Pintão, Liseta Amaral, Mami Higuchi, Maria Rosas, Mirene, Otília Santos, Paulo Neves, Ricardo de Campos, Rosa Amaral, Rosa Bela Cruz, Rui da Graça, Rui Ferro e Susana Bravo.
    Entretanto, está previsto realizar no local da exposição um debate sobre a Paz no final da tarde de 7 de Setembro.

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    Foi um êxito o quarto Concerto pela Paz que o Conselho para a Paz e Cooperação (CPPC) organizou no Auditório Municipal de Gaia, no passado dia 22 de Março, com apoio da Câmara Municipal e da Federação das Colectividades de Vila Nova de Gaia.

    Pelo palco, passou o canto das crianças e jovens do Coro da Orquestra Juvenil de Gaia, dirigido por Luisa Castro; ouviu-se a música da Orquestra Ligeira de Avintes e os solistas Vera Mesquita (soprano) e João Robalinho (barítono), dirigidos pelo professor e maestro Rufino Moura; o Ginasiano, que encantou com a dança, em três variações, do clássico Deus dourado, de D.Quixote e o Dueto do Festival das Flores, interpretados por alunos do Curso Artístico de Dança; os poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, poeta comprometida com o mundo, que, no contexto do centenário do seu nascimento, foram lidos pelas actrizes Alzira Santos, Dina Fonseca e Andreia Rocha, da associação Ilha Mágica. Seguiu-se uma intervenção da Classe de Percussão da Escola de Música de Perosinho, do Professor Hugo Vieira, usando o papel, e a terminar, o grupo de Danças Andinas, INTICHASKI, encantou a assistência numerosa, onde não faltou a encenação de um belo texto lido pelo ator David Cardoso.

    A atriz Rebeca Cunha apresentou o Concerto pela Paz e leu o poema Ode à Paz, de Natália Correia, e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC agradeceu a generosidade dos artistas, escolas e associações que participaram, da CM de Gaia e da Federação das coletividades que apoiaram, explicou algumas atividades do CPPC em Gaia, reafirmou a importância da defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz e proclamou com o público, em uníssono, " Sim à Paz ! Não à guerra!

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  • Concerto pela Paz
    A arte ao serviço da Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) continua empenhado na preparação e realização de Concertos pela Paz, o que tem contado com a generosidade de muitos artistas e colectividades para a promoção de uma cultura de Paz.

    Num momento tão complexo e preocupante como o que se está a viver no plano internacional, sobretudo no Médio Oriente e em África, mas também na Europa, é importante mobilizar para a defesa deste objectivo tão nobre e imprescindível ao futuro da humanidade – a Paz – sem a qual não é possível a liberdade, a democracia, o desenvolvimento e o progresso social.

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    Por indicação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou, dia 20, numa conferência intitulada «Ciência e liberdade» o investigador científico Frederico Carvalho, membro da Presidência do CPPC, que abordou vários aspectos da evolução do conhecimento e da ciência, da defesa da liberdade e da paz, e do papel que neles tiveram muitos cientistas. O membro da Presidência do CPPC destacou em particular o Apelo de Estocolmo, contra as armas nucleares, de 1950, a Revolução de Abril e as iniciativas que prosseguem no âmbito do cumprimento dos preceitos consagrados na Constituição da República Portuguesa.

    A conferência integrou-se nas comemorações do Dia do Município e teve uma importante participação. Houve ainda tempo para uma visita à exposição " A paz e os refugiados" que integra a Bienal Internacional de Arte Gaia 2019.

  • A 2.ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, recebeu o primeiro debate ligado às causas da Bienal e o tema não podia ser mais sugestivo: os "Artistas Pela Paz", que também dá nome a uma das exposições da iniciativa cultural.
    Moderado por Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e uma das curadoras da exposição (juntamente com a artista plástica Mirene), o debate procurou responder à questão do papel da arte na procura da paz.

    Na mesa do debate estiveram, além de Ilda Figueiredo, os artistas Evelina Oliveira e Rui Ferro e os jornalistas Alfredo Maia e Vítor Pinto Basto e na intervenção de todos eles partiu-se do tema da guerra para clamar a paz, na procura de um mundo melhor.

  • A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.

  • A situação no Médio Oriente e a luta pela Paz foi o tema do debate muito participado que decorreu no auditório da Biblioteca Municipal em Vila Nova de Gaia, iniciativa do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), que contou com o apoio da Câmara Municipal de Gaia e as intervenções do jornalista José Goulão, Ilda Figueiredo e João Rouxinol.

    Debateu-se a grave situação no Médio Oriente, destacando José Goulão as causas e os responsáveis, desde a invasão do Afeganistão, passando pelo Iraque, a Líbia e a Síria, sem esquecer a Palestina e toda a região. Foi particularmente denunciada a estratégia de rapina de recursos e de controlo da região que tem sido conduzida por EUA, NATO, União Europeia e seus aliados,sem esquecer Israel e a Arábia Saudita, responsáveis principais pela tragédia que se vive na região, com destruição de Estados, sofrimento e deslocação de milhões de pessoas. Ilda Figueiredo e João Rouxinol sublinharam a importância da luta pela paz, da solidariedade com os povos vítimas das guerras, a convergência de esforços e vontades no alargamento do movimento pela paz e o contributo que o CPPC e o Conselho Mundial da Paz estão a dar, dando como exemplo a próxima Assembleia Mundial da Paz, no Brasil, de 17 a 20 de Novembro, onde o CPPC participará.

    No debate muito animado que se seguiu, sublinhou-se a importância de reforçar o CPPC e a luta pela paz, tendo-se verificado algumas novas adesões no final desta importante sessão.

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    No próximo dia 29 de Maio, pelas 18 horas, vai realizar-se um debate sobre Paz e Refugiados, na 3ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2019, em Lever /GAIA, com a participação de Ilda Figueiredo - presidente da direção do Conselho Português para a Paz e Cooperação e curadora da exposição" Paz e Refugiados",
    José Goulão e Vitor Pinto Basto - jornalistas e membros da Presidência do CPPC.

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    No projecto de Educação para a Paz que está a ser desenvolvido em escolas de Vila Nova de Gaia, numa colaboração que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou em com a respectiva Câmara Municipal, estão a ser expostos trabalhos que alunos realizaram durante o segundo período de aulas. É o caso da Escola Secundária António Sérgio, em cujo átrio está uma exposição de trabalhos de alunos do Agrupamento de Escolas, com professoras que trabalharam na sua execução e montagem.

    No mesmo local está a exposição do CPPC contra as armas nucleares, que inspirou alguns alunos para os trabalhos realizados.

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    Realizou-se um importante de bate orientado por Ilda Figueiredo, sobre o desarmamento nuclear, na Escola Secundária de Canelas, em que participaram cerca de 100 alunos, diversos professores e o director do Agrupamento de Escolas de Canelas, em Vila Nova de Gaia.

    Os alunos realizaram também um grande painel alusivo ao tema e na escola esteve também a exposição do CPPC sobre o perigo das armas nucleares e a exigência da assinatura e ratificação, por Portugal, do Tratado de Proibição das Armas Nucleares.